23.10.26

Queimar plásticos no Rabaçal?! Ponham-se a jeito e depois queixem-se...

Foi há umas semanas que, ao passar ali, na estrada do Rabaçal, em frente ao lagar que ali existe, que fiquei curioso, pois, apesar de ser de noite, via alguém a queimar coisas precisamente no sítio que a primeira fotografia mostra. Na altura fiquei com a impressão de que estavam a queimar, entre outros, plásticos, contudo como era de noite não dava para tirar fotografias.

Já depois disso, voltei ali a passar e desta vez estava um monte de paletas velhas e, plásticos (entre eles um bidon que mal se vê na imagem, dada a fraca definição), amontoado, tudo fazendo parecer que é para queimar. Ora, é proibido queimar plásticos, daí ter feito este registo fotográfico. De agora em diante irei indagar se andam mesmo ali a queimar, pois caso assim o seja irei providenciar o merecido prémio para quem, alegadamente, faz esta burrice chapada. O terreno sabe-se de quem é e quem, alegadamente, queima os plásticos também, portanto se se quiserem pôr a jeito estejam à vontade...



 

19.10.26

São 11, senhores e senhoras!


Regresso para mais uma série de entradas na minha biblioteca pessoal. Inicio com um livro de alguém que conheço e que, aqui, escreve com um pseudónimo genial. Ainda não li, mas na observação prévia deu para perceber que vai ser uma leitura muito engraçada...
Prossigo com um livro que encontrei a bom preço e que fala sobre algo de importante e para o qual temos de estar bem armados, ou seja o populismo que nos anda a assolar. Uma mente bem informada e aberta bate esta gente reles que se baseia no ódio para viver.


Seguem-se 3 livros que trouxe de um genial alfarrabista do Porto, um senhor de 90 anos que  até Dezembro vai fechar a loja, já que o senhorio não o quer lá mais para, assim, poder vender a loja para uma qualquer loja de lembranças no centro da cidade. Apareçam lá antes de fechar, pois há sempre livros a descobrir e há que ajudar quem merece. 
O primeiro destes 3 foi oferta do proprietário, escolhido por ele e sabendo que eu sou geógrafo. Foi curioso ter escolhido este, já que no último mês li 3 livros ligados a IA e algoritmos e este precede-os a todos. Depois 2 livros daqueles que os geógrafos e não só apreciam. São livros antigos mas com sumo que não se perde...




Seguem-se livros variados sobre temas variados, uns de autores conhecidos, outros sobre temas ou personagens conhecidas em termos históricos. É na diversidade de conhecimento e perspectivas que aposto na minha biblioteca pessoal. 






Este último livro não custou 2 euros, mas sim apenas 1 euro. É mais uma forma de ajudar a tirar a ferrugem do meu francês, também com livros mais simples. E tem resultado, diga-se....


Sim, são muitos livros desta vez, mas brevemente mais se seguirão. Há um outro já a caminho e uma série de revistas que já aqui tenho mas que darei conta na próxima vez que voltar aos livros no azinheiragate! Leiam e deem a ler!!











 

14.10.26

Para sensibilizar, primeiro há que saber sensibilizar (parte II)


Há umas semanas abordei aqui um facto sobre a semana da sensibilização ambiental, ou seja erros básicos que são inadmissíveis, ainda mais quando os promotores são uma autarquia coadjuvada por associação florestal.
Eis que reparei em algo mais, algo que mostra o amadorismo da coisa. Dois pinheiros mansos colocados a uma distância inferior a dois metros um do outro. Daqui a uns anos toca a cortar um deles, pois como qualquer pessoa inteligente sabe, eles crescem e precisam de espaço, portanto colocar dois tão perto um do outro não é algo que seja compatível com a dita sensibilização ambiental, já para não falar do resto. Até tenho medo do que aí vem para a Mata Municipal...

 

5.10.26

Só lá vamos com educação, portanto temos de...


Temos de começar a esboçar um plano simples e eficaz para acabar com estes atentados ao património de Ansião. Como? Simples, começar nas escolas, através dos professores de história, geografia, cidadania e afins. Expor imagens como esta e mostrar que é errado e que tem consequências. Já por várias vezes a Ponte da Cal foi grafitada, contudo nas laterais, onde é mais fácil limpar. O que se vê na imagem é mais complicado, pois não é com tinta/cal que se lá vai. Terá de ser uma empresa especializada a remover a tinta dali.
É absolutamente vergonhoso que a Ponte da Cal não esteja classificada como monumento. Desde 2010 que está pendente e em 2015 deveria ter sido classificada no âmbito do PDM. Ao invés o executivo então do PSD colocou uma ponte de ferro, um autêntico mamarracho, ao lado deste monumento, prejudicando-o. Em vez de se valorizar, cria-se um circo em redor de um monumento excepcional.
Mas voltando ao início, temos de entrar em força nas escolas com a educação sobre o património, pois só assim lá vamos. Os miúdos não vêm educados de casa, portanto é de basilar importância que se trate a questão nas escolas e nos vários níveis de ensino. 

 

27.9.26

A Serra da Portela não é nenhuma lixeira, sabiam?


Fotografia: Junta de Freguesia de Pousaflores

Parece incrível, mas mesmo com tanta informação, mesmo com pessoal disposto a ajudar e com locais para recolha de resíduos, há sempre um porcalhão que acha que o lixo é para ir levar e depositar no monte, neste caso na Serra da Portela, em Pousaflores. Trata-se de uma situação ainda mais grave, já que se trata de um resíduo (telhas velhas) com potencial cancerígeno (amianto), que ao se degradar polui tanto à superfície como em profundidade. E os calcários são bastante permeáveis...
Quem faz isto não passa de um porco sem respeito e de alguém que se está a borrifar para o ambiente e para a saúde humana. 
Alguém terá visto e alguém poderá denunciar o artista que cometeu este crime que atenta contra a nossa saúde. Não se coibam de denunciar este tipo de situações quando as virem. E se tiverem receio de as denunciar, falem comigo, que, havendo provas, eu trato do resto. Já vários aprenderam após terem feito disto...