27.8.26

Lembrar 2025 para que em 2027 todos saibam a jóia que Ansião tem para todos verem!



Este ano não pude ir às festas maiores da minha terra neste belo mês de Agosto, algo que lamento por vários motivos, um deles é o facto de saber que só ali costumo ver alguns dos meus amigos emigrantes, os quais sei que naqueles dias ali estão e podemos falar pessoalmente, sendo oportunidade única no ano. Ou até família que, não estando emigrada, migrou para longe de Ansião, tal como eu. Imaginam o que é nos depararmos com um familiar que já não víamos há 30 anos? Foi isso mesmo que aconteceu, portanto há sempre surpresas nestes dias festivos na minha terra. 
Não tendo podido ir, trago imagens do Cortejo Alegórico do Povo, o qual se realiza de 2 em 2 anos. Estes registos são de 2025 e estão na ordem em que fui fazendo os registos fotográficos. Ao chegar já tinham passado alguns, mas à noite fotografei os restantes, esperando que não me tenha esquecido de nenhum aqui nos registos. É um momento único, infelizmente longe dos tempos em que mal se conseguia ver os carros passar, tal a quantidade de pessoas a ver, do fundo da rua até lá cima, à CGD. Infelizmente nos últimos anos é fácil de ver, já que, comparativamente ao passado, são muito menos pessoas a ver. 
Trata-se de uma jóia da etnografia regional, a qual, só por si, merece uma publicidade diferenciada, tal como já digo há alguns anos. Sem tornar o Cortejo num produto circense, pode e deve-se fazer marketing territorial diferenciado, pois algo tão excepcional pode trazer pessoas de vários pontos do país para ver esta nossa jóia criada pelo brilhante associativismo de Ansião. E estas pessoas ficam em hotéis, AL e afins... Todos ficam a ganhar, em primeiro lugar a nossa cultura!
Todos os anos há sempre quem se destaque, contudo nunca digo quais são os meus preferidos. O mérito é de todos, portanto não há que tratar isto como que se de um concurso se tratasse. A etnografia não é um ranking, é sim uma tradição e uma paixão de alguns que dignificam as tradições e o modo de ser e estar neste território. O associativismo é um dos nossos tesouros maiores!
Espero no próximo ano não faltar, já que quem me conhece sabe o quando gosto da minha terra e do seu património natural e cultural!









 

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