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22.8.26

Menos algoritmos, mais livros!


Aproveitando o facto de ser uma época de férias para muitos de vós, volto às lides dos livros, após mais entradas na minha biblioteca pessoal. Sem desacordo ortográfico, obviamente!
A Inteligência Artificial será cada vez mais um tema importante, daí precisarmos de saber mais sobre algo que se afigura como uma ameaça para o nosso dia-a-dia. Sim, a IA tem alguns aspectos positivos, contudo é dos muitos aspectos negativos e ameaças da IA que quero alertar. Este livro é particularmente interessante. Informarmo-nos sobre a IA é fundamental, pois só assim poderemos perceber que somos cada vez mais um produto nas mãos de códigos...
Depois a Escrita. A escrita é a nossa pátria, daí ser tão importante conhecer a fundo este tema. Há muitas pátrias que importa conhecer.



A primeira guerra mundial e as suas origens começam a ficar esquecidas para alguns ignorantes que vão na conversa do bandido, daí ser importante conhecer e não deixar esquecer as coisas más que causam tanto mal a este mundo. Porque estas ideologias estão a voltar às lides, nada como atacar o problema como conhecimento e com livros, os quais são a melhor arma!

Finalizo com uma revista já vossa conhecida, pois sempre que sai um novo número, trago-o aqui. O meu francês está a voltar a melhorar, isso é certo!



 

26.11.25

Ler é um acto de poder!


De volta aos livros. Inicio com um livro muito importante nos dias de hoje em Portugal. O conhecimento é poder, portanto é a melhor ferramenta para usar contra aqueles que atentam contra a democracia e promovem o ódio. É um livro daqueles densos, que irá necessitar de uns dias de leituras para finalizar e que irei iniciar a leitura em poucas semanas. Livre do desacordo ortográfico, obviamente, pois não compro qualquer livro, jornal ou afim que padeça do desacordo ortográfico.

Prossigo com dois livros de uma colecção, da qual já tinha um, adquirido no mês passado e aqui destacado. Complementam bem a minha biblioteca num tema importante, a economia. 

Segue-se uma revista francesa que tenho acompanhado nos últimos meses e que é deveras interessante. Além disso ajuda a desenferrujar o meu francês, que tem ganho ferrugem nos últimos anos.

Finalizo com outra revista, a qual acompanho de forma regular e que sempre que vejo que é focada em temas que me interessam mais, adquiro. Gosto bastante desta revista porque, além de tudo o mais, mostra o que de melhor se faz e se imagina em projectos de todo o tipo por todo o mundo. E imaginem que regularmente surgem ali projectos vindos de Portugal. Consideramo-nos pequenos, mas só quem tem a mentalidade pequena e tacanha, pois quando queremos fazer e somos bons no que fazemos, somos capazes de  fazer mais e melhor do que os melhores lá de fora.

Não se esqueçam, leiam e deem a ler livros e revistas! Menos redes sociais, poluídas por conteúdos da treta e guiadas por algoritmos manipulados por gente sem ética e valores, mais livros impolutos e transformadores!


 

5.6.25

A cura para uma democracia doente? Livros, leituras e literacia!



Num mês onde começam em força as feiras do livro, também na região de Sicó, e no mês após um acto eleitoral que mostrou sintomas fortes de uma democracia doente, volto com o melhor que temos contra o ódio, o fascismo e a ignorância, ou seja os livros e a cultura. Não é por acaso que abordo regularmente a questão dos livros, é sim propositadamente, pois uma população informada a formada é imune aos encantadores de burros.
Eis então mais 5 entradas na minha biblioteca pessoal. Arte como terapia, um livro especial que tinha mesmo de trazer comigo da livraria. Segue-se um tema também complexo, sobre o Médio Oriente, com mais este "acrescento" para a compreensão de algo complexo a todos os níveis.



Depois dois livros em bom português, livres do desacordo ortográfico e sobre dois temas tão importantes como a ciência e os museus. Ambos escritos por mulheres. Serão leituras fáceis e desejadas.


Por último um livro daqueles "pesados" e densos, que exigem calma e tempo para compreender, de facto, o que se lê. Um dos autores, o mais conhecido dos dois, tem perdido a minha consideração, pois nota-se que já está naquela fase em que os neurónios já queimaram. Contudo é importante ler livros como este, pois só nos expondo a ideias é que as podemos compreender e elaborar as nossas próprias ideias.
Agora já sabem, visitem as feiras dos livros, as livrarias, as bibliotecas municipais. E ofereçam livros, pois é algo de muito importante para que tenhamos uma sociedade mais informada e menos susceptível a encantadores de burros.




