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5.5.26

Literacia.

Regressando a um tema tão relevante, embora se traduza em poucas visualizações, volto aos livros, revistas e às leituras. É fundamental continuar a pedagogia dos livros e da leitura!

O primeiro livro é de um estimado amigo de uma das associações da qual faço parte, a Al-Baiaz. Um livro com muito "sumo" de património, que  será lido quando tiver uns dias mais calmos em termos de trabalho. 

Segue-se outro livro, também com a mão do meu estimado amigo, que organizou os conteúdos. A poesia também se aprende a gostar, portanto irei com este livro aprender mais umas coisas sobre o passado de Portugal, já que o livro foca a vida de Roberto das Neves. Estou expectante para me debruçar sobre este livro.



Depois... as revistas. A primeira já é vossa conhecida, pelo menos para quem acompanha o azinheiragate. Mais um número nas bancas, mais uma ida à papelaria.

Finalizo com a mítica National Geographic, que acompanho desde o seu primeiro número em Portugal e tenho a maioria dos números saídos, num deles consta o meu nome num artigo que foca uma descoberta na minha região. Haverá melhor do que isto? A ver o que o futuro me reserva em termos de descobertas relevantes, as quais consigam chegar longe...

E aproveitem para passar nas vossas bibliotecas municipais, pois há muito livro para ser lido!



 

17.3.26

É fundamental ler... e cada vez mais!

Eis mais uma "batalha" das leituras e do conhecimento. Volto à temática dos livros, revistas e leituras com mais umas entradas na minha biblioteca pessoal.

Inicio com um livro que me interessou de sobremaneira, pois debate sobre a questão que alguns iluminados acham que é uma questão, ou seja as reparações históricas. É algo que me irrita, este wokismo que acha que temos de olhar o passado longínquo com os valores de hoje e que nos devemos penitenciar sobre algo que se passou há séculos. Isto em vez de contextualizar, compreender e balizar. Por isso, e depois de confirmado que não padecia do desacordo ortográfico, foi a mais recente entrada.

Segue-se outro livro também interessante, igualmente em bom português, sobre os ódios que encantadores de burros e afins nos querem fazer engolir. Ler é o melhor remédio para combater a burrice, daí esta ser mais uma leitura obrigatória.


Já andava há umas semanas a procurar um livro que me pudesse introduzir ao mundo da IA, pois é um tema que quero compreender bem. Eis que encontrei o livro ideal escrito por um dos grandes da ciência em Portugal e não só. Os próximos anos vão ser transformadores à conta da IA, resta saber se no bom ou no mau sentido...


Não andava à procura deste livro, mas achei-o interessante, daí o ter trazido comigo. Enriquecer a nossa perspectiva sobre os mais variados temas é uma mais-valia!


Depois seguem-se três revistas que acompanho regularmente, em francês, pois é também uma forma de treinar o meu francês, já enferrujado. São três revistas que falam de temas que tanto me interessam, daí serem também um dos meus alvos quando vou à procura de revistas daquelas das boas e úteis.

Não se esqueçam, leiam e deem a ler. Comprem livros, revistas e/jornais ou aproveitem e usufruam das nossas bibliotecas municipais! E não se esqueçam que também podem trocar livros!





 

19.9.24

L.I.V.R.O.S

Vamos a mais uma ronda pelos livros? Começando pelo primeiro, é um clássico que todos os que estudaram geografia ouviram falar, mais concretamente em geografia humana. Já passaram duas décadas, mas não esqueci esta obra, a qual na altura não pude ler, já que não tinha dinheiro para comprar livros e não tinha propriamente tempo útil para ler livros como este, pelo menos na sua forma completa. Li apenas alguns excertos, em fotocópias, e pouco mais. Há poucos dias deparei-me com este livro na prateleira de uma livraria e logo a um preço muito competitivo, daí ter sido a desculpa perfeita para o levar comigo.

Segue-se um livro bastante curioso sobre um tema muito importante, ou seja o conhecimento que os idosos têm e o desprezo que tantas vezes lhe damos. Poços de conhecimento que não é devidamente valorizado e potenciado. Logo que confirmei que não padecia do desacordo ortográfico, decidi que era mais uma boa escolha para enriquecer a minha biblioteca pessoal.


Depois uma revista que já aqui destaquei há coisa de dois anos. Agora são mais dois números desta brilhante revista que trouxe comigo após a visita a uma livraria de nicho, com este tipo de publicações, que entram na minha biblioteca. 




Por último, e para fechar mais uma ronda pelos livros, um que resumiria que é para mentes curiosas que gostam por vezes de deambular de uma forma menos programada.




 

9.8.24

Leituras para abrir o apetite!



Fiquei com apetite quando este primeiro livro me chegou às mãos. Sou um felizardo por ter bons amigos e por ser dos primeiros a ter acesso a esta bela obra, a qual é um belo repositório da bela gastronomia da região de Sicó. Parabéns aos autores pela muito importante obra e à Terras de Sicó pela edição da mesma! Irei usar este belo repositório para matar saudades da gastronomia que me acompanhou tantos anos, portanto agora é usar as receitas e cozinhar para encher a barriga e a alma.

