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18.7.26

E o bacalhau quer... livros!


De volta aos livros, revistas e leituras, com mais uma fornada de novas entradas na minha biblioteca pessoal. Começo com... bacalhau! Já estava no radar há uns tempos e hoje teve de vir comigo. Para quem gosta tanto de bacalhau, ler sobre a história do bacalhau, que tanto diz à gastronomia portuguesa, é algo de obrigatório. Sem desacordo ortográfico, claro!
Segue-se a cultura, essa tema tão essencial a uma sociedade evoluída e sábia. Já tenho alguns livros sobre a questão cultural, contudo não com esta perspectiva, a qual me enriquece e me faz avançar na compreensão de algo tão basilar.

Trata-se de um livro sobre a história de um continente muito castigado a todos os níveis. Gostei do que vi, ao analisar por alto os conteúdos deste belo livro, daí ter vindo comigo. Agora tenho de descobrir o volume I, o qual não estava ao pé deste. São muitas páginas para ler, portanto este sei que será um livro só para quando tiver assim uns dias valentes para ler e absorver, pois ler rápido não é nada positivo quando queremos absorver a escrita.


Agora duas revistas, em francês, em temas que me interessam e que me ajudam a desenferrujar o francês. A primeira é já vossa conhecida, saindo a cada dois meses. Já a segunda, é novidade e trouxe este número, já que se revelou bastante interessante.

Agora toca a ler. E se forem perseguidos ou azucrinados por algum chegasno, agitem um livro no ar que eles fogem a sete pés!




 

17.6.26

O prazer de... ler!



Mais uma fornada de livros que nos últimos dias entrou na minha biblioteca pessoal. Desta vez um livro sobre os símbolos do país, matéria que estava em falta na minha biblioteca. Depois um livro sobre uma espécie que está no melhor e no pior, o Ser Humano e as suas singularidades. Ambos em bom português, sem desacordo ortográfico à mistura.
Depois dois livros em inglês, um sobre a história dos livros e outra sobre os otomanos. Tive de folhear ambos para perceber se justificava trazê-los comigo e demorou pouco para perceber que se justificava plenamente. Leiam e deem a ler. Visitem livrarias, alfarrabistas, bibliotecas municipais e afins!





 

5.5.26

Literacia.

Regressando a um tema tão relevante, embora se traduza em poucas visualizações, volto aos livros, revistas e às leituras. É fundamental continuar a pedagogia dos livros e da leitura!

O primeiro livro é de um estimado amigo de uma das associações da qual faço parte, a Al-Baiaz. Um livro com muito "sumo" de património, que  será lido quando tiver uns dias mais calmos em termos de trabalho. 

Segue-se outro livro, também com a mão do meu estimado amigo, que organizou os conteúdos. A poesia também se aprende a gostar, portanto irei com este livro aprender mais umas coisas sobre o passado de Portugal, já que o livro foca a vida de Roberto das Neves. Estou expectante para me debruçar sobre este livro.



Depois... as revistas. A primeira já é vossa conhecida, pelo menos para quem acompanha o azinheiragate. Mais um número nas bancas, mais uma ida à papelaria.

Finalizo com a mítica National Geographic, que acompanho desde o seu primeiro número em Portugal e tenho a maioria dos números saídos, num deles consta o meu nome num artigo que foca uma descoberta na minha região. Haverá melhor do que isto? A ver o que o futuro me reserva em termos de descobertas relevantes, as quais consigam chegar longe...

E aproveitem para passar nas vossas bibliotecas municipais, pois há muito livro para ser lido!



 

17.3.26

É fundamental ler... e cada vez mais!

Eis mais uma "batalha" das leituras e do conhecimento. Volto à temática dos livros, revistas e leituras com mais umas entradas na minha biblioteca pessoal.

Inicio com um livro que me interessou de sobremaneira, pois debate sobre a questão que alguns iluminados acham que é uma questão, ou seja as reparações históricas. É algo que me irrita, este wokismo que acha que temos de olhar o passado longínquo com os valores de hoje e que nos devemos penitenciar sobre algo que se passou há séculos. Isto em vez de contextualizar, compreender e balizar. Por isso, e depois de confirmado que não padecia do desacordo ortográfico, foi a mais recente entrada.

