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10.4.26

Uma jóia que tem de ser preservada a todo o custo!


Sim, é a nossa jóia. Onde? Algures pela região de Sicó! Palmilhando a região conseguimos perceber a jóia que temos em mãos, aonde vivemos. Porque insistimos em continuar a degradação e destruição desta paisagem de valor excepcional?! Que tal começarmos a passar menos tempo sentados a ver lixo televisivo e a passar mais tempo fora de casa? O desafio está feito e a paisagem de Sicó está à vossa espera. Conhecem bem? Olhem que não, olhem que não...

28.3.25

Aí vão eles pela região de Sicó, felizes !


Esquecendo a parte deles irem em sentido contrário ao que é suposto pela sinalização, é uma imagem interessante esta, a qual captei há poucas semanas na Vila de Ansião. Um jovem casal, estrangeiro, com o seu cão, a fazer turismo de bicicleta na nossa Sicó. Antes tinham estado a comer qualquer coisa num estabelecimento comercial mais acima. 
É uma imagem a partir da qual muito se pode dizer. Eu sou suspeito para falar de bicicletas, pois ando de bicicleta desde criança, seja no dia-a-dia, seja em modo desportivo. Faço-o pelo gosto de andar de bicicleta, de ser e andar feliz da vida e não me preocupo com as aparências que muitos cultivam e fazem questão de, tristemente, perpectuar na (i)lógica do carro, posso e mando. Para muitos andar de bicicleta é para o coitadinho, para o pobre, mas para os outros, como eu, andar de bicicleta é para quem é racional, para quem gosta de usar outros meios de transporte além do carro e para quem não faz sentido andar às voltas e voltinhas para mostrar o carro. Nas várias profissões que já tive, em quase todas elas usava a bicicleta, dependendo, claro, da distância. Até já conjuguei a bicicleta com o expresso, quando dei aulas na Universidade de Lisboa. Eficaz, rápida no trânsito e nas distâncias curtas e até médias, e algo que nos cria um sorriso na cara e nos permite absorver tudo o que vemos em redor.
Mas voltando atrás, aos turistas. É comum ver turistas em Sicó de bicicleta, umas vezes turismo mais na onda desportiva, outras vezes turismo na onda de lazer. Eu ando a trabalhar num projecto ligado a bicicletas e turismo, só ainda não avançou porque não consegui patrocínios. Uns disseram que o projecto era interessante mas não estavam interessados outros que o projecto era interessante mas que neste momento queriam focar-se apenas em quem já patrocinavam (sugerindo uma espécie de crise económica) e outros disseram que era interessante, mas que não patrocinavam, podiam apenas ceder uma bicicleta, facto que não me  entusiasmou porque afinal tenho 6 bicicletas, portanto já estou bem servido. Talvez este ano, e mesmo sem patrocínios, inicie a aventura num outro formato, adaptado à falta de patrocínios. É algo que nunca foi tentado, portanto sei que terá sucesso. 
Isto tudo porquê? Bem, porque se trata de uma fileira económica muito interessante por explorar em Portugal, Sicó incluída. Está dito e mais não digo, pois daqui a uns tempos terão novidades... 

 

10.11.23

Afirmar que é medíocre até é um elogio...


Nesta primeira imagem está algo que não é medíocre e que foi feito há cerca de 16 anos por duas jovens que estavam a estagiar na Câmara Municipal de Alvaiázere, julgo que em turismo. Na altura pediram-me ajuda para elaborar um pequeno livro de apoio a turistas, com percursos pedestres e tudo. Material que cedi gratuitamente e que elas organizaram depois de umas dicas. Para a altura, até era algo à frente no seu tempo e que ainda hoje as deve orgulhar.
Mas acaba aqui a parte que não inclui uma inacreditável mediocridade no domínio dos conteúdos turísticos. Consultei mais uma vez o site da Câmara Municipal de Alvaiázere para ver o que tinha sobre turismo. E fiquei perplexo com o que vi...
Informação escassa e mal estruturada. E não é por falta de "matéria-prima" nem de locais turísticos ou de património natural. Consultei também a carta turística e quem percebe minimamente de SIG´s vê que aqueles conteúdos são dos primórdios dos SIG. Não há técnicos competentes para fazer conteúdos de qualidade e actuais?
Mas há algo que me revolta profundamente, ou seja o facto de, alegadamente, copiarem, e mal, o meu trabalho. Quem diz que aquele megalapiás é o "Homem Velho" é porque das duas uma, ou não é sério ou copia mal, já que na minha tese de mestrado baptizei outro megalapiás como "Homem Velho", sendo que o da imagem mais abaixo é afinal o "Tochas". Ao menos inventavam outro nome que não estivesse incluído nos vários lapiás que baptizei (após ter falado com residentes e perceber que não tinham nomes dados). Há duas coisas que abomino, incompetência e plagiar o trabalho alheio. E o incrível é que eu disse que podiam utilizar gratuitamente todo o trabalho, sendo que citar o meu nome seria apenas o que é de esperar quando se usa o trabalho de alguém. 
Podem perceber melhor do que falo aqui e aqui
Mas não me admira tudo isto, já que o que o autarca alvaiazerense apoia de forma firme uma mina de caulinos, projecto que caso vá em frente, destruirá boa parte da actividade turística (e não só...) em Alvaiázere e da própria região de Sicó.








