4.8.26

Partilhar conhecimento sobre temas complexos é um prazer!

Nunca digo que não, gosto sempre de ter a oportunidade de partilhar conhecimento sobre os temas que mais sei. Para quem não teve a oportunidade de ler a reportagem que aborda a questão climática, presente no Jornal de Leiria no dia 23 de Julho, fica o registo da reportagem para a qual fui convidado a falar. Façam-se assinantes, tal como eu, pois o Jornal de Leiria é daqueles que apostam em falar do que é realmente importante e fala da nossa região! E precisamos de ter a imprensa escrita nas nossas papelarias à venda, já que nada substitui o papel. Tive de me fazer assinante porque o Jornal de Leiria deixou de estar à venda em Ansião, uma sede de concelho! Fica o apelo à leitura de todos os temas importantes para as nossas vidas!


Fonte: Jornal de Leiria

 

27.7.26

Para sensibilizar é, primeiro, preciso saber...

Não é que não esperasse, já que é infelizmente comum neste tipo de acções o que se constata nas imagens. Uma acção de sensibilização ambiental ocorrida em Março a poucas dezenas de metros da nascente do Nabão, onde o foco foram as árvores, que, como se vê nas imagens, valeu de pouco, já que a esmagadora maioria das árvores ali colocadas, de forma a substituir as árvores caídas no final de Janeiro, devido à tempestade, está... seca. Ainda mais estranho é o facto da Associação Florestal de Ansião ter também participado e não se ver aqui muito do seu conhecimento técnico, o qual evitaria este desfecho. O que vão pensar os adultos e crianças que plantaram estas árvores quando as virem... secas? Ficarão sensibilizados por ver que o que fizeram afinal não valeu para nada?

Falhou a acção de sensibilização e fica por saber quantas das 140 árvores plantadas estão vivas... É que a sensibilização ambiental não serve apenas para reunir umas pessoas, tirar umas fotografias bonitas e para o show off. Para sensibilizar há que saber o que se faz. E quando o que se faz não é bem feito, alguma coisa falhou... E pela experiência que tenho enquanto educador ambiental, vejo claramente que muito falhou ali!





 

22.7.26

A esperança média de vida deles é curta, sabiam?


Sim, a imagem está desfocada, contudo já não dá para fazer novo registo fotográfico. Bem, pelo menos a este queijo retratado pela fotografia...
Hoje apeteceu-me falar de mais coisas que gosto, desta vez uma coisa que gosto e já por algumas vezes aqui falei, embora fosse de outros queijos e não deste. Fui premiado com este queijo após uma actividade, pro bono, em prol do património da nossa região. Durou poucos dias, diga-se, e ficou-me no palato, recebendo a minha aprovação. Desconhecia este e agora é um dos que entra na minha lista para quando quiser comprar queijos, seja para mim seja para oferecer, já que não gosto de oferecer bugigangas a amigos e amigas, oferecendo sim produtos, dos bons, da minha região. Sim, é assim que se faz, junta-se o útil ao agradável e ganham todos com isso, inclusivamente os produtores locais.
Mas vamos a uma questão muito importante e que anda a ser esquecida... Porque é que os rebanhos de cabras e ovelhas não são a regra na nossa região? Porque têm os produtores dificuldade em ter produto para fazer o queijo? E porque carga de água não é um escândalo Portugal já não ter uma central de processamento de lã (lavagem e afins), fazendo com que a lã, essa matéria-prima basilar, seja mandada ou para o lixo ou exportada?! Vamos reflectir sobre estes importantes temas e mexermos-nos?



 

18.7.26

E o bacalhau quer... livros!


De volta aos livros, revistas e leituras, com mais uma fornada de novas entradas na minha biblioteca pessoal. Começo com... bacalhau! Já estava no radar há uns tempos e hoje teve de vir comigo. Para quem gosta tanto de bacalhau, ler sobre a história do bacalhau, que tanto diz à gastronomia portuguesa, é algo de obrigatório. Sem desacordo ortográfico, claro!
Segue-se a cultura, essa tema tão essencial a uma sociedade evoluída e sábia. Já tenho alguns livros sobre a questão cultural, contudo não com esta perspectiva, a qual me enriquece e me faz avançar na compreensão de algo tão basilar.