Segue-se outro livro também interessante, igualmente em bom português, sobre os ódios que encantadores de burros e afins nos querem fazer engolir. Ler é o melhor remédio para combater a burrice, daí esta ser mais uma leitura obrigatória.


Já andava há umas semanas a procurar um livro que me pudesse introduzir ao mundo da IA, pois é um tema que quero compreender bem. Eis que encontrei o livro ideal escrito por um dos grandes da ciência em Portugal e não só. Os próximos anos vão ser transformadores à conta da IA, resta saber se no bom ou no mau sentido...


Não andava à procura deste livro, mas achei-o interessante, daí o ter trazido comigo. Enriquecer a nossa perspectiva sobre os mais variados temas é uma mais-valia!


Depois seguem-se três revistas que acompanho regularmente, em francês, pois é também uma forma de treinar o meu francês, já enferrujado. São três revistas que falam de temas que tanto me interessam, daí serem também um dos meus alvos quando vou à procura de revistas daquelas das boas e úteis.

Não se esqueçam, leiam e deem a ler. Comprem livros, revistas e/jornais ou aproveitem e usufruam das nossas bibliotecas municipais! E não se esqueçam que também podem trocar livros!





 

5.2.26

Ler, também para distrair da Kristine...

 


As palavras para escrever faltam pelos motivos enunciados no título, contudo nunca faltam nos livros que nos animam e ensinam. Assim sendo aqui vai mais uma remessa de livros como sugestão de leitura.
O primeiro é de um autor que não conhecia até há poucas semanas, aquando de um evento nacional, no qual partilhámos mesa redonda. Antes disso já tinha um livro dele e agora junta-se este, o qual já comecei a ler. E para quem não tiver a possibilidade de adquirir, posso informar que nos próximos dias a biblioteca municipal de Ansião terá um exemplar por lá. É francamente bom de ler!
Já disponível na mesma biblioteca municipal está o segundo livro que recomendo. Em tempos onde o pensamento crítico foi capturado por ideologias criminosas, eis que (mais um) livro mostra o problema. Ler mitiga boa parte do problema, portanto já sabem...


Sim, passamos demasiado tempo reféns dos ecrãs, daí ser fundamental compreender bem o problema. Qualquer um de nós tem este problema, em maior ou menos grau, não há como escapar, mas compreendendo melhor o problema a solução será mais fácil. Ler mais livros é uma das soluções... E a bateria de um livro nunca acaba!


Não é o primeiro livro que tenho que fala sobre a China, mas é o primeiro que aborda a questão essencial e que passa despercebida para a esmagadora maioria. Nada como aprender para compreender melhor e melhor decidir. Lembrem-se que os preços ridiculamente baixos dos produtos feitos na China o são por vários motivos, nenhum deles bom. Curiosos? É ler...
















26.11.25

Ler é um acto de poder!


De volta aos livros. Inicio com um livro muito importante nos dias de hoje em Portugal. O conhecimento é poder, portanto é a melhor ferramenta para usar contra aqueles que atentam contra a democracia e promovem o ódio. É um livro daqueles densos, que irá necessitar de uns dias de leituras para finalizar e que irei iniciar a leitura em poucas semanas. Livre do desacordo ortográfico, obviamente, pois não compro qualquer livro, jornal ou afim que padeça do desacordo ortográfico.

Prossigo com dois livros de uma colecção, da qual já tinha um, adquirido no mês passado e aqui destacado. Complementam bem a minha biblioteca num tema importante, a economia. 

Segue-se uma revista francesa que tenho acompanhado nos últimos meses e que é deveras interessante. Além disso ajuda a desenferrujar o meu francês, que tem ganho ferrugem nos últimos anos.

Finalizo com outra revista, a qual acompanho de forma regular e que sempre que vejo que é focada em temas que me interessam mais, adquiro. Gosto bastante desta revista porque, além de tudo o mais, mostra o que de melhor se faz e se imagina em projectos de todo o tipo por todo o mundo. E imaginem que regularmente surgem ali projectos vindos de Portugal. Consideramo-nos pequenos, mas só quem tem a mentalidade pequena e tacanha, pois quando queremos fazer e somos bons no que fazemos, somos capazes de  fazer mais e melhor do que os melhores lá de fora.

