quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Agora, mais do que nunca!


Todos os anos publicito esta iniciativa, seja nas redes sociais, seja no azinheiragate. Este ano não é excepção. Este ano, mais do que nunca, impõe-se fazer algo de fundamental, mas para isso é preciso voluntários, seja para ajudar a montar a estrutura a nível regional, seja para, nas semanas em causa, plantar espécies autóctones. Sicó foi também fustigada, portanto aqui e por todo o Portugal importa reflorestar, já que agora há demasiados espaços cinzentos para recuperar e reabilitar. Fica o desafio. Não poderei ser o responsável por esta iniciativa na região de Sicó, já que é-me impossível conjugar com a minha vida profissional, contudo poderei ajudar conforme as minhas disponibilidades. Assim sendo, há que divulgar ao máximo esta iniciativa, de forma a que cidadãos e entidades, públicas e privadas, se envolvam nesta iniciativa crucial para a nossa floresta!

domingo, 15 de outubro de 2017

Quando a cabeça não tem juízo, a educação ambiental é que paga...



Demorei meses até que decidi falar desta questão. Reflecti sem pressas e deixei o tempo fazer o seu trabalho, mas a mágoa continua. O motivo porque apaguei segmentos destas duas fotos deve-se ao facto de não pretender afectar a imagem da entidade em causa, até porque a culpa não é dela, mas sim culpa da malvadez e estupidez humana de uma ovelha negra. Quero apenas mostrar do que se trata, daí mostrar os ecopontos e não o cenário dos mesmos.
Mas comecemos pelo início. Há uns anos adquiri às minhas custas alguns mini-ecopontos, de forma a oferecer a uma determinada entidade, fomentando assim a educação ambiental, senso lato, e a separação de resíduos em termos já mais objectivos. Foram anos de sensibilização e dezenas de pessoas levaram para casa algo de novo, a sensibilização para algo de importante como o é a reciclagem. É uma tarefa que leva o seu tempo, mas que resulta e é gratificante, isso vos posso garantir. Os mais de 200 euros que gastei em 2006 compensaram, pelo menos até determinada altura.
Como em tudo na vida há ovelhas ranhosas, que tentam impedir o avanço civilizacional. A reciclagem é um desses avanços civilizacionais. Durante os anos em que estive naquela entidade, ninguém se interpôs num caminho que consegui trilhar e do qual muito me orgulho. O estatuto que tenho funcionava como protecção aquela medida pedagógica. Apesar desse facto, houve sempre uma ou duas ovelhas ranhosas, que queriam acabar com a reciclagem, estando desejosas que eu me fosse embora dali. E esse dia chegou a determinado momento. Logo que aconteceu, a primeira coisa que essas ovelhas ranhosas fizeram foi transformar dois dos conjuntos de mini-ecopontos em caixotes do lixo, pervertendo algo de tão importante como era a reciclagem. Mas não se ficaram por aí, pois retiraram um papel que apelava à separação de resíduos e até os ímanes do frigorífico, alusivos à reciclagem,   desapareceram. Não é algo que me surpreendeu, já que já tinha ouvido, meses antes, que certa pessoa tinha prometido que ia acabar com a reciclagem, mesmo que não mandasse nada ali (as paredes têm ouvidos e eu oiço-as...). É algo que lamento profundamente. Se há um atestado de ignorância e malvadez passível de apresentar, este é um deles.
Apesar da maioria do pessoal já ter começado a integrar a questão da reciclagem, este acto ignóbil, é um reprocesso civilizacional, que infelizmente afecta negativamente a imagem da entidade em causa.
Há quem saiba do que estou a falar, mas, e a esses, peço que não falem do local onde isto se passa, já que, como já referi, não é ela que tem a culpa. Foi ela aliás que sempre apoiou a reciclagem entre portas. O importante é mesmo fazer-vos reflectir sobre esta questão e, envergonhar quem tomou a iniciativa de acabar com a reciclagem ali, numa de vingança para com a minha pessoa, numa (i)lógica de ressabianismo puro. Trata-se de alguém que só é gente entre aquelas portas, pois fora delas é um zé ninguém. E, diga-se, mesmo lá dentro, é gozado por muitos, tal a infantilidade crónica.
Para terminar, eu não condeno quem não sabe, condeno sim quem não quer saber...