 

9.5.25

Nova jornada do campeonato das leituras!


Regresso para mais uma jornada do campeonato das leituras, com 4 novas entradas na competição da literacia. Os três primeiros livros, livres do desacordo ortográfico, decorrem de mais uma visita a uma das minhas livrarias preferidas, a Centésima Página. O primeiro tem a ver com os espaços que mais usamos no nosso dia-a-dia, ou seja o espaço urbano. Trata-se de uma obra que alerta sobre algo de fundamental e que pode ter uma notável contribuição para a nossa qualidade de vida, ou falta dela, nestes mesmos espaços urbanos.
O segundo livro é uma obra daquelas mais exigentes na leitura, dada a sua profundidade. Arte e educação, dois conceitos indissociáveis na nossa existência, pois precisamos dos dois para vivermos uma vida plena.



Ainda não tinha nenhum livro sobre inteligência artificial, daí quando me deparei com este o ter escolhido para uma primeira incursão nesta temática.
Finalmente algo de completamente novo na minha biblioteca, um livro dedicado inteiramente a um país com uma história complicada, o Paquistão. Noutros que tenho o Paquistão aparecia só de relance, nalguns capítulos, mas este é totalmente dedicado a este país. Estou particularmente curioso para o ler...
À data que escrevo este comentário, vi outro sobre outro país curioso, a Síria, sendo que será muito provavelmente uma das próximas entradas na minha biblioteca pessoal.
Para fechar,  repto para que comprem e leiam livros, pois abre-nos os horizontes. E se não podem comprar, têm as nossas maravilhosas bibliotecas municipais que emprestam livros gratuitamente, portanto não há desculpas...


E para terminar, revistas, pois nem só de livros se fazem as leituras. São duas revistas que acompanho regularmente e que facilmente percebi que eram uma mais-valia para as minhas leituras e, também, para relembrar o meu francês, já enferrujado.





 

16.12.24

Fechar o ano assim, a ler!

Estamos quase a terminar o ano e decidi que uma das melhores formas era fechar com... livros. Porquê? Quem lê regularmente sabe. Quem não sabe eu explico. Os vossos horizontes expandem, o vosso conhecimento explode, o vosso sentido crítico desenvolve de forma exponencial. Não têm dinheiro? Bibliotecas municipais resolvem!

Indo à primeira entrada de mais uma remessa (três deles estavam esquecidos numa pasta há 3 meses e só há poucos dias me apercebi..), eis uma obra que é precisamente o que eu gosto, uma perspectiva sobre um tema que a minha biblioteca ainda não cobre. Visto na diagonal e a dúvida ficou desfeita, era mesmo para trazer para casa.

Segundo livro idem, e de uma forma resumida sobre os grandes naturalistas. Não é por acaso que alguns dos maiores e mais conhecidos naturalistas do planeta eram... geógrafos. Sim, a profissão de geógrafo é muito antiga e ainda bem actual. Será um livro actual durante décadas a fio.


Quem nunca ouviu falar de James Lovelock? Sim, os que não leem é normal, mas dos que leem e cultivam a mente? Destes haverá alguém? Não me parece... Claro que tinha de trazer para casa este!

Não haja dúvida que os franceses apostam a sério na cultura científica, daí a enorme quantidade de revistas onde a ciência é rainha. Adquiro regulamente revistas que tenham conteúdos que me interessam e esta foi mais uma que veio para casa.


Os próximos dois livros fazem parte de uma colecção bem interessante, sem aborto ortográfico à mistura, a qual estou a complementar. Muito abrangente, muito fácil de ler e muito importante para ir compreendendo bem o mundo que nos rodeia. 



Para finalizar, um livro com alguns anos, mas sempre importante como documento de análise sobre o passado e ferramenta de análise para o futuro. É fundamental compreender o ontem e o hoje para melhor percepcionar o que virá no futuro em termos ambientais.



28.5.24

As feiras do livro estão a começar, aproveitem!





Está a começar a bela época das feiras do livro um pouco por todo o país, sendo mais uma boa altura para visitarem as mesmas e dar uma olhadela em livros que vos interessem. Eu irei visitar duas ou três.
Os livros que hoje destaco não foram adquiridos em feiras do livro, mas sim numa livraria histórica. Os primeiros quatro livros são de uma colecção que estou a completar, sendo cada um deles um bom resumo de temas particularmente interessantes. Todos em bom português, sem desacordo ortográfico!
Depois um outro livro, já em inglês, sobre uma das temáticas mais importantes deste século, ou seja a questão dos resíduos e do seu destino. Dantes eram apenas os 3 R´s, mas agora são muitos mais R´s. Façam o favor de ser responsáveis na hora de consumir, pois o planeta e a nossa saúde são quem mais sofre.