Não se esqueçam, leiam e deem a ler livros e revistas! Menos redes sociais, poluídas por conteúdos da treta e guiadas por algoritmos manipulados por gente sem ética e valores, mais livros impolutos e transformadores!


 

14.10.25

Ei-los!


Como quem acompanha o azinheiragate bem sabe, os livros são uma constante neste blogue, já que são, para mim, algo de fundamental, daí apelar constantemente à leitura de livros, seja após compra seja após visita a uma biblioteca municipal.
Começo da melhor forma, com uma bela obra que me chegou às mãos antes de me ausentar do país há 2 semanas. Só agora pude começar a desfrutar do mesmo. É mais um livro a juntar a mais uns quantos da autoria do Professor Doutor Carlos Silva, o qual enriquece ainda mais a literatura patrimonial em torno de Sicó. Sou um sortudo por ter acesso a esta obra antes da maioria, mas pugnar activamente pelo património de Sicó também tem coisas muito boas, diga-se.


Segue-se um livro muito focado num período específico da história de Portugal, facto que me levou a trazer o mesmo logo após ter confirmado que não padecia do desacordo ortográfico.
Finalizo com uma revista da especialidade, a qual acompanho sempre que o assunto é novo. Portanto, fica mais uma vez o repto para lerem livros e darem a ler os mesmos. 






 

28.8.25

Ler, dar a ler e promover as leituras!

Volto então à temática dos livros, a qual apesar de não garantir muitas visualizações, garante a passagem de uma mensagem fundamental, ou seja a necessidade imperiosa de lermos e incentivarmos a leitura, seja influenciando, seja apelando ao uso das bibliotecas municipais, onde estão à vossa espera livros suficientes para ler até não poder mais.

Mas vamos à fornada. Inicio com um livro que até há umas semanas era, para mim, desconhecido. Após ter comentado nas redes sociais sobre um livro já aqui destacado, a "Primavera silenciosa", de Rachel Carlson, entre conhecidos, eis que um colega geógrafo americano, já de idade, me falou do "Our synthetic environment", dizendo que era também uma referência por lá e equiparado à Primavera Silenciosa. Sabendo que o colega é um reputado geógrafo, eis que fui a uma livraria e mandei vir. Demorou umas semanas mas tive sorte, pois ainda havia um algures. Foi escrito na década de 60 e estou desejoso de o ler.

Depois segue-se um outro, que encontrei aquando da referida visita à livraria. Abri, constatei que era interessante e que não padecia do desacordo ortográfico, portanto veio comigo. É bom lermos coisas diferentes para nos ajudar a pensar de forma mais abrangente.



Segue-se não um livro, mas sim uma revista, a qual conheci há 1 ano numa papelaria centenária de Viana do Castelo, entretanto fechada por reforma dos proprietários. A partir daí comecei a acompanhar esta revista e pedi a uma papelaria de mais perto que a mandasse vir. Assim fizeram e já cá cantam 3. Porque também é importante ler em outras línguas de desenferrujar o francês com uma revista muito interessante.




 

5.6.25

A cura para uma democracia doente? Livros, leituras e literacia!



Num mês onde começam em força as feiras do livro, também na região de Sicó, e no mês após um acto eleitoral que mostrou sintomas fortes de uma democracia doente, volto com o melhor que temos contra o ódio, o fascismo e a ignorância, ou seja os livros e a cultura. Não é por acaso que abordo regularmente a questão dos livros, é sim propositadamente, pois uma população informada a formada é imune aos encantadores de burros.
Eis então mais 5 entradas na minha biblioteca pessoal. Arte como terapia, um livro especial que tinha mesmo de trazer comigo da livraria. Segue-se um tema também complexo, sobre o Médio Oriente, com mais este "acrescento" para a compreensão de algo complexo a todos os níveis.



Depois dois livros em bom português, livres do desacordo ortográfico e sobre dois temas tão importantes como a ciência e os museus. Ambos escritos por mulheres. Serão leituras fáceis e desejadas.


