13.8.26

Ao menos limpem o lixo que veio da vossa propriedade!


Há uns dias voltei a um dos lugares que mais aprecio e que tanto gosto ir para recarregar baterias. Reparei que, infelizmente, umas chapas de plástico que ali estavam desde o dia 28 de Janeiro, ainda se mantinham por ali, sem que o proprietário da propriedade da qual elas voaram, situada a poucos metros, as tivesse ido tirar dali. Mesmo sendo um lugar tão emblemático para Ansião, ninguém se tinha dado ao trabalho de retirar aqueles (e outros) resíduos dali, daí que fiz algo que faço há muitos anos, limpei este lugar de resíduos vários, todos eles plásticos. Foram debaixo do braço até ao ecoponto mais próximo.
Fica o apelo a que limpem resíduos como estes, pois se vieram das vossas propriedades, cabe-vos em primeiro lugar limpar estes mesmos resíduos, sem desculpas. Porque Ansião é mais bonito sem lixo espalhado!



 

9.8.26

A (i)lógica do ressabiado do "João Ancião"...


Nota: para quem não sabe, o "João Ancião" é um nome de um perfil falso que destila ódio por aqueles que são competentes e não lambem as botas do seu amo

 

4.8.26

Partilhar conhecimento sobre temas complexos é um prazer!

Nunca digo que não, gosto sempre de ter a oportunidade de partilhar conhecimento sobre os temas que mais sei. Para quem não teve a oportunidade de ler a reportagem que aborda a questão climática, presente no Jornal de Leiria no dia 23 de Julho, fica o registo da reportagem para a qual fui convidado a falar. Façam-se assinantes, tal como eu, pois o Jornal de Leiria é daqueles que apostam em falar do que é realmente importante e fala da nossa região! E precisamos de ter a imprensa escrita nas nossas papelarias à venda, já que nada substitui o papel. Tive de me fazer assinante porque o Jornal de Leiria deixou de estar à venda em Ansião, uma sede de concelho! Fica o apelo à leitura de todos os temas importantes para as nossas vidas!


Fonte: Jornal de Leiria

 

27.7.26

Para sensibilizar é, primeiro, preciso saber...

Não é que não esperasse, já que é infelizmente comum neste tipo de acções o que se constata nas imagens. Uma acção de sensibilização ambiental ocorrida em Março a poucas dezenas de metros da nascente do Nabão, onde o foco foram as árvores, que, como se vê nas imagens, valeu de pouco, já que a esmagadora maioria das árvores ali colocadas, de forma a substituir as árvores caídas no final de Janeiro, devido à tempestade, está... seca. Ainda mais estranho é o facto da Associação Florestal de Ansião ter também participado e não se ver aqui muito do seu conhecimento técnico, o qual evitaria este desfecho. O que vão pensar os adultos e crianças que plantaram estas árvores quando as virem... secas? Ficarão sensibilizados por ver que o que fizeram afinal não valeu para nada?

Falhou a acção de sensibilização e fica por saber quantas das 140 árvores plantadas estão vivas... É que a sensibilização ambiental não serve apenas para reunir umas pessoas, tirar umas fotografias bonitas e para o show off. Para sensibilizar há que saber o que se faz. E quando o que se faz não é bem feito, alguma coisa falhou... E pela experiência que tenho enquanto educador ambiental, vejo claramente que muito falhou ali!





 

22.7.26

A esperança média de vida deles é curta, sabiam?


Sim, a imagem está desfocada, contudo já não dá para fazer novo registo fotográfico. Bem, pelo menos a este queijo retratado pela fotografia...
Hoje apeteceu-me falar de mais coisas que gosto, desta vez uma coisa que gosto e já por algumas vezes aqui falei, embora fosse de outros queijos e não deste. Fui premiado com este queijo após uma actividade, pro bono, em prol do património da nossa região. Durou poucos dias, diga-se, e ficou-me no palato, recebendo a minha aprovação. Desconhecia este e agora é um dos que entra na minha lista para quando quiser comprar queijos, seja para mim seja para oferecer, já que não gosto de oferecer bugigangas a amigos e amigas, oferecendo sim produtos, dos bons, da minha região. Sim, é assim que se faz, junta-se o útil ao agradável e ganham todos com isso, inclusivamente os produtores locais.
Mas vamos a uma questão muito importante e que anda a ser esquecida... Porque é que os rebanhos de cabras e ovelhas não são a regra na nossa região? Porque têm os produtores dificuldade em ter produto para fazer o queijo? E porque carga de água não é um escândalo Portugal já não ter uma central de processamento de lã (lavagem e afins), fazendo com que a lã, essa matéria-prima basilar, seja mandada ou para o lixo ou exportada?! Vamos reflectir sobre estes importantes temas e mexermos-nos?



 

18.7.26

E o bacalhau quer... livros!


De volta aos livros, revistas e leituras, com mais uma fornada de novas entradas na minha biblioteca pessoal. Começo com... bacalhau! Já estava no radar há uns tempos e hoje teve de vir comigo. Para quem gosta tanto de bacalhau, ler sobre a história do bacalhau, que tanto diz à gastronomia portuguesa, é algo de obrigatório. Sem desacordo ortográfico, claro!
Segue-se a cultura, essa tema tão essencial a uma sociedade evoluída e sábia. Já tenho alguns livros sobre a questão cultural, contudo não com esta perspectiva, a qual me enriquece e me faz avançar na compreensão de algo tão basilar.

Trata-se de um livro sobre a história de um continente muito castigado a todos os níveis. Gostei do que vi, ao analisar por alto os conteúdos deste belo livro, daí ter vindo comigo. Agora tenho de descobrir o volume I, o qual não estava ao pé deste. São muitas páginas para ler, portanto este sei que será um livro só para quando tiver assim uns dias valentes para ler e absorver, pois ler rápido não é nada positivo quando queremos absorver a escrita.


Agora duas revistas, em francês, em temas que me interessam e que me ajudam a desenferrujar o francês. A primeira é já vossa conhecida, saindo a cada dois meses. Já a segunda, é novidade e trouxe este número, já que se revelou bastante interessante.

Agora toca a ler. E se forem perseguidos ou azucrinados por algum chegasno, agitem um livro no ar que eles fogem a sete pés!