 

21.4.24

LLEERR PPRREEJJUUDDIICCAA GGRRAAVVEEMMEENNTTEE AA IIGGNNOORRÂÂNNCCIIAA



É um vício, eu sei, mas ao menos é um vício onde gastando dinheiro ficamos mais ricos interiormente e isso é extraordinariamente importante. Desta vez dois clássicos para iniciar, um de uma das grandes referências ambientais em Portugal, outro uma das grandes referências internacionais. Não estava à procura deles, foram mesmo achados de última hora que tinham de vir comigo para casa. Ambos em bom português, sem desacordos ortográficos à mistura.

Depois, já em inglês, um livro que me prendeu a atenção e que ainda não tinha nada parecido na minha biblioteca. Vai dar umas semanas de luta para "devorar", resta saber quando vou ter tempo para o ler, tal a quantidade de livros que tenho ainda por ler.



Depois, dois livros de uma colecção que já tinha iniciado com outros dois da mesma colecção. Estavam em promoção e eis que não esperei mais. Egipto e Guerra Fria, dois temas tão diferentes mas tão interessantes e importantes em termos históricos e não só.





 

27.10.23

Sobre a iliteracia ambiental...

Volto mais uma vez à temática dos livros. Apesar de sempre que publico algo sobre livros ter poucas visualizações, esse facto apenas me motiva a escrever mais sobre livros, sobre literacia ambiental e tudo o que orbita em redor dos mesmos.

Desta vez inicio com duas fotografias de uma livraria no Reino Unido, a qual visitei há poucos dias num tempo livre entre apresentações do congresso a que fui por ali. Fiquei impressionado com a quantidade de livros disponíveis sobre a questão "Natureza" e sobre a diversidade da mesma. E também com a diversidade dentro da mesma. Em Portugal ocorre já há muitos anos um esvaziamento de livros da temática "Natureza" das prateleiras das livrarias, cenário que é a regra. Sendo eu alguém que compra bastantes livros, fico triste ser tão difícil encontrar livros desta temática nas várias livrarias. Mas naquela livraria, no Reino Unido, havia centenas à escolha e a preços acessíveis q.b. Apetecia-me literalmente trazer dezenas de livros debaixo do braço, mas só pude trazer dois, dado o espaço limitado na mochila.

Mas voltando atrás, este cenário estende-se às bibliotecas municipais, que têm pouca oferta de livros sobre o mundo natural. Neste caso, e nas últimas duas décadas, tenho dado um contributo para reverter o cenário em algumas bibliotecas municipais, nomeadamente aquela que mais me diz e que alguns saberão. 


Mas vamos então às novas entradas na minha biblioteca. O primeiro livro trata de uma questão para mim fundamental, ou seja educar as crianças e aproximá-las do mundo natural de uma forma pedagógica. Mesmo sendo eu um pedagogo com experiência nesta temática, gosto de aprender mais e melhor com obras como esta, que me apresentam outras perspectivas que só me irão enriquecer e fazer ser uma melhor pessoa. 


Depois uma novidade que ainda não tinha na minha biblioteca. Uma obra que nos mostra o mundo animal na perspectiva das suas viagens e do seu sentido de navegação. Já pensaram que nós, para ir de um local a outro mais longínquo, só o conseguimos fazer com a ajuda de ferramentas de navegação? Já pensaram como é que por exemplo uma ave consegue percorrer milhares de km sem qualquer aparelho de navegação a ajudar? Incrível, não é?



Os próximos dois livros chegaram à minha biblioteca há poucos dias, fruto de mais uma incursão numa livraria portuguesa. O primeiro é de um autor bem conhecido por quem lê sobre ciência e o título do livro é simplesmente maravilhoso "books do furnish a Life"!


Depois este, tem um sub-título com o qual me identifico bastante. Complementa a minha biblioteca a qual vai crescendo através de uma cobertura muito vasta, passe o pleonasmo, de temas que me interessam e que contribuem para eu ser alguém mais informado e crítico sobre esses mesmos temas. Julgo que é um reflexo natural de eu ser geógrafo. Talvez a mais-valia de ser geógrafo é saber um pouco de tudo e vez de muito de pouco.




 

17.9.23

LLEERR!!