Trata-se de um livro sobre a história de um continente muito castigado a todos os níveis. Gostei do que vi, ao analisar por alto os conteúdos deste belo livro, daí ter vindo comigo. Agora tenho de descobrir o volume I, o qual não estava ao pé deste. São muitas páginas para ler, portanto este sei que será um livro só para quando tiver assim uns dias valentes para ler e absorver, pois ler rápido não é nada positivo quando queremos absorver a escrita.


Agora duas revistas, em francês, em temas que me interessam e que me ajudam a desenferrujar o francês. A primeira é já vossa conhecida, saindo a cada dois meses. Já a segunda, é novidade e trouxe este número, já que se revelou bastante interessante.

Agora toca a ler. E se forem perseguidos ou azucrinados por algum chegasno, agitem um livro no ar que eles fogem a sete pés!




 

14.7.26

Parti a loiça toda, portanto preciso de um ceramicão: vamos criar ceramicões em todas as freguesias da região de Sicó?

Foi em Janeiro de 2025 que li um artigo do Jornal de Leiria que me entusiasmou, dado que era sobre uma velha questão que me assombrava há muitos anos, ou seja o facto de não haver reciclagem para aqueles pratos, canecas e outras cerâmicas que, quando partidas, não tinham outro local para ir que não o aterro. Para mim isto era e é absurdo, ainda mais sabendo que temos de reduzir a extracção de recursos geológicos e a reciclagem desta tipologia de resíduos é uma das soluções para isso mesmo.

Solução que, aliás, apresentei a uma empresa que há 2 anos andou a rondar Ansião e Alvaiázere para tentar criar ali minas de extracção de areias e argilas, precisamente para produção de cerâmica. Essa empresa respondeu que não estava interessada e levou a resposta que nós também não estávamos interessados em ter uma empresa a abrir buracos na nossa terra quando podia criar uma fileira de reciclagem de resíduos cerâmicos.



Mas voltando a Janeiro de 2025. Desde então fiquei sempre atento a novidades e eis que há cerca de 4 semanas, o Jornal de Leiria voltou a falar do assunto, já com uma consequência do que relatou em 2025, ou seja que uma empresa de Leiria criou na Redinha, Pombal, uma fábrica onde recicla este tipo de resíduos. Ironicamente poucos dias antes eu tinha partido um prato e não tinha onde o colocar para reciclar. Foi, portanto, com muita alegria que fiquei a saber desta novidade.
Agora lanço o desafio a todas as Juntas de Freguesia criarem um ceramicão para que qualquer um de nós possa colocar os pratos, canecas e outros cerâmicos partidos para reciclagem, evitando assim a extracção de mais recursos geológicos, por substituição do produto reciclado e novamente usado em novos produtos. Quem aceita este meu desafio?!

Fonte: Jornal de Leiria, Ed. 2188

 

9.7.26

Foi há 1 ano que um festival mágico nasceu!



