19.9.26
Antes de lerem o comentário, tentem perceber pela fotografia onde está o erro!
14.9.26
As Jornadas Europeias do Património pela mão da Al-Baiaz
Fonte: Al-Baiaz
10.9.26
5.9.26
Nunca o foi! E, diga-se, a intenção nunca foi essa...
Tendo sido um local privilegiado das minhas brincadeiras de miúdo, é um local que me diz muito e que conheço particularmente bem. Onde dantes havia um lagar, derrubou-se integralmente o edifício para dar lugar a um mamarracho. Já leva quase duas décadas de fingir que é um centro de interpretação ambiental.
Lembro-me bem do dia em que foram lá a casa para manifestar o interesse na compra do terreno ali ao lado, já que estavam a comprar todos os terrenos para o projecto maior. Já na altura diziam que era para depois fazer um restaurante (mal sabiam em quem eu me iria tornar...). Mas a jogada era outra, ir buscar fundos comunitários com a "cenoura" do centro de interpretação ambiental, para depois ter ali outra coisa.
Em vez de recuperarem o edifício do lagar e integrar o mesmo de acordo com um verdadeiro centro de interpretação ambiental, arrasaram um edifício histórico. Em vez de fazerem um projecto bem pensado, fizeram um projecto cheio de erros básicos. Diziam que iam fazer um espelho de água sem saber do que falavam. Um pequeno lago de lodo, temporário, foi o melhor que conseguiram fazer. Tristemente recentemente voltaram à carga, com a ideia imbecil de uma praia fluvial, a qual farei questão que não vá em frente.
E, infelizmente, a ameaça é mais vasta, mas brevemente irei debruçar-me sobre a mesma. O nosso património natural não é para destroçar, Ansião não é um circo, mas sim um território valioso que importa valorizar, não degradar e destruir só para mostrar trabalho e estoirar milhões só porque sim.
Quanto à ultima fotografia e ao facto de ter o dedo a tapar, foi para tapar um erro, pois quando se trata de um licenciado, o prefixo é "Lic.". "Dr" é o prefixo para quem tem doutoramento.
1.9.26
27.8.26
Lembrar 2025 para que em 2027 todos saibam a jóia que Ansião tem para todos verem!
22.8.26
Menos algoritmos, mais livros!
A primeira guerra mundial e as suas origens começam a ficar esquecidas para alguns ignorantes que vão na conversa do bandido, daí ser importante conhecer e não deixar esquecer as coisas más que causam tanto mal a este mundo. Porque estas ideologias estão a voltar às lides, nada como atacar o problema como conhecimento e com livros, os quais são a melhor arma!
Finalizo com uma revista já vossa conhecida, pois sempre que sai um novo número, trago-o aqui. O meu francês está a voltar a melhorar, isso é certo!
18.8.26
Vai ali uma vida, sabiam?
13.8.26
Ao menos limpem o lixo que veio da vossa propriedade!
9.8.26
A (i)lógica do ressabiado do "João Ancião"...
4.8.26
Partilhar conhecimento sobre temas complexos é um prazer!
1.8.26
27.7.26
Para sensibilizar é, primeiro, preciso saber...
Não é que não esperasse, já que é infelizmente comum neste tipo de acções o que se constata nas imagens. Uma acção de sensibilização ambiental ocorrida em Março a poucas dezenas de metros da nascente do Nabão, onde o foco foram as árvores, que, como se vê nas imagens, valeu de pouco, já que a esmagadora maioria das árvores ali colocadas, de forma a substituir as árvores caídas no final de Janeiro, devido à tempestade, está... seca. Ainda mais estranho é o facto da Associação Florestal de Ansião ter também participado e não se ver aqui muito do seu conhecimento técnico, o qual evitaria este desfecho. O que vão pensar os adultos e crianças que plantaram estas árvores quando as virem... secas? Ficarão sensibilizados por ver que o que fizeram afinal não valeu para nada?
Falhou a acção de sensibilização e fica por saber quantas das 140 árvores plantadas estão vivas... É que a sensibilização ambiental não serve apenas para reunir umas pessoas, tirar umas fotografias bonitas e para o show off. Para sensibilizar há que saber o que se faz. E quando o que se faz não é bem feito, alguma coisa falhou... E pela experiência que tenho enquanto educador ambiental, vejo claramente que muito falhou ali!
22.7.26
A esperança média de vida deles é curta, sabiam?
18.7.26
E o bacalhau quer... livros!
Trata-se de um livro sobre a história de um continente muito castigado a todos os níveis. Gostei do que vi, ao analisar por alto os conteúdos deste belo livro, daí ter vindo comigo. Agora tenho de descobrir o volume I, o qual não estava ao pé deste. São muitas páginas para ler, portanto este sei que será um livro só para quando tiver assim uns dias valentes para ler e absorver, pois ler rápido não é nada positivo quando queremos absorver a escrita.
Agora uma revista, em francês, com temas que me interessam e que me ajudam a desenferrujar o francês. Trata-se de uma nova revista que agora conheci.
Agora toca a ler. E se forem perseguidos ou azucrinados por algum chegasno, agitem um livro no ar que eles fogem a sete pés!
14.7.26
Parti a loiça toda, portanto preciso de um ceramicão: vamos criar ceramicões em todas as freguesias da região de Sicó?
Foi em Janeiro de 2025 que li um artigo do Jornal de Leiria que me entusiasmou, dado que era sobre uma velha questão que me assombrava há muitos anos, ou seja o facto de não haver reciclagem para aqueles pratos, canecas e outras cerâmicas que, quando partidas, não tinham outro local para ir que não o aterro. Para mim isto era e é absurdo, ainda mais sabendo que temos de reduzir a extracção de recursos geológicos e a reciclagem desta tipologia de resíduos é uma das soluções para isso mesmo.
Solução que, aliás, apresentei a uma empresa que há 2 anos andou a rondar Ansião e Alvaiázere para tentar criar ali minas de extracção de areias e argilas, precisamente para produção de cerâmica. Essa empresa respondeu que não estava interessada e levou a resposta que nós também não estávamos interessados em ter uma empresa a abrir buracos na nossa terra quando podia criar uma fileira de reciclagem de resíduos cerâmicos.
9.7.26
Foi há 1 ano que um festival mágico nasceu!
5.7.26
1.7.26
Ganhem asas e venham assistir a uma palestra à maneira!

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