28.10.26

É tão bom ler!


De forma a dar vazão aos vários livros e revistas que nos últimos dias entraram na minha biblioteca pessoal, volto então novamente ao lóbi, bom, dos livros e do conhecimento. Ler é fundamental, mesmo que não se apercebam disso. Uma pessoa mais conhecedora dos mais variados assuntos, é um melhor cidadão e um cidadão capacitado para mudar o paradigma no bom sentido.
Eis então as novas entradas. Inicio com mais um notável livro de um estimado colega geógrafo e amigo, sobre o património da nossa região, desta vez focado em Soure. Tenho a sorte de ter amigos que enriquecem desta forma a nossa região, com conhecimento que divulga e valoriza o nosso território. Este livro será lido muito brevemente, isso garanto!


Seguem-se uma série de revistas em inglês e francês, as quais acompanho e vou adquirindo quando têm temas do meu interesse, o qual é vasto e multidisciplinar. Ler é fundamental e se for em várias línguas, melhor. Inglês é muito fácil para mim há muitos anos. Francês começa a ser mais fácil, após começar a tirar a ferrugem ao francês. Outras podem surgir, seja em espanhol ou em italiano, basta encontrar algo de interesse e vem logo comigo.
Agora um desafio para que, não lê muito ou nem sequer tem o hábito saudável de ler. Vão às nossas bibliotecas municipais e peguem num livro que seja do vosso interesse. Sei que nalgumas áreas a oferta é reduzida nas nossas bibliotecas, contudo há muito por onde pegar e nem pagam por isso!




 

23.10.26

Queimar plásticos no Rabaçal?! Ponham-se a jeito e depois queixem-se...

Foi há umas semanas que, ao passar ali, na estrada do Rabaçal, em frente ao lagar que ali existe, que fiquei curioso, pois, apesar de ser de noite, via alguém a queimar coisas precisamente no sítio que a primeira fotografia mostra. Na altura fiquei com a impressão de que estavam a queimar, entre outros, plásticos, contudo como era de noite não dava para tirar fotografias.

Já depois disso, voltei ali a passar e desta vez estava um monte de paletas velhas e, plásticos (entre eles um bidon que mal se vê na imagem, dada a fraca definição), amontoado, tudo fazendo parecer que é para queimar. Ora, é proibido queimar plásticos, daí ter feito este registo fotográfico. De agora em diante irei indagar se andam mesmo ali a queimar, pois caso assim o seja irei providenciar o merecido prémio para quem, alegadamente, faz esta burrice chapada. O terreno sabe-se de quem é e quem, alegadamente, queima os plásticos também, portanto se se quiserem pôr a jeito estejam à vontade...



 

19.10.26

São 11, senhores e senhoras!


Regresso para mais uma série de entradas na minha biblioteca pessoal. Inicio com um livro de alguém que conheço e que, aqui, escreve com um pseudónimo genial. Ainda não li, mas na observação prévia deu para perceber que vai ser uma leitura muito engraçada...
Prossigo com um livro que encontrei a bom preço e que fala sobre algo de importante e para o qual temos de estar bem armados, ou seja o populismo que nos anda a assolar. Uma mente bem informada e aberta bate esta gente reles que se baseia no ódio para viver.


Seguem-se 3 livros que trouxe de um genial alfarrabista do Porto, um senhor de 90 anos que  até Dezembro vai fechar a loja, já que o senhorio não o quer lá mais para, assim, poder vender a loja para uma qualquer loja de lembranças no centro da cidade. Apareçam lá antes de fechar, pois há sempre livros a descobrir e há que ajudar quem merece. 
O primeiro destes 3 foi oferta do proprietário, escolhido por ele e sabendo que eu sou geógrafo. Foi curioso ter escolhido este, já que no último mês li 3 livros ligados a IA e algoritmos e este precede-os a todos. Depois 2 livros daqueles que os geógrafos e não só apreciam. São livros antigos mas com sumo que não se perde...




Seguem-se livros variados sobre temas variados, uns de autores conhecidos, outros sobre temas ou personagens conhecidas em termos históricos. É na diversidade de conhecimento e perspectivas que aposto na minha biblioteca pessoal. 






Este último livro não custou 2 euros, mas sim apenas 1 euro. É mais uma forma de ajudar a tirar a ferrugem do meu francês, também com livros mais simples. E tem resultado, diga-se....


Sim, são muitos livros desta vez, mas brevemente mais se seguirão. Há um outro já a caminho e uma série de revistas que já aqui tenho mas que darei conta na próxima vez que voltar aos livros no azinheiragate! Leiam e deem a ler!!











 

14.10.26

Para sensibilizar, primeiro há que saber sensibilizar (parte II)


Há umas semanas abordei aqui um facto sobre a semana da sensibilização ambiental, ou seja erros básicos que são inadmissíveis, ainda mais quando os promotores são uma autarquia coadjuvada por associação florestal.
Eis que reparei em algo mais, algo que mostra o amadorismo da coisa. Dois pinheiros mansos colocados a uma distância inferior a dois metros um do outro. Daqui a uns anos toca a cortar um deles, pois como qualquer pessoa inteligente sabe, eles crescem e precisam de espaço, portanto colocar dois tão perto um do outro não é algo que seja compatível com a dita sensibilização ambiental, já para não falar do resto. Até tenho medo do que aí vem para a Mata Municipal...

 

5.10.26

Só lá vamos com educação, portanto temos de...


Temos de começar a esboçar um plano simples e eficaz para acabar com estes atentados ao património de Ansião. Como? Simples, começar nas escolas, através dos professores de história, geografia, cidadania e afins. Expor imagens como esta e mostrar que é errado e que tem consequências. Já por várias vezes a Ponte da Cal foi grafitada, contudo nas laterais, onde é mais fácil limpar. O que se vê na imagem é mais complicado, pois não é com tinta/cal que se lá vai. Terá de ser uma empresa especializada a remover a tinta dali.
É absolutamente vergonhoso que a Ponte da Cal não esteja classificada como monumento. Desde 2010 que está pendente e em 2015 deveria ter sido classificada no âmbito do PDM. Ao invés o executivo então do PSD colocou uma ponte de ferro, um autêntico mamarracho, ao lado deste monumento, prejudicando-o. Em vez de se valorizar, cria-se um circo em redor de um monumento excepcional.
Mas voltando ao início, temos de entrar em força nas escolas com a educação sobre o património, pois só assim lá vamos. Os miúdos não vêm educados de casa, portanto é de basilar importância que se trate a questão nas escolas e nos vários níveis de ensino.