Já tinha um livro deste autor (Políticas da Inimizade) e eis que me deparei com mais este, que me prendeu a atenção. Analisado o conteúdo, não houve dúvida que era mais um livro para completar a minha biblioteca pessoal. Sem desacordo ortográfico, obviamente (idem para todos os que adquiro).

Segue-se um outro livro, com uma perspectiva importante e sobre a qual importa conhecer mais, de forma a, assim, poder ser uma pessoa mais informada sobre o tema. Gostei de ver o que o livro traz consigo, portanto agora é esperar pela melhor altura para o ler. É um drama ter tantos livros por ler...


E agora algo de novo e particularmente interessante, já que liga dois temas aparentemente distantes, mas que afinal estão tão pertos. Descobri este livro através de uma revista francesa que adquiro, daí o ter mandado vir através de uma livraria. Sendo em francês terá uma leitura mais prolongada, pois o meu francês já tem um bocado de ferrugem e há sempre palavras que já esqueci e que gosto de relembrar. É o primeiro livro que tenho sobre esta temática, portanto estou com alguma expectativa...


 

10.10.22

Bibliotecas itinerantes e livros, uma dupla maravilhosa!


Quando vi esta fotografia, nas redes sociais do Município de Pombal, o tempo voltou para trás 3 décadas. Nessa altura carrinhas como esta, da fotografia, visitavam as escolas da região de Sicó, Ansião inclusivé, e alunos como eu pediam livros para ler e na próxima visita da carrinha devolver. Foram tempos importantes, onde a literária nos visitava sobre rodas. Todos os da minha geração se lembram destes momentos e alguns deles sabem a importância que teve para cada um de nós. Nessa altura a rede de bibliotecas municipais ainda não era o que é actualmente, daí a importância crucial destas carrinhas e do senhor que a conduzia.
Mas ainda faz todo o sentido haver destas carrinhas a visitar a região de Sicó, nomeadamente os lugarejos onde há quem não tenha a facilidade de se deslocar a uma biblioteca municipal...
E já que estou com a mão nos livros, eis mais 3 que entraram na minha biblioteca pessoal. Como é óbvio, nenhum deles padece do desacordo ortográfico. Na década de 80 e inícios da década de 90, eu não tinha um único livro meu, foi só após ingressar na universidade que comecei a "construir" a minha biblioteca pessoal, a qual conta neste momento com algumas centenas de livros que considero relevantes em vários domínios.
O primeiro livro aborda uma questão que nos últimos anos tem tido um crescendo em termos de atenção e destaque da imprensa, ou seja o problema do plástico, concretamente plástico nos oceanos.

O segundo livro retrata uma figura incontornável, seja no domínio da arquitectura paisagista, seja no ordenamento do território. Uma obra que importa termos nas nossas bibliotecas, dada a importância dos seus conteúdos.

E, por último, um livro que me chamou à atenção logo que ouvi falar dele numa entrevista com o autor na feira do livro de Lisboa. Eis que há poucos dias fui propositadamente a uma livraria para ver se o encontrava e tive a sorte de rapidamente o detectar numa prateleira. A ordem de leitura dos livros que vou comprando não é linear, pois isso depende do momento, da vontade e de outros factores que podem adiar a leitura dos mesmos, contudo suspeito que daqui a 2 ou 3 semanas vou pegar neste último e rapidamente será devorado pelos olhos, além de processado pelo cérebro, esse belo orgão que muitos poupam...



 

17.12.20

Ler, ponto!


Não podia deixar de terminar este ano tão negativo, com algo de positivo como são os  livros. Sei que dois exemplares destes  livros estarão brevemente disponíveis numa biblioteca perto de vocês. As bibliotecas municipais são algo de muito valioso, onde muito podemos aprender e sem nada ter de pagar. É um bem comum que devemos estimar e apoiar das mais variadas formas. E, claro, apetrechadas com livros interessantes q.b. e úteis. Mas sem desacordo ortográfico, obviamente!

Estes dois livros suscitaram o meu interesse porque focam dois temas interessantes. Um, os moinhos, mesmo que não sendo de vento. Os moinhos do rio e as suas histórias também fazem parte de Sicó, daí querer ler este livro, mesmo não retratando Sicó. 

Depois, a temática dos incêndios, a qual me diz tanto e tanto me marcou, seja pela negativa seja pela positiva, já que ambos os lados coexistem. Estou curioso para ler estas histórias de pessoas reais, que não bombeiro/as, e comparar com as minhas histórias e com as histórias dos populares com que lidei durante duas décadas. Daqui a uns dias devo começar a ler ambos.

Aproveitando este comentário, um dos últimos deste 2020, fica a sugestão de compra de livros para oferecerem aos vossos mais próximos. De preferência no pequeno comércio, nos alfarrobistas ou directamente com os autores, tal como eu o fiz nestes dois casos. Oferecer um livro é algo de valioso e útil. Com os livros aprendemos, vamos onde ainda não fomos, conhecemos histórias fabulosas e outras coisas mais! Resumindo, aprendemos e alargamos horizontes. Boas leituras!!

