4.8.26
Partilhar conhecimento sobre temas complexos é um prazer!
1.8.26
27.7.26
Para sensibilizar é, primeiro, preciso saber...
Não é que não esperasse, já que é infelizmente comum neste tipo de acções o que se constata nas imagens. Uma acção de sensibilização ambiental ocorrida em Março a poucas dezenas de metros da nascente do Nabão, onde o foco foram as árvores, que, como se vê nas imagens, valeu de pouco, já que a esmagadora maioria das árvores ali colocadas, de forma a substituir as árvores caídas no final de Janeiro, devido à tempestade, está... seca. Ainda mais estranho é o facto da Associação Florestal de Ansião ter também participado e não se ver aqui muito do seu conhecimento técnico, o qual evitaria este desfecho. O que vão pensar os adultos e crianças que plantaram estas árvores quando as virem... secas? Ficarão sensibilizados por ver que o que fizeram afinal não valeu para nada?
Falhou a acção de sensibilização e fica por saber quantas das 140 árvores plantadas estão vivas... É que a sensibilização ambiental não serve apenas para reunir umas pessoas, tirar umas fotografias bonitas e para o show off. Para sensibilizar há que saber o que se faz. E quando o que se faz não é bem feito, alguma coisa falhou... E pela experiência que tenho enquanto educador ambiental, vejo claramente que muito falhou ali!
22.7.26
A esperança média de vida deles é curta, sabiam?
18.7.26
E o bacalhau quer... livros!
Trata-se de um livro sobre a história de um continente muito castigado a todos os níveis. Gostei do que vi, ao analisar por alto os conteúdos deste belo livro, daí ter vindo comigo. Agora tenho de descobrir o volume I, o qual não estava ao pé deste. São muitas páginas para ler, portanto este sei que será um livro só para quando tiver assim uns dias valentes para ler e absorver, pois ler rápido não é nada positivo quando queremos absorver a escrita.
Agora duas revistas, em francês, em temas que me interessam e que me ajudam a desenferrujar o francês. A primeira é já vossa conhecida, saindo a cada dois meses. Já a segunda, é novidade e trouxe este número, já que se revelou bastante interessante.
Agora toca a ler. E se forem perseguidos ou azucrinados por algum chegasno, agitem um livro no ar que eles fogem a sete pés!
14.7.26
Parti a loiça toda, portanto preciso de um ceramicão: vamos criar ceramicões em todas as freguesias da região de Sicó?
Foi em Janeiro de 2025 que li um artigo do Jornal de Leiria que me entusiasmou, dado que era sobre uma velha questão que me assombrava há muitos anos, ou seja o facto de não haver reciclagem para aqueles pratos, canecas e outras cerâmicas que, quando partidas, não tinham outro local para ir que não o aterro. Para mim isto era e é absurdo, ainda mais sabendo que temos de reduzir a extracção de recursos geológicos e a reciclagem desta tipologia de resíduos é uma das soluções para isso mesmo.
Solução que, aliás, apresentei a uma empresa que há 2 anos andou a rondar Ansião e Alvaiázere para tentar criar ali minas de extracção de areias e argilas, precisamente para produção de cerâmica. Essa empresa respondeu que não estava interessada e levou a resposta que nós também não estávamos interessados em ter uma empresa a abrir buracos na nossa terra quando podia criar uma fileira de reciclagem de resíduos cerâmicos.
9.7.26
Foi há 1 ano que um festival mágico nasceu!
1.7.26
Ganhem asas e venham assistir a uma palestra à maneira!
26.6.26
Imperdível!
17.6.26
O prazer de... ler!
13.6.26
Muito preocupante!!!
8.6.26
Palestra das Jornadas Europeias de Arqueologia!
Informação via Al-Baiaz:
"Estimad@s associad@s e amig@s
A Al-Baiӓz – Associação de Defesa do Património vai participar nas Jornadas Europeias de Arqueologia com uma palestra “Entre Vales e Serras: Revisitando o Património Arqueológico do Norte do Distrito de Leiria”.
As Jornadas Europeias de Arqueologia decorrem entre os dias 12 e 15 de junho a nível europeu, este ano sob o tema “Arqueologia a Acontecer”, tendo como foco principal a Arqueologia preventiva e o seu papel na proteção e salvaguarda do Património Arqueológico. Em Portugal estas jornadas são organizadas pelo Património Cultural, IP.
A convite deste Instituto a Al-Baiӓz participará nestas jornadas com uma palestra “Entre Vales e Serras: Revisitando o Património Arqueológico do Norte do Distrito de Leiria” proferida pela Dr.ª Catarina Mendes na sede da associação, dia 13 de Junho, 17H30.
