Mostrar mensagens com a etiqueta #Bicicletas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #Bicicletas. Mostrar todas as mensagens

15.7.25

Gosto destes!


Não devem ter muito tempo, pois não me lembro de os ver. Falo, claro destes belos estacionamentos para bicicletas, localizados ao lado do edifício do Município de Pombal. É este o sistema correcto e tem ali um excelente pormenor que retrata um elemento identitário, o Castelo. Simples, correcto e um bom postal para quem ali passa e usa a bicicleta. A última vez que aqui falei de estacionamentos para bicicleta foi há umas semanas, também em Pombal, num caso onde o sistema usado não é de todo o ideal nem o correcto, daí ser importante agora mostrar um bom exemplo do que se pode e deve fazer, ou seja o sistema correcto e dar-lhe um toque estético para ajudar no marketing territorial. 



 

25.2.25

A intenção e o gesto são bons, contudo é fundamental corrigir...


Há uns dias deparei-me com estes estacionamentos para bicicletas, no Intermarché de Pombal. Nunca tinha reparado neles, já que só passando ali a pé é que se repara e não é daqueles locais em que os peões passem muitas vezes, daí passar despercebido à maioria.
A intenção e o gesto de criar este local para estacionamento de bicicletas são muito positivos, contudo este não é de todo o tipo de equipamento mais adequado para prender as bicicletas. Porquê? Bem, porque só se consegue prender uma roda e não é preciso muito para que gente menos bem intencionada pegue no resto da bicicleta e a leve para outras paragens, deixando a roda presa... O equipamento adequado para estacionamento de bicicletas é do tipo Sheffield
Gosto sempre de alertar para este erro, havendo já casos onde as lojas alertadas corrigiram o problema. E sim, os clientes das lojas também se deslocam de bicicleta, cada vez mais até. E alguns com bicicletas de carga, que levam muitos produtos... E já agora, obrigado por criarem um espaço para estacionamento de bicicletas!

 

23.11.23

Faz algum sentido?


Outro dia, quando passei ali ao lado do Castelo de Pombal, reparei num belo mural, recentemente inaugurado. É de uma temática importante e algo que merece uma visita, portanto façam o favor de dar uma voltinha a pé e passem por ali para apreciar a bela obra de arte urbana.
Mas não é do mural que quero falar, quero falar sim de algo que não faz sentido, ou seja o posicionamento de duas estruturas, bancos e estacionamento de bicicletas. Os bancos são os adequados e o sistema de estacionamento de bicicletas, de tipo Sheffield, também é o adequado, contudo o posicionamento de ambos colide, ou seja não beneficia quem quer estar ali sentado, dado o facto do estacionamento de bicicletas estar demasiado próximo. Deveria ter sido pensado um posicionamento diferente de ambas as infra-estruturas, de forma a não se atrapalharem uma à outra, tal como acontece neste caso. É pena não estarem ali estacionadas bicicletas, pois caso estivessem, perceberiam melhor o problema. Caso estivessem, perceberiam que quem quisesse ir sentar-se ali ficaria com pouco espaço, já que as rodas das bicicletas ficariam muito próximas dos bancos. É um conflito desnecessário, diga-se. Resolver esta questão é fácil, portanto fica a a dica ao executivo municipal...

14.7.23

Bem-vindas!

Há poucas semanas, aquando da última visita à terra, deparei-me com algo há muito esperado, ou seja o regresso das bicicletas partilhadas a Ansião. Já aqui falei das bicicletas partilhadas em Ansião, bem como dos problemas que levaram ao insucesso das mesmas numa primeira fase. Espero que nesta segunda tentativa as coisas corram bem melhor. Para já algumas melhorias, as bicicletas são mais adequadas (as outras enferrujaram rapidamente...) e há mais locais para estacionamento (ex. tribunal). É importante que assim seja, pois é isso que faz a diferença quando queremos fazer trajectos práticos e sem preocupações.

