4.9.25
1.4.25
1.11.24
14.10.24
Inauguração da Sede da Al-Baiaz
5.10.24
Não foi por mero acaso, foi um caminho trilhado com muita persistência e dedicação!
1.10.24
27.8.24
Vamos a um piquenique para conviver e debater os projectos de prospecção e pesquisa de areias siliciosas e argilas especiais?
26.2.24
10.1.24
16.12.23
Abater árvores autóctones? Falem com os especialistas, em Alvaiázere...
Quando fui alertado para esta situação acreditei e não fiquei nada surpreendido, já que afinal é em Alvaiázere, onde o abate de árvores autóctones é comum e tem longa tradição. Desta vez foi, como de costume, num local idílico, com a desculpa esfarrapada das faixas de protecção de incêndios. Afectou-se a galeria ripícula e não só, foi tudo a eito a regra e esquadro. Quem mandou fazer esta besteira nunca deve ter visto os incêndios que ali costumam ser recorrentes, os quais não queimam a galeria ripícula. Num dos últimos incêndios que ali andei, enquanto BV, ardeu tudo menos a galeria ripícula. O que fizeram aqui foi uma burrice chapada que vai ter o efeito inverso. Além de não servir para proteger nada, vai facilitar ainda mais a expansão das invasoras e exóticas naquele local, inclusivamente na galeria ripícula. Será que esta gente não estuda isto?! Isto é básico!!!
Relativamente a esta questão da parolice das faixas a regra e esquadro, onde a regra é arrasar tudo sem critério, é algo de infelizmente comum, este é apenas mais um lamentável exemplo que em nada dignifica os organismos estatais e locais.
Sinto vergonha de ver mais este atentado à biodiversidade, já devidamente denunciado por outra pessoa que valoriza o património arbóreo. Sinto vergonha do que esta gente está a fazer ao país e à região a todos os níveis. Ganhem vergonha na cara!
18.11.23
Gráficos chocantes para reflectir sobre demografia e tudo mais...
10.11.23
Afirmar que é medíocre até é um elogio...
13.10.23
9.10.23
Falar do património natural de Sicó lá fora!
4.10.23
Uma mina a céu aberto, em Rede Natura 2000? Sim, o autarca de Alvaiázere, alegado defensor da biodiversidade, apoia!
1.10.23
4.4.23
Não sei se hei-de rir, se hei de chorar com este caso: um dejá vu previsível...
Foi em 2011 que fui surpreendido por algo que não lembra a ninguém, pelo menos num país de gente competente. Nessa altura um trabalho que eu tinha elaborado no âmbito da minha tese de mestrado, foi utilizado por uma autarquia. Até aqui tudo bem, já que o trabalho em causa foi dedicado às gentes de Alvaiázere e Ansião, dado o facto da área que estudei se localizar em ambos os municípios. A questão é que o meu trabalho não foi referenciado como a base daquele percurso pedestre, facto que o torna um alegado plágio que em 2011 denunciei aqui. Mais abaixo têm em destaque as páginas da tese onde apresentei o percurso pedestre em causa. A situação nunca foi regularizada nem me foi apresentado um pedido de desculpas.
Mal eu sabia que em 2022 a novela ia ter continuidade. Desta vez o que aconteceu é o que podem observar nas primeiras três imagens. O que é que tem? Bem, primeiro o meu trabalho não é referenciado. Segundo, trata-se de um projecto que envolveu fundos nacionais. Terceiro, tendo parte dos conteúdos sido alegadamente copiados, estes foram mal copiados. A placa que se vê na imagem pretende destacar um megalapiás que não corresponde ao que está à frente deste, o qual foi baptizado como o "tochas". O "homem velho" é outro, situado mais abaixo e que na altura que tirei esta foto nem acesso tinha. Podem ver nas imagens abaixo os nomes dos megalapiás daquela área.
E a tradução com a ajuda do "tradutor" do google está um mimo... Nunca mais aprendem a utilizar os serviços de tradutores a sério. E com os termos científicos é de bradar aos céus este tipo de "tradução"...
Depois admiram-se com a migração ou emigração dos jovens qualificados naturais da região, que vão para outras paragens. Sorte em sobreviver aqui.
24.3.23
Fui lá e... uau!!!
Já aqui tinha falado deste notável projecto, onde se pegou numa ruína sem vida de uma igreja e se fez algo de inovador e belo. Quando o fiz, ainda não tinha feito a necessária visita e socorri-me de fotografias que me foram enviadas por uma das pessoas que tem o mérito do projecto em causa. Nessa altura a minha intenção era fundamentalmente ajudar a divulgar a nível nacional este projecto, algo que consegui, já que quando é necessário consigo levar bem longe estas notícias, através da minha rede de amigos/contactos.
Contudo faltava-me ir ao local ver com os meus olhos e sentir o local novamente vivo. Dantes era uma mera ruína que víamos ao passar na estrada à entrada de Almoster, Alvaiázere. Agora é algo bem diferente.
Fiz uma visita no início do ano e tive a sorte de estar ali sozinho, facto que possibilita sentir o local e desfrutar sem interferências e com os sentidos bem atentos. Foi uma experiência notável e a confirmação do que já sabia, ou seja que se trata de algo excepcional e que merece várias visitas. Já me imagino ali sentado a ler um livro ou a assistir a algum evento cultural. Não me canso de repetir que este projecto é algo de categoria nacional e que merece ser divulgado e usufruído. Agora toca a visitar Almoster e este local mágico em especial. E eu, que nem sou religioso, recomendo vivamente a que ali vão. Não tem nada a ver com religião, mas sim com beleza, com património e outras coisas mais. Há muito para absorver. A religião obviamente que faz parte da história.






