Com esta palestra propomo-nos fazer uma viagem pela riqueza arqueológica deste território, destacando a forma como a singularidade da paisagem — marcada por vales e serras — moldou a vivência das comunidades humanas desde a Pré-História até à Idade Média. Além de apresentar uma leitura atualizada dos dados arqueológicos, a iniciativa fomenta a reflexão sobre a importância da salvaguarda, e valorização deste valioso património cultural.
É importante sensibilizar as populações e as autoridades sobre a riqueza e a diversidade cultural destes territórios e a necessidade de proteger e promover o notável património arqueológico da região.
Venha assistir a esta palestra para ficar a conhecer um pouco melhor o rico passado histórico-cultural destes territórios dos concelhos do Norte do Distrito de Leiria.
Aqui fica o convite."
1.6.26
Uma actividade muito especial na Constantina!
28.5.26
Muros da incompetência.
20.5.26
Resmas de palestras!
Os últimos meses foram particularmente produtivos em termos de palestras e apresentações que dei em vários locais. Ansião, Lousada, Vila Verde e Alvaiázere foram os lugares visados desta vez, todos eles em dose dupla em diferentes momentos/dias/meses. Ao início desta longa viagem que já levo nestas lides, não me sentia confortável em falar publicamente, mas com os anos e com a bagagem que fui ganhando, comecei a tomar o gosto em comunicar e partilhar conhecimento. Tenho aprendido bastante com isso.
Houve dois momentos que me marcaram de forma muito especial, um em Agosto de 2025, o da apresentação do projecto de inventariação do património geológico de Ansião, onde já pude partilhar parte de uma enorme descoberta científica. Outro em Janeiro de 2026, no dia anterior à tempestade que mudou a região. Em Janeiro voltei aquela que foi a minha escola, para, finalmente, dar uma palestra. Há mais de uma década que quase que tive para lá ir, contudo fui boicotado por gente que séria nem de nome o é. Desta vez aconteceu e fui apresentar o resultado do projecto de inventariação do património geológico de Ansião à comunidade escolar. Foi um momento que, para mim, foi acima de tudo sentimental e que me deu um orgulho enorme.
Os outros momentos também foram relevantes, já que a educação ambiental é algo que considero fundamental para a mudança de mentalidades. Estive no Encontro Nacional de Associações do Ambiente e também numa escola profissional em Vila Verde, curiosamente, ou não, uma eco escola, na qual pude ajudar a içar a bandeira respectiva.
E assim se vai trilhando caminho e ajudando a mudar o paradigma, para melhor. É uma luta dura, diga-se, mas gratificante. Porquê? Quem me conhece, de facto, sabe porquê.
15.5.26
10.5.26
Vamos descobrir quem anda a emporcalhar o nosso rio Nabão?
É um problema que ocorre já há muitos anos e que de vez em quando se vai falando. Já o falei aqui algumas vezes, seja a nível da poluição seja a nível da apropriação do domínio hídrico por particulares.
Vivesse em Ansião e teria todo o tempo do mundo para fazer as coisas e descobrir quem, afinal, anda a fazer descargas de esgoto, sabe-se lá com que poluentes, no nosso rio Nabão. Há várias origens de montante para jusante, mas neste momento quero focar duas bem conhecidas pelos ansianeneses, especialmente quem costuma fazer caminhadas no parque verde, a jusante da Ponte da Cal.
Há uns dias recebi mais um pedido de ajuda, da parte de alguém que por ali passa e repara no foco de poluição. Passados alguns dias da mensagem, e aproveitando uma visita rápida a Ansião, fui ao local fazer os registos fotográficos actualizados. Não deu para mais do que isso, até porque já estava a ficar de noite. Num dos pontos era evidente que havia um esgoto a correr para o Nabão. No outro ponto não cheirava nada, mas é outro ponto problemático, cuja origem será fácil de descobrir, com a ajuda da análise de água por via laboratorial. O troço da linha de água é curto, portanto basta fazer um "transecto" dali até ao Ribeiro David, ao pé do Lar.
Assim sendo lanço o repto, estarem atentos aqueles pontos e denunciarem à GNR/SEPNA, de forma a rapidamente se dar com a origem do foco de poluição. Há outra coisa que também pode ser feita, mas nem todos têm disponibilidade para isso, ou seja recolher uma amostra e mandar analisar num laboratório. Eu já o fiz há uns anos, no esgoto do lar do Alvorge, pagando do meu bolso.
Naturalmente já andei a fazer algum TPC e ouvi algumas coisas sobre alegados focos de poluição, nomeadamente um...
















