Claro que isto é um caminho que se faz caminhando, ou melhor, ciclando, havendo muita aprendizagem a ser feita para ir melhorando o projecto. Parte da aprendizagem foi feita numa primeira fase e assim continuará nesta segunda fase, ainda em testes, a qual incorpora naturalmente o que se aprendeu aquando da primeira fase. Eu, enquanto membro de uma associação ciclável, vejo isto com interesse redobrado. Ansião precisa de mais bicicletas a rolar na estrada e menos carros no centro da vila, além de zero carros nos passeios, tal como vergonhosamente se vê pelas ruas da vila.

As bicicletas são o meio de transporte mais eficaz nas curtas e médias distâncias em meio urbano e Ansião não é excepção. Há uns anos fiz este exercício, precisamente na Vila de Ansião, o qual mostrou que a desculpa do morar "longe" é apenas uma desculpa esfarrapada para muitos que pegam no carro para fazer 1 ou 2 km... E lembrem-se que ainda há uns 20 anos surgiu uma ideia peregrina de criar um parque de estacionamento subterrâneo no meio da vila, felizmente que não se concretizou. O problema é só um, a mentalidade, a qual para muitos é que as bicicletas são para os pobres e para quem não tem alternativa. Uma das memórias mais curiosa que tenho de andar de bicicleta em Ansião é essa mesma, pessoas a olhar para mim, enquanto miúdo, como um coitadinho, um ser menor. Estas pessoas eram as que eu denominava como polidoras do passeio. Os anos passaram, tornei-me o que sou e tenho 5 bicicletas. O carro só é utilizado quando realmente necessário. Eu não vivo para as aparências, mas sim para ser feliz. E andar de bicicleta faz-nos tão felizes! Experimentem!!



 

14.9.19

Muito bem!


A semana europeia da mobilidade está a prestes a começar, daí ser a altura perfeita para falar de algo que me agradou de sobremaneira em Ansião. Quem me conhece sabe a ligação que tenho com as bicicletas, ou seja o facto de andar de bicicleta desde miúdo e o facto de andar de bicicleta ser, para mim, uma forma de estar na vida. Quem é inteligente utiliza a bicicleta, é um facto!
Já há mais de uma década que andava a pedir aos executivos que presidiram aos destinos da Câmara Municipal de Ansião, que disponibilizassem vários locais de estacionamento para bicicletas, nomeadamente nas sedes de freguesia. Da primeira vez que abordei formalmente um autarca, recebi a resposta: "ah, só se for nas escolas, já que fora disso não vale a pena". Fiquei perplexo com tal resposta, que demonstrava apenas uma coisa, desconhecimento de causa e muita preguiça (o que foi uma ironia sabendo que esse mesmo autarca esteve ligado profissionalmente à actividade física...). Há 2 anos voltei a falar formalmente do tema, desta vez com outros autarcas e eis que há uns tempos começaram a surgir os tão necessários locais para estacionar (e prender) bicicletas. Sim, já existia (apenas) um, mas num péssimo local (num cantinho ao pé dos caixotes do lixo num parque de estacionamento na Vila de Ansião) e numa tipologia de estrutura que não é recomendável, os chamados "entorta raios". Existia também um outro, mas privado, que apesar de ser mauzinho, pelo menos mostrava que existia nessa época alguma atenção à questão, pelo menos enquanto eu tive influência na coisa.
Agora há vários, não sabendo eu quantos ao todo. Já vi 3 (Piscina; Ribeiro David; Parque Verde). São bons locais para os mesmos e a estrutura implantada é a correcta. No caso dos da piscina, foram mal posicionados, pois estão demasiado perto da parede (poderiam ter ficado 30 ou 40 cm mais longe da parede) e foram mal chumbados no chão, mas isso corrige-se facilmente. 
Espero que existam mais, seja em Ansião, seja nas outras sedes de freguesia, e que mais sejam disponibilizados em locais estratégicos, de forma a fomentar a utilização da bicicleta. Isto quando há quem pegue no carro a gasóleo para percorrer apenas... 500 metros!!!
Importa também resolver a questão das bicicletas de uso partilhado, que infelizmente têm tido uma história complicada, e que com a possível insolvência da Órbita (acho que está para entrar num PER) mais complicada fica. 



9.11.18

Quero mais, muito mais!