Fotografia: Marcelo Afonso - Oak the First

Faz no dia 11 de Julho 1 ano desde que aconteceu a primeira edição do Festival Estratos, ocorrido em Ansião. A ideia surgiu-me no início de 2025 e passadas poucas semanas convidei um amigo inglês para curador do evento. Acedeu imediatamente! Era dos meus, pois também tem bichos carpinteiros, é também um criativo e gosta de fazer coisas inovadoras e arrojadas. Disse-lhe que o que eu pretendia era criar um evento para mostrar a todo/as o potencial daquela pedreira, já que eu tinha esboçado um projecto de recuperação do espaço (o qual teria sido um projecto de categoria internacional, mas ficou suspenso desde então), no qual entrava, entre outros, a vertente dos eventos culturais e musicais. Depois de confirmado o interesse e o apoio do Município de Ansião, foram algumas semanas para organizarmos tudo.
Tratou-se de um pequeno evento, com apenas 40 vagas para cada um dos dois dias, já que o espaço não possibilita segurança para mais pessoas. Envolveu vários músicos e intérpretes, seja de Ansião, seja de Portugal seja do Reino Unido e Estados Unidos. Em conjunto fez-se magia e, digo-o com orgulho, foi dos dias mais felizes que tive até hoje em termos profissionais. O stress foi enorme até à hora de início, mas depois tudo começou a fluir e a correr como esperado, bem e sem percalços. Tudo em segurança, com vigilantes a controlar o público. Quem estava lá gostou e viu o quanto babado eu estava com aquele momento mágico. Foi uma bela acção de marketing territorial em prol de Ansião, a qual teve impacto a nível nacional, por mérito próprio e sem gastar dinheiro em publicidade (como era um evento pequeno não se investiu em publicidade, usando-se apenas as redes sociais).
Este ano não irá acontecer, dado que a tempestade de Janeiro alterou e adiou planos, mas estou a trabalhar para que em 2027 o Festival Estratos volte e continue a sua acção, que vai muito além da música, na região de Sicó. Porque o Festival Estratos é, afinal, um evento de e para a região de Sicó! Mostrámos que somos capazes de fazer o que os melhores lá de fora fazem, portanto a aposta nos locais, com mérito e competência, tem sempre resultados positivos!




Fotografia: Paula Costa
 

 

1.7.26

Ganhem asas e venham assistir a uma palestra à maneira!


"Estimad@s Associad@s e Amig@s
A Al-Baiaz – Associação de Defesa do Património vai realizar, na sua sede, uma palestra sobre a avifauna da região do Norte do Distrito de Leiria no próximo dia 4 de Julho. A palestra intitula-se “As Aves do Distrito de Leiria” e o palestrante é o Eng. Gonçalo Elias um dos maiores investigadores das aves de Portugal.
Sabia que no distrito de Leiria já foram registadas mais de 350 espécies de aves selvagens, sendo este o quarto distrito do país com maior diversidade de aves?
Esta enorme riqueza explica-se pela sua localização, pela diversidade dos seus habitats e pela existência de alguns locais importantes para a avifauna.
Nesta palestra vamos ficar a conhecer melhor o distrito de Leiria e as suas aves, mas vamos dedicar particular atenção à região do Norte do Distrito de Leiria, da qual destacaremos algumas das mais belas espécies que por aqui ocorrem.
Para saber isto e muito mais venham assistir à palestra "As Aves do Distrito de Leiria”
Aqui fica o convite para conhecer as aves da nossa região
Saudações"


 

26.6.26

Imperdível!


A região de Sicó tem sido um belo laboratório de iniciativas, das quais têm saído eventos daqueles que são imperdíveis. Apareçam na aldeia da Constantina para um Rock ao Luar, e depois, no final podem agradecer a dica. Tenho a certeza que não se vão arrepender de ir! Apontem já na agenda!!

Mas não é só, pois a 4 de Julho há mais: 




 

17.6.26

O prazer de... ler!



Mais uma fornada de livros que nos últimos dias entrou na minha biblioteca pessoal. Desta vez um livro sobre os símbolos do país, matéria que estava em falta na minha biblioteca. Depois um livro sobre uma espécie que está no melhor e no pior, o Ser Humano e as suas singularidades. Ambos em bom português, sem desacordo ortográfico à mistura.
Depois dois livros em inglês, um sobre a história dos livros e outra sobre os otomanos. Tive de folhear ambos para perceber se justificava trazê-los comigo e demorou pouco para perceber que se justificava plenamente. Leiam e deem a ler. Visitem livrarias, alfarrabistas, bibliotecas municipais e afins!





 

13.6.26

Muito preocupante!!!


