domingo, 9 de novembro de 2008

O Ano Polar Internacional e a região de Sicó


In:http://www.portalpolar.com/index.php?option=com_content&task=view&id=200&Itemid=1

A educação ambiental é para mim uma prioridade já há vários anos e tenho pugnado para que este tema entre especialmente na mentalidade das gerações mais novas, para isso tenho desenvolvido quer a nível pessoal nas várias entidades a que pertenço ou pertenci, actividades várias que visam esta temática.
O Ano Polar Internacional (API) foi algo que fiz questão em divulgar especialmente enquanto técnico ao serviço da Câmara Municipal de Alvaiázere (Dez 2004/Março 2008), consegui que a mesma fosse uma das entidades apoiantes do projecto Latitude60, projecto português ligado ao API e um dos programas educacionais com mais impacto a nível mundial no que concerne a um país, sim, somos capazes de estar entre os melhores! Na altura (2007) consegui despertar o interesse de duas escolas de Alvaiázere, a EB2.3 e a Creche Santa Cecília (Santa Casa da Misericórdia), as quais elaboraram dois trabalhos para um concurso a nível nacional. Consegui também que o responsável por este fantástico projecto se deslocasse a Alvaiázere para duas palestras, podem ver como curiosidade as escolas presenteadas por estas palestras e ver quantas afinal constam no que toca às Terras de Sicó.http://www.portalpolar.com/index.php?option=com_content&task=view&id=117&Itemid=262
Os trabalhos que referi atrás, feitos pelas escolas e com algum aconselhamento meu, conseguiram fazer boa figura no concurso, a Escola Básica 2,3 e Secundária Dr. Manuel Ribeiro Ferreira, fez um iglú de.... chícharo, sim leram bem, chícharo. Conseguiram entrar num concurso destes com uma das marcas da sua terra. Não sei qual o destino que foi dado a esta obra de arte, mas espero sinceramente que o meu amigo Tito Morgado não a tenha posto para o lixo, já que esta obra de arte está ligada também à minha pessoa.... Podem ver o resultado na foto:



Já a Creche Santa Cecília, com miúdos mais pequenos, conseguiu fazer um trabalho bem bonito e que actualmente se encontra na biblioteca municipal de Alvaiázere em exposição. Facto a salientar e que deve ser destacado é que este trabalho foi elaborado sob a supervisão de uma técnica especialista em artes plásticas e que na altura estagiava na Câmara de Alvaiázere, a Dr.ª Joana:



A foto que se segue é do dia do concurso, que ocorreu no pavilhão do conhecimento. Ficámos todos contentes pelo resultado, pois no momento em que eu lancei o repto às escolas referidas não parecia que ia ter sucesso, mas o empenho de todos resultou nisto que podem ver:






O repto que lanço agora é que as escolas da região se inscrevam na actividade a que a foto inicial se refere, ou seja, uma peça de teatro de índole ambiental, têm o link por debaixo e fica aqui o desafio para que integrem esta actividade nas vossas actividades lectivas, levando a que as crianças fiquem cada vez mais sensibilizadas, de uma forma pedagógica, para o problema que é de todos. Todos temos a obrigação de pugnar por um mundo melhor, a educação das gerações mais novas é apenas uma das muitas formas de a fazer!
O município em que deposito mais esperanças neste repto que agora lanço é o de Penela, mas a ver vamos...

No portal polar (http://www.portalpolar.com/) têm todas as informações necessárias, onde podem acompanhar este projecto desde o início até agora, algo de extremamente interessante de vários pontos de vista.
Para finalizar queria apenas referir um facto pertinente, o de que a Câmara Municipal de Alvaiázere, mais precisamente Tito Morgado nada fez para dar continuidade a esta parceria com a Ano Polar Internacional, será que é mais importante acabar com todos os projectos em que eu estava envolvido enquanto técnico da Câmara Municipal de Alvaiázere do que garantir às gerações mais novas uma educação mais abrangente? Será que as suas posições pessoais têm mesmo de se sobrepor ao interesse público de uma entidade pública tão digna e preponderante para o desenvolvimento local como a Câmara Municipal de Alvaiázere?
É uma questão que deixo no ar, sabendo no entanto que o que eu refiro são factos e contra factos não há argumentos, por mais que custe...




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