 

17.4.23

O pessoal avisa e eles... continuam a ignorar!

Estas imagens são datadas de Fevereiro deste ano, aquando de mais uma visita à aldeia dos Poios, Pombal. Os painéis devem ter poucos meses, portanto o comentário que faço agora enquadra-se bem. Há anos a fio que eu e outros apaixonados por Sicó fazemos estes alertas, sobre más práticas nos painéis como este que as fotografias mostram. Tristemente continua a insistir-se nas "traduções" à Google translator, ou seja uma autêntica borrada e uma ofensa aos profissionais da tradução. Custa assim tanto investir  umas dezenas de euros nos serviços de um tradutor profissional e fazer o serviço bem feito? Vejam a terceira imagem para ver esta bela "tradução".

Segue-se algo que alguns podem considerar um pormenor, mas que eu não considero um pormenor, muito pelo contrário. Falo, claro, daquela imagem que mostra dois moinhos de vento, um em metal, outro em madeira, ambos em más condições, para não dizer outra coisa. Será isto um bom cartão de visita?

Façam-me um favor, acabem com este amadorismo de uma vez por todas!!! Temos de ser competentes e ter brio no que fazemos em prol da região de Sicó, senão não saímos da cepa torta. E isto numa região com um potencial excepcional!




 

4.4.23

Não sei se hei-de rir, se hei de chorar com este caso: um dejá vu previsível...



Foi em 2011 que fui surpreendido por algo que não lembra a ninguém, pelo menos num país de gente competente. Nessa altura um trabalho que eu tinha elaborado no âmbito da minha tese de mestrado, foi utilizado por uma autarquia. Até aqui tudo bem, já que o trabalho em causa foi dedicado às gentes de Alvaiázere e Ansião, dado o facto da área que estudei se localizar em ambos os municípios. A questão é que o meu trabalho não foi referenciado como a base daquele percurso pedestre, facto que o torna um alegado plágio que em 2011 denunciei aqui. Mais abaixo têm em destaque as páginas da tese onde apresentei o percurso pedestre em causa. A situação nunca foi regularizada nem me foi apresentado um pedido de desculpas.

Mal eu sabia que em 2022 a novela ia ter continuidade. Desta vez o que aconteceu é o que podem observar nas primeiras três imagens. O que é que tem? Bem, primeiro o meu trabalho não é referenciado. Segundo, trata-se de um projecto que envolveu fundos nacionais. Terceiro, tendo parte dos conteúdos sido alegadamente copiados, estes foram mal copiados. A placa que se vê na imagem pretende destacar um megalapiás que não corresponde ao que está à frente deste, o qual foi baptizado como o "tochas". O "homem velho" é outro, situado mais abaixo e que na altura que tirei esta foto nem acesso tinha. Podem ver nas imagens abaixo os nomes dos megalapiás daquela área.

E a tradução com a ajuda do "tradutor" do google está um mimo... Nunca mais aprendem a utilizar os serviços de tradutores a sério. E com os termos científicos é de bradar aos céus este tipo de "tradução"...

Depois admiram-se com a migração ou emigração dos jovens qualificados naturais da região, que vão para outras paragens. Sorte em sobreviver aqui.





 

23.6.22

Marketing territorial gratuito para a "minha" bela Sicó!



Há quem possa dizer que vale o que vale, e que é apenas uma migalha. Concordo, contudo lembremo-nos que um pão é constituído por milhares de migalhas. Trocadilho à parte, há poucos dias surgiu na minha conta do Instagram um "alerta" especial, relacionado com uma das minhas publicações. Neste caso foi uma publicação sobre um comentário que fiz, ilustrado com uma bela fotografia (modéstia à parte), a qual chamou à atenção quem o partilhou. Vale o que vale, mas isto pode ser mais uma muito pequena ajuda no marketing territorial da região e concretamente de Alvaiázere. E isto sem custos associados nem campanhas publicitárias. Foi apenas algo feito por carolice e pelo gosto de quem gosta da região e de Alvaiázere. E há quem seja pago para fazer isto sem que chegue longe, imagine-se...
Já não é a primeira vez que isto aconteceu. A última vez foi através de uma outra publicação que fiz, sobre uma corrida de carrinhos de rolamentos em Pombal. Uma foto chegou à televisão, através de um programa da RTP2, também à conta da minha conta do Instagram. A ironia disto é que consigo fazer isto à conta da minha carolice e do meu tempo livre. Imaginem que fosse pago para fazer isto, onde chegaria... Qual a ironia? Bem, a ironia é que nunca consegui, até hoje, qualquer aprovação de projecto na região de Sicó nem fui convidado para trabalhar nestes domínios. Isto ao mesmo tempo que outros, menos bem preparados, são pagos e convidados para trabalhar estes domínios. E a probabilidade de eu poder vir a trabalhar naquilo que mais gosto na região que mais gosto e da qual sou originário é cada vez menor...