Não há épocas onde se deve ler mais ou menos, devemos sim ler sempre que podemos, pois faz bem à mente e aprendemos mais umas coisas, as quais nos ajudam a alargar horizontes e a ter opiniões mais sustentadas e racionais.
Por esta altura estou de férias e levei comigo um livro para alimentar os olhos e a mente desassossegada (o sexto daqui). Não levei nenhum destes, pois são as entradas mais recentes na minha biblioteca. 
O primeiro é um livro que me surpreendeu, pois não é todos os dias que uma médica escreve, e bem, sobre duas questões basilares, ambiente e saúde. Faz todo o sentido, pois estão profundamente interligados, saúde e este nosso planeta com as suas maravilhas naturais. E, claro, sem aborto ortográfico à mistura.
Segue-se um livro que traz uma perspectiva que faltava na minha biblioteca, e que nos mostra o quando estúpidos somos quando afirmamos que a espécie humana é racional e as outras espécies animais são irracionais. Curiosos? Também eu...


A temática da água não é assunto novo na minha biblioteca, tal como nos últimos meses aqui mostrei em comentários sobre livros, contudo, e depois de analisar este livro, fiquei a perceber que era importante complementar esta questão. Este é em inglês, contudo, e para quem estiver interessado, há uma versão em português na Biblioteca Municipal de Ansião. Não custa nada, é pedir emprestado e ler.


Agora um livro que me interessou só de olhar para a capa e ler a mesma. Depois de analisado o índice, não havia dúvida que era para ir comigo, pois era um notável complemento para a minha biblioteca neste domínio. As variedades tradicionais são algo que já divulgo e debato há uns anos. Aqui bem perto de Ansião temos uma Associação ligada a esta importante questão

Para terminar, por agora, um outro livro deveras interessante, sobre o Adriático. O Adriático é uma região que adoro, especialmente pela questão do carso. Conheço parte do Adriático, daí a paixão por esta região e o gosto em trazer este livro comigo. Agora toca a pegar em livros e a ler os mesmos!


 

19.8.23

Metievorpa arap retem sa sarutiel me aid!

Demoraram muito a perceber o título? É bom abanar um bocado o pensamento, não é?

Estes primeiros quatro livros fazem parte de um todo e surgiram no âmbito da Trienal de Arquitectura de Lisboa. Destacavam-se visualmente na prateleira da secção de arquitectura e comecei a dar uma olhadela a cada um deles. Acabei por trazer a colecção de 4 livros, já que todos eles têm conteúdos bastante interessantes e abrangentes na vasta temática da arquitectura, com exemplos de projectos disruptores e inovadores um pouco por todo o planeta e com discussões que só enriquecem quem lida directa ou indirectamente com temáticas como a arquitectura, urbanismo, mobilidade e muito mais. São todos em inglês, mas para mim isso não é problema algum. Comprar livros é das poucas coisas que apesar de nos fazer gastar dinheiro, ficamos bem mais ricos com isso.





Economia social, um tema tão caro ao país e tão pouco debatido e valorizado. Encontrei este livro em mais uma ronda e o título chamou-me à atenção, já que eu reconheço a importância estrutural da economia social em Portugal e não só. Abri, confirmei se não padecia do desacordo ortográfico e dei uma olhadela nos conteúdos. A escolha foi fácil...


Agora um dos livros mais irónicos de sempre no domínio da temática ambiental. Quem sabe minimamente da temática ambiental já ouviu este nome e este título, contudo não serão todo/as aquele/as que já tiveram a oportunidade de ler esta obra excepcional, onde me incluo eu. No dia que adquiri este livro não tinha em mente visitar uma livraria, contudo, e tendo em conta que estava calor e eu tinha de fazer uma pausa durante o trajecto que estava a fazer, eis que decidi parar para ver se havia novidades que me interessassem. Mal o vi foi rápida a decisão de o trazer comigo. Bastou apenas ver se não padecia do aborto ortográfico para o levar debaixo no braço. Tendo em conta que logo depois tive de esperar uma hora até ao compromisso que estava agendado, comecei logo a ler o livro, algo que é raro fazer (comprar e começar logo a ler). Dois capítulos já cá cantam e posso dizer que é fenomenal...



Sobre este último livro, já o destaquei aqui há poucos anos, contudo era na versão em inglês. Esta versão é em bom português, livre do aborto ortográfico, e podem encontrar o mesmo na Biblioteca Municipal de Ansião. É um livro excepcional, seja para jovens ou para adultos. Vão até à biblioteca e levem-no emprestado por uns dias para lerem e perceberem o porquê de ser uma obra prima na questão ambiental.