28.8.23

Fontes de água de Ansião: o antes e o depois da recuperação

Andei uns 20 minutos à procura da fotografia inicial, mas não encontrei. Assim tive de me recorrer de uma fotografia da fotografia original, a qual tinha tirado via écran do computador há uns tempos para não me esquecer de falar do assunto aqui no azinheiragate.
Há poucos meses a Junta de Freguesia de Ansião recuperou algumas fontes, sendo que esta é uma das intervencionadas. Tinha uma foto antiga no arquivo, portanto nada melhor do que utilizá-la para mostrar o antes e o depois. É importante e de aplaudir recuperar as antigas fontes, sendo que o próximo passo é garantir que dali sai água potável. 
Eu sou do tempo em que se utilizava fontes como esta para beber água, mas o que se passou desde então para deixarmos de as utilizar? Ter uma fonte destas só para mostrar é positivo, contudo se não se garantir que a água é potável, de pouco vale no médio e longo prazo. Lembrem-se que há ainda quem passe por ali e gostasse de parar para encher o cantil. Na Vila de Ansião passam peregrinos que usam estas fontes para encher os cantis...
Para provedora da água, potável, sugiro a Dª Maria Luisa Ferreira, dado o seu contributo em termos da qualidade dos recursos aquíferos em Ansião. 



 

23.8.23

O antes e o depois da última obra do quartel dos Bombeiros Voluntários de Ansião.

Quem acompanha o azinheiragate já se apercebeu que uma das muitas coisas que gosto de aqui trazer é precisamente o antes e o depois de pontos/locais vários de Ansião, concretamente antes e depois de intervenções no edificado. Desta vez trata-se do actual quartel dos Bombeiros Voluntários de Ansião. Tenho pena não ter fotos da década de 90, quando o terreno por detrás do quartel, actual parte nova, era um olival, mas tenho de jogar com o que tenho.

Em 2015 fiz um registo fotográfico do quartel, que inclui outros pontos além dos que aqui mostro. Há poucas semanas voltei aos mesmos locais onde tinha feito os primeiros registos fotográficos para voltar a repetir o que fiz há 8 anos. Há alguns pontos em falta porque foram registados dentro do recinto e como eu deixei de frequentar esta Associação em 2018, não coloco as imagens em falta nem fiz registo posterior dos mesmos pontos. Esta situação deriva de uma série de episódios de total e vergonhoso desrespeito por mim por parte de 3 elementos deste corpo de bombeiros (que me temiam e me viam como uma ameaça ao pseudo estatuto deles) e também pelo facto de eu ter sido literalmente esquecido por esta Associação Humanitária, mesmo depois de um grave acidente em 2005, no qual fiquei com uma sequela para o resto da vida, a qual me causa ainda dores e desconforto e, incrivelmente, tive de pagar do meu bolso a fisioterapia em 2006. O dinheiro é como o outro, volta-se a ganhar, agora a atitude é que é, para mim, imperdoável... Foi neste mesmo mês, em 2005 que o acidente ocorreu, daí a carga sentimental das últimas linhas. Felizmente que nunca precisei de nenhuma causa para ser gente, ter voz e ser ouvido. Muitos dos que me conhecem, inclusivamente muitos bons amigos que ali tenho, sabem o que isto significa e partilham desta minha forma de estar na vida. Muitos não sabem, mas o pior inimigo dos bombeiros são os próprios bombeiros, daí a realidade que se observa um pouco por todo o país, por ciclos, obviamente. Felizmente que não confundo a árvore com a floresta, continuando a apoiar activamente, e de outras formas, a causa humanitária noutros pontos do país e promovendo/divulgando sempre iniciativas solidárias para com qualquer Associação Humanitária na região de Sicó, ou por vezes, fora desta.

Mas voltando ao principal, mostro aqui, e para cada um dos locais onde fiz os registos em 2015, o registo de 2023, ou seja o antes e o depois. São imagens sempre curiosas que nos remetem para as memórias, seja de uma Associação da qual fiz parte uns 17 anos, seja da evolução do edificado da Vila de Ansião. Espero que apreciem, pois a memória não tem preço. 











19.8.23

Metievorpa arap retem sa sarutiel me aid!

Demoraram muito a perceber o título? É bom abanar um bocado o pensamento, não é?

Estes primeiros quatro livros fazem parte de um todo e surgiram no âmbito da Trienal de Arquitectura de Lisboa. Destacavam-se visualmente na prateleira da secção de arquitectura e comecei a dar uma olhadela a cada um deles. Acabei por trazer a colecção de 4 livros, já que todos eles têm conteúdos bastante interessantes e abrangentes na vasta temática da arquitectura, com exemplos de projectos disruptores e inovadores um pouco por todo o planeta e com discussões que só enriquecem quem lida directa ou indirectamente com temáticas como a arquitectura, urbanismo, mobilidade e muito mais. São todos em inglês, mas para mim isso não é problema algum. Comprar livros é das poucas coisas que apesar de nos fazer gastar dinheiro, ficamos bem mais ricos com isso.





Economia social, um tema tão caro ao país e tão pouco debatido e valorizado. Encontrei este livro em mais uma ronda e o título chamou-me à atenção, já que eu reconheço a importância estrutural da economia social em Portugal e não só. Abri, confirmei se não padecia do desacordo ortográfico e dei uma olhadela nos conteúdos. A escolha foi fácil...


Agora um dos livros mais irónicos de sempre no domínio da temática ambiental. Quem sabe minimamente da temática ambiental já ouviu este nome e este título, contudo não serão todo/as aquele/as que já tiveram a oportunidade de ler esta obra excepcional, onde me incluo eu. No dia que adquiri este livro não tinha em mente visitar uma livraria, contudo, e tendo em conta que estava calor e eu tinha de fazer uma pausa durante o trajecto que estava a fazer, eis que decidi parar para ver se havia novidades que me interessassem. Mal o vi foi rápida a decisão de o trazer comigo. Bastou apenas ver se não padecia do aborto ortográfico para o levar debaixo no braço. Tendo em conta que logo depois tive de esperar uma hora até ao compromisso que estava agendado, comecei logo a ler o livro, algo que é raro fazer (comprar e começar logo a ler). Dois capítulos já cá cantam e posso dizer que é fenomenal...



Sobre este último livro, já o destaquei aqui há poucos anos, contudo era na versão em inglês. Esta versão é em bom português, livre do aborto ortográfico, e podem encontrar o mesmo na Biblioteca Municipal de Ansião. É um livro excepcional, seja para jovens ou para adultos. Vão até à biblioteca e levem-no emprestado por uns dias para lerem e perceberem o porquê de ser uma obra prima na questão ambiental.



14.8.23

Quando uma avioneta aterrou no IC8


Foi há 13 anos que algo de pouco comum aconteceu, quando uma avioneta teve de aterrar de emergência em pleno IC8, na zona do Camporês, Ansião. Na altura ia a passar e tive a sorte de registar o momento.
Porque a região de Sicó também tem as suas curiosidades...

5.8.23

Novidades sobre a Certificação do Caminho Português de Santiago que cruza a região de Sicó



Informação via Nuno Mendes Claro:

"Caminho Português de Santiago Central
Região Centro
É certificado como itinerário do Caminho de Santiago o Caminho Português de Santiago Central — Região Centro e reconhecido como de elevado valor patrimonial, entre outros, o troço entre Rabaçal e Conímbriga.