 

12.5.22

Período paleontológico?!

Há poucos dias alertaram-me para algo que me levou a ficar perplexo quando li tal coisa. Já levo uns anitos destas lides e confesso que não me lembro de ter visto uma gralha destas em lado algum...

Mas vamos aos factos. Consta nas páginas sociais do Município de Pombal uma publicação relacionada com o turismo e sobre uma visita de um elemento do INATEL a Pombal, de forma a conhecer o património cultural material e imaterial do concelho de Pombal. A determinado momento surge algo que causa perplexidade a qualquer técnico das geociências e não só. Fala-se no "Período Paleontológico"...

Eu devo andar desatento, já que desconheço completamente o que é o "Período Paleontológico". Ainda fui ver a tabela cronoestratigráfica mais recente, a ver se me tinha passado ao lado alguma novidade na mesma, contudo está tudo em ordem, menos o tal Período Paleontológico... Por isso mesmo, gostava que a Câmara Municipal de Pombal me pudesse esclarecer o que será afinal o Período Paleontológico. 

Claro que não é preciso esclarecer, já que é uma gralha/falha, grave, daí ser necessário corrigir tal gralha/falha, seja nas redes sociais, seja nos roteiros turísticos impressos. Não é admissível uma gralha/falha destas. Quando se elabora um texto, este tem de ser revisto, seja pelo autor, seja por outro técnico, de forma a que seja tudo visto e revisto devidamente. E, diga-se, gralhas deste tipo são a regra, não a excepção... E, talvez, o mais grave é o facto de não raras vezes estas gralhas/falhas terem como origem técnicos superiores....

Assim sendo, e feito o alerta, fica a nota para que todas as entidades públicas, e não só, sejam profissionais, evitando falhas destas, além de outras que já aqui destaquei, caso de "traduções" à google translator, para painéis turísticos, e não só. 

E lembrem-se, apontar estes erros é ajudar a resolver problemas/falhas e afins! Sicó agradece!!

27.3.22

A diferença entre o sucesso e insucesso de Sicó passa por aqui...




Decorreu este mês mais uma BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa, montra para o turismo português, para Portugal e para tantas regiões e patrimónios localizados nas mesmas. Sicó deveria ser uma destas regiões a estar presente na BTL com um expositor próprio. Infelizmente não esteve presente, pois quem esteve presente foi por exemplo a Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, com um expositor que focava o belo Museu POROS. Esteve também presente a Comunidade Intermunicipal Região de Leiria. Ansião marcou presença, sem expositor próprio e Soure marcou presença através da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, tal como Penela. Pombal esteve, genericamente falando, ausente, apesar de ter visitado institucionalmente o evento. Alvaiázere marcou presença através do Turismo de Portugal. 
O que é que isto nos diz? Bem, diz que o que há tantos anos a Terras de Sicó afirma e publicita não passa de um rascunho, ou seja que Sicó enquanto região turística por si mesma é inexistente. Aquela conversa que nos vendem há tantos anos não corresponde à realidade. Se correspondesse à realidade e a um projecto real, teríamos um stand próprio da região de Sicó, onde estariam presentes todas as muitas riquezas e atracções que Sicó tem para apresentar a turistas nacionais e internacionais. Haverá maior prova da inaptidão da Terras de Sicó na projecção de Sicó enquanto região com uma identidade, cársica, especial? Temos um Sítio RN2000 - Sicó/Alvaiázere, temos um (mau) projecto para uma paisagem protegida, temos pontos de interesse turísticos Q.B. e não temos ainda uma identidade Sicó que valorize a região e com isso todos os municípios de Sicó? Porquê?! A resposta não é fácil e tem raízes profundas, mas se tivesse de resumir numa palavra a resposta a esta questão, diria "capelinhas". Há poucas semanas estive com um ex autarca e ele acabou por mostrar o que eu referir atrás, já que ele disse algo como isto: "ah, eu gosto muito dos meus vizinhos mas eu sou mais importante do que eles". Uma afirmação destas ilustra bem o porquê dos sucessivos falhanços em termos de desenvolvimento territorial, onde cada um quer ter a sua piscina, o seu campo de futebol, a sua zona industrial, a sua auto-estrada, etc. Nunca se pode pensar assim, já que se os nossos vizinhos não estão bem, nós também não estaremos. Sicó é uma região com características próprias, portanto estar a querer inventar a roda em cada um dos municípios em separado é um tiro no pé.
Como é possível por exemplo a Praia das Rocas ter um expositor (muito bem!) e Sicó não ter um expositor próprio?!
Não é por acaso que há uns tempos li uma entrevista a um jovem empreendedor onde este se queixava que não conseguia vender o destino turístico Sicó lá fora. Como é óbvio, não consegue, já que quem deveria fazer esse trabalho não o fez. É um trabalho que demora anos a fazer, mas que, bem planeado terá efeitos muito positivos. E até que esse trabalho seja eventualmente feito, passarão mais uns anitos, os quais atrasarão ainda mais a região de Sicó. Tal como eu referi há alguns dias noutro comentário, os anteriores autarcas, bem como alguns dos actuais, pensam ainda em focar a sua estratégia em... zonas industriais, relegando esta questão para segundo plano...
E o triste é que temos tudo para ter sucesso, já que temos profissionais capacitados, gente de grande valia, capazes de esboçar um projecto "Sicó turística", riquezas patrimoniais que sustentem uma estratégia turística de sucesso. Falta o essencial, mudar o paradigma, mudar as mentalidades e acabar com as capelinhas e vícios associados, que tanto têm atrasado Sicó na senda do desenvolvimento territorial.
Não podemos ser uns paninhos quentes e ter receio de falar dos factos, já que assim seremos cúmplices no atraso de Sicó...