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Não se esqueçam, leiam e dêem a ler!!



Ler a dar a ler, é esse um dos meus lemas. Leiam e dêem a ler, é essa a minha sugestão, a qual faço sistematicamente questão de vos lembrar. Ficam algumas sugestões de mais uns livros e revistas que, recentemente, entraram para a minha biblioteca pessoal. Tudo em bom português, sem abortos ortográficos à mistura. E olhem que oferecer um livro é dos presentes mais úteis que podem dar a quem vos é próximo! Dar um livro é também um acto de amor, o qual deve ser encorajado!
Em cada uma destas sugestões de leitura podemos encontrar temas e questões que só nos enriquecem e que ajudam a que tenhamos uma melhor capacidade de análise  e discernimento perante factos muito importantes, nomeadamente o nosso património e a nossa cultura. Estimular a leitura é importantíssimo!









quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A exposição é uma bela desculpa para conhecerem um belo Museu!


Sou suspeito para falar sobre esta exposição. Digo apenas que uma imagem vale mais do que mil palavras... E têm lá 17 imagens, portanto aproveitem para conhecer o belo Museu Municipal de Alvaiázere! 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O crime ambiental é algo que tem de ser denunciado!


A imagem não é a melhor, mas é a imagem possível, portanto não se admirem ter dificuldade em perceber o que ali está em cima daquele tronco de carvalho. Mas vamos então saber o que aquilo é...
Trata-se de uma bateria de um carro, aberta, que estava escondida dentro do tronco de um carvalho já cortado há algum tempo, que é agora um "bom esconderijo". Porquê? É uma arma que certos covardes utilizam para secar árvores de vizinhos. O ácido sulfúrico faz maravilhas quando se trata de secar árvores saudáveis que estorvam, nomeadamente sobreiros...
Além de representar uma atitude covarde, é algo que polui de forma gravosa, prejudicando-nos a todos!
Sei quem é que fez isto, pois curiosamente, ou não, já estava a acompanhar o indivíduo em causa, concretamente num caso onde já árvores secaram miraculosamente ao pé de um muro feito nos últimos meses pelo próprio, facto que vem mesmo a calhar ao indivíduo em causa.
A ele, a minha promessa de futuras multas ambientais e outras mais, é o mínimo que lhe posso fazer depois desta atitude desprezível e atentatória da saúde pública. E não se trata de saber se, mas sim quando...

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A ameaça chegou a Sicó, estejam atentos por favor!


Nas últimas semanas já foi dada a conhecer, pela imprensa regional, a chegada de mais uma ameaça à biodiversidade regional e mais um problema para os apicultores desta região (como se já não chegassem os incêndios...). O potencial destrutivo deste espécie invasora é terrível, e isso tem também graves impactos económicos, daí a importância de estar atento aos eventuais ninhos de vespa asiática que possam ocorrer neste território. E não inventem, alertem as autorizades! E cuidado com as picadas...
Eu fui das pessoas que foi apanhada quase de surpresa com a chegada da vespa asiática à região de Sicó, já que no início deste mês, quando andava em Alvaiázere a fotografar aspectos geológicos num vale cársico, deparei-me com várias vespas asiáticas, que estavam concentradas numa pia cársica, onde alguma humidade acumulada lhes matava a sede.
Mas atenção, tem havido casos onde se pensa que é a vespa asiática e não é, portanto há que ver com atenção e tirar todas as dúvidas. Não podemos correr o risco de matar espécies naturais destes ecossistemas. Informe-se devidamente, já que informação sobre a vespa asiática não falta.
Se todos estivermos atentos, podemos, juntos, ajudar a mitigar mais esta ameaça ao nosso património e à nossa economia!