Por estes dias a memória dos dias de calor e de andar de bicicleta ficou para trás, pelo menos para a maioria. A maioria pensa que o Outono e o Inverno não são bons para andar de bicicleta, quando afinal também o são. Nos países nórdicos, há uma cultura da bicicleta que em Portugal teima em se impor. Nesses países é natural andar de bicicleta, seja com sol ou com chuva, sendo apenas uma questão de mentalidade. O último país que visitei, a Polónia, surpreendeu-me bastante nesse domínio.
Em Portugal faltam ainda as condições óptimas para que as coisas possam melhorar, sendo um caminho que ainda se está a fazer e que ainda demorará mais uns anos a ter melhores resultados. Mesmo algumas das actuais ciclovias foram mal pensadas e mal executadas.
Volto então a abordar esta temática, voltando a Pombal, desta vez a uma ciclovia que ainda não tinha focado nos meus comentários. Em 2015 falei sobre uma outra ciclovia, situada na margem esquerda do Rio Arunca.
De forma a fazer a coisa como deve ser, pesquisei no sítio da internet da Câmara Municipal de Pombal e deparei-me com o Plano de Acção de Mobilidade Urbana Sustentável, analisando-o de seguida. Possivelmente muitos pombalenses nunca ouviram falar dele e muito menos serão os que o terão lido, sugerindo eu que o façam agora. É muito discurso de ocasião, mas faz parte. Para mim não é de grande interesse deixar-me encantar com este tipo de textos, já que enquanto técnico estou um bocado saturado deste tipo de textos. O que é, para mim, de interesse, é analisar se o que se escreve é consequente e, claro, ver se faz sentido. E vejo a coisa também na perspectiva do utilizador de bicicleta, já que sou daqueles que há muitos anos faz da bicicleta um modo prioritário de transporte em pequenas e médias distâncias (até +- 10 km). Há quem faça parte das equipas que fazem estes estudos sem ser sequer utilizador de bicicleta, algo que traz consigo problemas graves, que, por vezes, promovem o insucesso de medidas propostas....
Voltando atrás, desta vez venho abordar a ciclovia situada à entrada de Pombal, vindos do lado de Ansião. Tem dois sectores, um deles muito recente, que vai da rotunda até ao posto de combustíveis. Vejo com muito interesse esta ciclovia, já que ela permite a deslocação de bicicletas onde ela era difícil e perigosa. Quando complementada, cumprirá um objectivo fundamental, facilitar a tarefa de quem escolhe a bicicleta para se deslocar, de quem promove uma atmosfera mais amiga dos pulmões e de quem, deixando o carro em casa, contribui para a melhoria da qualidade de vida de todos. Seria interessante o comércio local começar a fazer uns descontos a quem anda de bicicleta (fica a dica sr´s empresários). E também a empresas que queiram dar um prémio monetário a quem vai de bicicleta para o trabalho, chegando mais bem disposto (algo que já se começou a fazer em alguns países...).
Talvez o principal desafio agora será interligar vias cicláveis, já que as bicicletas podem e devem andar nas ciclovias ou fora delas. Em Pombal isto é notório, já que o centro da cidade está refém dos automóveis. Não é preciso criar ciclovias de raíz no sector central da cidade, bastando pintar trajectos prioritários para bicicletas. Ou seja, uns litros de tinta resolve de forma eficaz. 
Pombal é, para todos os efeitos, uma cidade plana, portanto é um bom território para se pensar os modos suaves como deve ser. Não me vou alongar mais, o que pretendo com isto é que os pombalenses (e não só), reflictam sobre esta temática, já que são eles em primeiro lugar que vão beneficiar com uma cidade mais amiga das bicicletas, do ar puro e da qualidade de vida. Menos carros, mais transportes públicos e muito mais modos suaves!



26.9.18

Querem saber o que é mobilidade? É isto!