 

5.9.21

Pode parecer que fiquei contente, contudo...


Foi há uns dias que um grande amigo meu me enviou esta fotografia através do telemóvel, depois de a ter conseguido tirar rapidamente, com o seu telemóvel, quando a viu numa televisão, talvez no Porto. Fiquei feliz por ele se ter lembrado de mim ao ver a reportagem da RTP sobre Sicó e sobre um dos seus locais de interesse geológico. Afinal tratava-se da minha região e de algo que me diz respeito enquanto geógrafo físico, com experiência nestas lides. 
Contudo, e após esta alegria, veio uma sensação de preocupação. É impossível fugir ao cerne da questão, já que o património geológico, geomorfológico, paleontológico e afins é ainda menosprezado na região de Sicó. Focando o Vale das Buracas, ou Buracas do Camilo, não é nova a minha preocupação pelo facto de este local de interesse geomorfológico não ter ainda o que é mais básico, ou seja um plano de gestão específico. E um plano de gestão não é nenhum painel...
há muitos anos que ando a sublinhar a importância de trabalhar algo que não está de todo trabalhado. Já apresentei propostas concretas a quem de direito, entidades várias, mas até agora nada de nada... E se o fluxo de turistas aumentar sem as regras estarem definidas, vamos ter ainda mais problemas dos que já temos com poucos turistas.
Mas voltando às Buracas do Camilo, como podem continuar a não impedir que certos acéfalos façam fogueiras nas Buracas do Camilo, que grafite as mesmas e que façam deste local excepcional um local para vândalos destruir o que temos de melhor?!
E não ousem dizer que ninguém vos avisou, já que eu e outros mais, associações incluídas (ex. Grupo Protecção Sicó e Al-Baiaz) já andamos a alertar há muitos anos... Não ousem dizer que não há especialistas na região, já que os há... Temos tudo, falta mudar mentalidades que teimam em não pensar diferente do que se pensa há demasiados anos! E sem esta mudança de mentalidades e paradigma, de pouco vale o muito que temos...

4.12.18

Lembram-se?


No início de Agosto deste ano fiz um comentário centrado na temática das fontes públicas, nomeadamente da sua importância para quem nos visita, especialmente no Verão, onde a água é lembrada por todos como um recurso fundamental à nossa sobrevivência. Agora, e quando andava a programar os próximos comentários no azinheiragate, dei com esta fotografia, a qual já estava meia esquecida nos arquivos (preferi esperar para voltar ao tema, já que há que lembrar que daqui a uns meses o Verão volta...). Tem três curiosidades, a primeira é que foca precisamente o tema em análise e a segunda é que foi tirada apenas 6 dias depois do comentário acima referido. Já a terceira é uma curiosidade curiosa, passe o pleonasmo. É que este ciclista/turista estrangeiro que passou pela região de Sicó, neste dia por Ansião, entrou, sem se aperceber, pelo percurso dos carros alegóricos, nas Festas do Concelho, e só quando chegou frente à Câmara é que percebeu que estava a mais, tendo saído rapidamente do percurso.
Os registos fotográficos permitem várias coisas, congelar no tempo momentos e ajudar a monitorizar aspectos curiosos que, por vezes, validam o que muitos de nós afirmam. O que vale é que os discos externos permitem guardar milhares de fotografias...