Deparei-me há poucos dias com esta mensagem num grupo do Facebook da região de Sicó, sendo que fiquei perplexo com o conteúdo da mensagem. A aplicação de veneno e/ou herbicida não é nem nunca será uma solução, será sempre um problema que atenta contra a saúde pública dos sicoenses e contra os recursos aquíferos deste território. Mais preocupante foi constatar que quem escreveu isto é mãe de filhos, mais parecendo que não tem qualquer preocupação ou noção sequer do perigo que isto é para os seus próprios filhos.
Fica a dica e o alerta...

 

8.6.26

Palestra das Jornadas Europeias de Arqueologia!


Informação via Al-Baiaz:


"Estimad@s associad@s e amig@s

A Al-Baiӓz – Associação de Defesa do Património vai participar nas Jornadas Europeias de Arqueologia com uma palestra “Entre Vales e Serras: Revisitando o Património Arqueológico do Norte do Distrito de Leiria”.

As Jornadas Europeias de Arqueologia decorrem entre os dias 12 e 15 de junho a nível europeu, este ano sob o tema “Arqueologia a Acontecer”, tendo como foco principal a Arqueologia preventiva e o seu papel na proteção e salvaguarda do Património Arqueológico. Em Portugal estas jornadas são organizadas pelo Património Cultural, IP. 

A convite deste Instituto a Al-Baiӓz participará nestas jornadas com uma palestra “Entre Vales e Serras: Revisitando o Património Arqueológico do Norte do Distrito de Leiria” proferida pela Dr.ª Catarina Mendes na sede da associação, dia 13 de Junho, 17H30. 

Com esta palestra propomo-nos fazer uma viagem pela riqueza arqueológica deste território, destacando a forma como a singularidade da paisagem — marcada por vales e serras — moldou a vivência das comunidades humanas desde a Pré-História até à Idade Média. Além de apresentar uma leitura atualizada dos dados arqueológicos, a iniciativa fomenta a reflexão sobre a importância da salvaguarda, e valorização deste valioso património cultural.

É importante sensibilizar as populações e as autoridades sobre a riqueza e a diversidade cultural destes territórios e a necessidade de proteger e promover o notável património arqueológico da região.

Venha assistir a esta palestra para ficar a conhecer um pouco melhor o rico passado histórico-cultural destes territórios dos concelhos do Norte do Distrito de Leiria.

Aqui fica o convite."


 

1.6.26

Uma actividade muito especial na Constantina!


A ideia já tinha surgido antes do COVID, mas meteu-se o COVID e depois foi uma complicação para conjugarmos esforços no sentido de organizarmos uma actividade muito especial, a qual se insere no fim-de-semana do Santo António à moda da Confraria. Além das várias actividades no próximo fim-de-semana na bela aldeia da Constantina, Ansião, há uma actividade pensada para miúdos e graúdos como eu, que jogaram à carica na sua juventude e ficaram com essa maravilhosa memória. O desafio é os graúdos aparecerem com os seus pequenos no antigo campo da bola da Constantina, porque nós temos as caricas e tratamos das pistas para jogarmos e, assim, passarmos uma tarde memorável.
As aldeias precisam de nós, nós precisamos das aldeias!!


 

28.5.26

Muros da incompetência.


Tendo crescido literalmente ao lado do rio Nabão, torna-se ainda mais interessante falar sobre aspectos vários associados ao mesmo. Isto porque além do conhecimento científico que tenho do mesmo, tenho o conhecimento de campo, com décadas de conhecimento acumulado. Isto, e desta vez, para falar, mais uma vez, dos muros, que mais uma vez foram abaixo nalguns sectores. Uma obra que nasceu mal e ainda hoje, passados tantos anos, tem reflexos negativos. A forma como os muros foram feitos foi a pior, facto que está à vista com mais uns metros de muro que foram abaixo. Não, não foi culpa apenas da água, foi sim da forma como foram feitos, sem considerar o básico, sendo feitos só para mostrar aparência e pouco mais. E quando assim é não há milagres. 
Nas próximas semanas irei voltar à questão do rio, pois há duas ameaças à vista, duas ideias parvas Qb, que só existem porque a competência não existe, portanto há que mandar betão a ver se dá nas vistas. A identidade local está em risco, sejamos frontais!