Por último um livro daqueles "pesados" e densos, que exigem calma e tempo para compreender, de facto, o que se lê. Um dos autores, o mais conhecido dos dois, tem perdido a minha consideração, pois nota-se que já está naquela fase em que os neurónios já queimaram. Contudo é importante ler livros como este, pois só nos expondo a ideias é que as podemos compreender e elaborar as nossas próprias ideias.
Agora já sabem, visitem as feiras dos livros, as livrarias, as bibliotecas municipais. E ofereçam livros, pois é algo de muito importante para que tenhamos uma sociedade mais informada e menos susceptível a encantadores de burros.




 

9.5.25

Nova jornada do campeonato das leituras!


Regresso para mais uma jornada do campeonato das leituras, com 4 novas entradas na competição da literacia. Os três primeiros livros, livres do desacordo ortográfico, decorrem de mais uma visita a uma das minhas livrarias preferidas, a Centésima Página. O primeiro tem a ver com os espaços que mais usamos no nosso dia-a-dia, ou seja o espaço urbano. Trata-se de uma obra que alerta sobre algo de fundamental e que pode ter uma notável contribuição para a nossa qualidade de vida, ou falta dela, nestes mesmos espaços urbanos.
O segundo livro é uma obra daquelas mais exigentes na leitura, dada a sua profundidade. Arte e educação, dois conceitos indissociáveis na nossa existência, pois precisamos dos dois para vivermos uma vida plena.



Ainda não tinha nenhum livro sobre inteligência artificial, daí quando me deparei com este o ter escolhido para uma primeira incursão nesta temática.
Finalmente algo de completamente novo na minha biblioteca, um livro dedicado inteiramente a um país com uma história complicada, o Paquistão. Noutros que tenho o Paquistão aparecia só de relance, nalguns capítulos, mas este é totalmente dedicado a este país. Estou particularmente curioso para o ler...
À data que escrevo este comentário, vi outro sobre outro país curioso, a Síria, sendo que será muito provavelmente uma das próximas entradas na minha biblioteca pessoal.
Para fechar,  repto para que comprem e leiam livros, pois abre-nos os horizontes. E se não podem comprar, têm as nossas maravilhosas bibliotecas municipais que emprestam livros gratuitamente, portanto não há desculpas...


E para terminar, revistas, pois nem só de livros se fazem as leituras. São duas revistas que acompanho regularmente e que facilmente percebi que eram uma mais-valia para as minhas leituras e, também, para relembrar o meu francês, já enferrujado.





 

16.12.24

Fechar o ano assim, a ler!

Estamos quase a terminar o ano e decidi que uma das melhores formas era fechar com... livros. Porquê? Quem lê regularmente sabe. Quem não sabe eu explico. Os vossos horizontes expandem, o vosso conhecimento explode, o vosso sentido crítico desenvolve de forma exponencial. Não têm dinheiro? Bibliotecas municipais resolvem!

Indo à primeira entrada de mais uma remessa (três deles estavam esquecidos numa pasta há 3 meses e só há poucos dias me apercebi..), eis uma obra que é precisamente o que eu gosto, uma perspectiva sobre um tema que a minha biblioteca ainda não cobre. Visto na diagonal e a dúvida ficou desfeita, era mesmo para trazer para casa.

Segundo livro idem, e de uma forma resumida sobre os grandes naturalistas. Não é por acaso que alguns dos maiores e mais conhecidos naturalistas do planeta eram... geógrafos. Sim, a profissão de geógrafo é muito antiga e ainda bem actual. Será um livro actual durante décadas a fio.


Quem nunca ouviu falar de James Lovelock? Sim, os que não leem é normal, mas dos que leem e cultivam a mente? Destes haverá alguém? Não me parece... Claro que tinha de trazer para casa este!

Não haja dúvida que os franceses apostam a sério na cultura científica, daí a enorme quantidade de revistas onde a ciência é rainha. Adquiro regulamente revistas que tenham conteúdos que me interessam e esta foi mais uma que veio para casa.


Os próximos dois livros fazem parte de uma colecção bem interessante, sem aborto ortográfico à mistura, a qual estou a complementar. Muito abrangente, muito fácil de ler e muito importante para ir compreendendo bem o mundo que nos rodeia. 



Para finalizar, um livro com alguns anos, mas sempre importante como documento de análise sobre o passado e ferramenta de análise para o futuro. É fundamental compreender o ontem e o hoje para melhor percepcionar o que virá no futuro em termos ambientais.