8.11.20

Ler, ler e ler é excepcional!


Nem a pandemia pára este meu vício, saudável, daí voltar com mais umas sugestões de leitura. Desta vez, e à excepção da National Geographic, em bom português, todas as outras sugestões são em língua inglesa. 
Por esta altura estou prestes a terminar a leitura do "Philosophy for polar explorers", livro de fácil leitura que é francamente bom de se ler, especialmente nesta altura. Havia em acordês, contudo eu gosto demasiado da língua portuguesa, daí não comprar livros em acordês. Só livros, revistas e demais conteúdos que não padeçam do "acordo" ortográfico. Não são obrigados a adoptar, sabiam?!
Continuando, encontrei também um livro pelo qual ansiava, portanto não escapou. The invention of Nature é uma obra imperdível para quem, como eu, tem na natureza o seu farol.
Quanto ao "Travellers in the third reich", é uma obra que mostra uma perspectiva diferente do mundo numa época onde as democracias e a liberdade estiveram em causa na Europa e não só. Enriquecedor q.b., daí ter escolhido este livro.
Segue-se outra perspectiva, também particularmente curiosa, na medida em que foca o problema que é, de facto, a acção humana neste planeta. Feita a "fiscalização", confirmei que valia a pena trazer este comigo.
Depois, algo sobre os Organismos Geneticamente Modificados. Eu gosto de ler o contraditório, pois é assim que compreendemos e melhoramos o nosso eu.
Finalizo com uma compra mensal, no quiosque, pois claro, apoiando o comércio de proximidade. A National Geographic Portugal é uma revista que devia estar em cada uma das nossas bibliotecas (para a de Ansião já a sugeri há alguns anos). E para quem gosta de tudo o que de extraordinário este planeta tem, é uma boa aquisição mensal, com vista a um enriquecimento cultural colossal.
Ler é uma das coisas que melhor podem fazer nas vossas vidas, portanto, frequentem as vossas bibliotecas, adquiram livros e revistas interessantes e ofereçam livros em vez de bugigangas! Tudo, claro, sem "acordo" ortográfico à mistura!









19.11.18

Frio e chuva também é uma boa desculpa para ler!


Tempo frio é, para muitos, mais tempo para ficar em casa ao quentinho. Tempo frio é, para não sei quantos, sinónimo de mais tempo para ler. Deixem de lado o telemóvel, colocando-o longe da vista e em silêncio, e toca a ler livros, obviamente sem "acordo" ortográfico e livros úteis. Volto então à carga literária 3 meses depois da última incursão literária. 
O primeiro livro foi uma descoberta aquando das Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos, onde assisti a uma palestra da autora deste muito interessante livro. Depois de uma vista rápida, não houve dúvida que este era para incluir na minha biblioteca pessoal.


É um título forte, e não é por acaso. Trata-se de uma perspectiva interessante sobre um grave problema que tem vindo a carbonizar Portugal há 4 décadas. Sendo eu geógrafo de profissão e bombeiro voluntário, obviamente que tive de trazer este livro para casa, para nas próximas semanas me sentar no sofá e passar umas horas nas lides literárias.


Plástico, esse malandro que nos anda a perturbar gravemente a vida e a vida dos animais selvagens, nomeadamente peixes. Numa das últimas idas a uma livraria descobri este livro, o qual me prendeu a atenção de sobremaneira. Depois de conferido que não padecia do "acordo" ortográfico, tive de o trazer. Sei que daqui a 1 ou 2 semanas poderão ler este livro na Biblioteca Municipal de Ansião, pois este livro irá fazer parte da sua colecção de livros sobre a temática do Ambiente e Educação Ambiental. É uma boa ferramenta pedagógica, portanto fica a dica para mais uma visita à Biblioteca Municipal de Ansião (e outras mais!).


A temática da arquitectura vernacular, e não só, é uma das minhas áreas de interesse, daí a preferência por este livro, que dá para aprender mais umas coisas, parte das quais espero colocar em prática a seu tempo. Bastante interessante, sem dúvida!


Filipe Duarte Santos é um nome que dispensa apresentações, pelo menos por parte de quem se interessa pela questão climática. Já tinha um outro livro deste autor e agora junta-se-lhe mais este, que, pelos conteúdos, justifica o acto de compra. 


Pode parecer estranho surgir aqui este livro sobre a internet, contudo de estranho não tem nada. O Azinheiragate é um blogue sobre a temática do Ambiente, Cultura e Património (e não só), sendo uma ferramenta digital que utilizo para passar mensagens que considero importantes e que contribuem, no meu entender, para cidadãos mais esclarecidos, os quais podem assim contribuir para uma democracia mais saudável. Trata-se então do bom uso da internet, a qual, quando mal utilizada, pode ter efeitos perversos para a democracia e, portanto, para a Natureza, para o Património e para a Cultura.


Quando peguei neste último livro, pensei que era mais do mesmo, já que há vários do género que se repetem, contudo não era esse o caso, já que este livro representa algo mais. Tem perspectivas que enriquecem o debate e o discernimento sobre os factos que mais importam, daí não haver dúvidas sobre a sua aquisição.