 

20.5.26

Resmas de palestras!

Os últimos meses foram particularmente produtivos em termos de palestras e apresentações que dei em vários locais. Ansião, Lousada, Vila Verde e Alvaiázere foram os lugares visados desta vez, todos eles em dose dupla em diferentes momentos/dias/meses. Ao início desta longa viagem que já levo nestas lides, não me sentia confortável em falar publicamente, mas com os anos e com a bagagem que fui ganhando, comecei a tomar o gosto em comunicar e partilhar conhecimento. Tenho aprendido bastante com isso.

Houve dois momentos que me marcaram de forma muito especial, um em Agosto de 2025, o da apresentação do projecto de inventariação do património geológico de Ansião, onde já pude partilhar parte de uma enorme descoberta científica. Outro em Janeiro de 2026, no dia anterior à tempestade que mudou a região. Em Janeiro voltei aquela que foi a minha escola, para, finalmente, dar uma palestra. Há mais de uma década que quase que tive para lá ir, contudo fui boicotado por gente que séria nem de nome o é. Desta vez aconteceu e fui apresentar o resultado do projecto de inventariação do património geológico de Ansião à comunidade escolar. Foi um momento que, para mim, foi acima de tudo sentimental e que me deu um orgulho enorme.

Os outros momentos também foram relevantes, já que a educação ambiental é algo que considero fundamental para a mudança de mentalidades. Estive no Encontro Nacional de Associações do Ambiente e também numa escola profissional em Vila Verde, curiosamente, ou não, uma eco escola, na qual pude ajudar a içar a bandeira respectiva.

E assim se vai trilhando caminho e ajudando a mudar o paradigma, para melhor. É uma luta dura, diga-se, mas gratificante. Porquê? Quem me conhece, de facto, sabe porquê. 








 

10.5.26

Vamos descobrir quem anda a emporcalhar o nosso rio Nabão?


É um problema que ocorre já há muitos anos e que de vez em quando se vai falando. Já o falei aqui algumas vezes, seja a nível da poluição seja a nível da apropriação do domínio hídrico por particulares.

Vivesse em Ansião e teria todo o tempo do mundo para fazer as coisas e descobrir quem, afinal, anda a fazer descargas de esgoto, sabe-se lá com que poluentes, no nosso rio Nabão. Há várias origens de montante para jusante, mas neste momento quero focar duas bem conhecidas pelos ansianeneses, especialmente quem costuma fazer caminhadas no parque verde, a jusante da Ponte da Cal. 

Há uns dias recebi mais um pedido de ajuda, da parte de alguém que por ali passa e repara no foco de poluição. Passados alguns dias da mensagem, e aproveitando uma visita rápida a Ansião, fui ao local fazer os registos fotográficos actualizados. Não deu para mais do que isso, até porque já estava a ficar de noite. Num dos pontos era evidente que havia um esgoto a correr para o Nabão. No outro ponto não cheirava nada, mas é outro ponto problemático, cuja origem será fácil de descobrir, com a ajuda da análise de água por via laboratorial. O troço da linha de água é curto, portanto basta fazer um "transecto" dali até ao Ribeiro David, ao pé do Lar. 

Assim sendo lanço o repto, estarem atentos aqueles pontos e denunciarem à GNR/SEPNA, de forma a rapidamente se dar com a origem do foco de poluição. Há outra coisa que também pode ser feita, mas nem todos têm disponibilidade para isso, ou seja recolher uma amostra e mandar analisar num laboratório. Eu já o fiz há uns anos, no esgoto do lar do Alvorge, pagando do meu bolso

Naturalmente já andei a fazer algum TPC e ouvi algumas coisas sobre alegados focos de poluição, nomeadamente um...