27.4.26
Queremos mesmo perder isto?
19.4.26
Não terem comemorado o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é preocupante...
10.4.26
Uma jóia que tem de ser preservada a todo o custo!
5.4.26
A vida no campo
23.3.26
É fundamental termos disponível nas bancas a imprensa local! É inaceitável não termos!!
9.3.26
Novas datas para o 11º Curso de Iniciação à Espeleologia, Nível II
28.1.26
Sicó precisa de um geoportal dos baldios!
Nos últimos anos tenho acompanhado de perto, através de pessoas ligadas a projectos vários, um projecto particularmente interessante, no Minho, no qual já tive a honra de ser convidado, enquanto geógrafo, a testar/validar uma proposta de actividade inovadora. Isto porque já há vários anos que falo na questão dos baldios de Sicó, especialmente no facto de desconhecermos as áreas respectivas dos baldios nos vários municípios da região de Sicó. Mesmo nos geoportais municipais, a informação sobre os baldios não existe, restando saber porquê e porque ainda nada foi feito para que se conheça os mesmos e o que se faz nos mesmos, já que é do interesse público.
Deixo, por isso, o desafio à Terras de Sicó e aos municípios de criarem uma plataforma dedicada aos baldios da região de Sicó.
Transcrevo um resumo presente no site do geoportal dos Baldios do Minho:
"ACTIVIDADE 7.5.2. Criação e dinamização de Plataforma e Rede Digital Colaborativa - Geoportal dos Baldios do Minho [ALTO MINHO, CÁVADO, AVE]
Projectos de inovação social e dinamização económica, aliando o conhecimento técnico-científico e a sabedoria local, fomentam a capacitação e revitalização de sistemas socio-ecológicos, melhorando a habitabilidade e sustentabilidade locais. Plataformas digitais, como um Geoportal, integram dados de diversas áreas de espaços comunitários, facilitam a análise e desenvolvimento de propostas para melhorar a produção agro-silvo-pastoril, actividades culturais e turísticas, e incentivam a fixação de jovens. Nesse sentido, visa-se criar e dinamizar uma Plataforma e Rede Digital Colaborativa dos Baldios – Geoportal dos Baldios do Minho - com a recolha, processamento e partilha de dados espaciais, para suporte à decisão, bem como promoção e disseminação de boas práticas das comunidades locais."
5.11.25
O belo saco do pão! A bela trapologia!
23.10.25
Desafiar o paradigma da mobilidade!
27.9.25
São bonitas, não há outra forma de o dizer!
9.9.25
Parabéns a quem nos traz alegria com estas obras de arte urbana!
Deparei-me com estes locais em tempos diferentes, tendo guardado as imagens para mais tarde falar do tema. Chegou o dia e uso agora 3 das várias imagens que tenho nos arquivos, de 3 locais diferentes, dois são paredes de casas e um é um extenso mural artístico. Em qualquer um destes é uma alegria por ali passar e ficar com um riso na cara, pois é algo bonito de se ver e algo que várias pessoas fizeram questão e criar, daí as felicitar, já que estas obras de arte urbana enriquecem a paisagem urbana de Ansião. Mais simples ou mais complexas, todas elas são uma maravilha de se ver!
14.8.25
São muitas e bonitas!
28.7.25
Aves da nossa Sicó!
Quem tem a felicidade de poder fazer trabalho de campo, tal como os geógrafos o podem fazer, sabe que é algo de extraordinário, já que podemos andar fora do escritório a sentir o território e observar tudo o que há de maravilhoso para ver. E quanto mais andarmos, mais vemos.
Este comentário serve para destacar as aves que tenho visto, umas pequenas e difíceis de ver, outras grandes e fáceis de ver. Nos últimos tempos tenho visto de tudo e ficado maravilhado. Há alguns episódios que mais tarde irei destacar, já que nunca tinha visto tal coisa, maravilhosa!
Depois de anos onde alguns caçadores sem escrúpulos abatiam tudo o que voava e onde águias, milhafres e outros quase desapareceram, estas têm recuperado a olhos vistos. Ter esquilos para caçar também tem ajudado à recuperação, pois o alimento é fundamental. E os esquilos estão bem espalhados por aí.
19.7.25
Não nos resignemos, resinemos!
Aos poucos a resinagem vai recuperando, mesmo que ainda seja incipiente. Palmilhar o território permite-nos constatar o estado das coisas e fazer uma análise muito completa.
Lembro-me bem dos tempos de infância, na década de 80, onde o pinhal tinha uma boa expressão na região de Sicó e a resinagem ainda tinha algum peso. Era comum ver este cenário e ir às serrações onde os pinheiros eram cortados para tábuas. O cheiro era inesquecível. Depois veio a praga do eucalipto e foi o que é conhecido, destruição da floresta e prol de uma monocultura destruidora de tudo, solos, biodiversidade e que potenciou a piromania e a preguiça de cuidar dos terrenos.
Temos de reduzir a área de eucaliptal. Plantar pinhal é uma ajuda. Resina, madeira, pinhas, etc. Porque a floresta faz-se de diversidade, não da monocultura do eucalipto!
