Terminou há poucos dias a Semana Europeia da Mobilidade, daí que eu tenha esperado até agora para vos trazer esta temática na primeira pessoa.
Muitas vezes ouvimos a palavra mobilidade e ficamos com dúvidas sobre o que afinal é. Por vezes vamos procurar a melhor definição, esquecendo que a mesma depende muito de indivíduo para indivíduo, de país para país e de região para região. Contudo procurar a melhor definição não é a melhor solução...
A melhor solução para entender o que é afinal a mobilidade é mesmo falar com quem faz dela o seu modo de vida há uns anitos. Sou suspeito, contudo lembrei-me de mim e nada melhor do que vos dizer o que é, para mim, a mobilidade. 
Apresento-vos em primeiro lugar as minhas 4 meninas de duas rodas. Exagero? Nada disso, eu explico!


A primeira "menina" é a mais antiga de todas, que já vem do início da década de 90. Foi uma das minhas bicicletas da juventude, aquela que ainda resiste, considerando-a eu uma clássica (a primeira mesmo minha era laranja e foi roubada quando a deixei encostada no gimnodesportivo por 10 minutos, mesmo com pedal e travão partidos...) É uma Sirla, marca portuguesa que já não existe, mas que ainda se vê pelas estradas. Esteve uns anos encostada na garagem até que a voltei a utilizar. Tive de investir 68 euros para a pôr nova, aproveitando para lhe meter pneus de estrada. Ao final de 6 meses já tinha pago o investimento, já que, ao evitar utilizar o carro, pegando na bicicleta para as viagens diárias até aos bombeiros, na época de Verão, tive o retorno em poucos meses (relativo ao que gastei no arranjo, ou seja pneus, câmaras, travões e afins). Continua a rolar, claro que de forma comedida, já que é uma clássica. Para pequenos trajectos é perfeita para tratar dos assuntos. Tem valor sentimental, já que além de ter sido uma das biclas da juventude, fui atropelado nesta mesma bicicleta, na segunda metade da década de 90, por um condutor apressado (que reconheceu a culpa e pagou a despesa médica e o arranjo da bicicleta (a malvada da cicatriz é que ainda resiste...).
Em segundo lugar eis a minha bicla de montanha, a minha primeira bicicleta de "topo". Comprei-a em 2005, quando comecei a ter os primeiros ordenados enquanto geógrafo. Custou, na altura, 599 euros. É, como podem imaginar, uma bicicleta para o monte e para umas pequenas voltas utilitárias. Já tem largos milhares de km...


A terceira bicla é uma órbita, um modelo que já não é fabricado, o que significa que já é uma clássica. Comprei-a em 2009, na fábrica da Órbita. Como precisava de uma bicicleta utilitária, que desse para pequenos trajectos e para meter na bagageira do carro ou levar no comboio, decidi que seria uma boa compra. E assim foi! Tem sido muito útil, vos garanto. Podem achar este modelo antiquado, contudo não me importo. Decidi-me por este modelo porque me faz lembrar a bicicleta na qual aprendi a andar em duas rodas, uma órbita muito semelhante a esta, mas verde. Dobra no guiador e no quadro, sendo bastante prática.


Por último a minha última aquisição, uma bicicleta de estrada, a qual eu ansiava há muitos anos mas que demorou. Decidi adquirir esta bicicleta porque as outras não eram as indicadas para fazer trajectos rápidos e utilitários de 10 a 15 km e dar a bela da volta, sem ser no monte (obviamente), de vez em quando. Custou 349 euros em 2017, mas há umas semanas vi-a a 300 euros, numa campanha. Para o preço que custou é muito boa para uns anitos. Já abati uns 50 euros ao preço inicial, já que evitei a utilização do carro. Só não abati mais porque uma lesão tem-me impedido de andar de bicicleta (tem custado tanto...).
Ou seja, gastei apenas 1100 euros na aquisição da 2ª, 3ª e 4ª bicicleta ( a 1ª foi "oferecida" e penso que custou 18 contos). Já poupei alguns milhares de euros em gasolina, em viagens que fiz nas várias bicicletas, portanto pensem um bocadinho nisto... Apanhei uns sustos (muita besta de automobilista...), mas ganhei na saúde e na carteira. Andar de bicicleta é, para mim, uma forma de vida desde pequeno, da qual não prescindo e sobre a qual tenho grande orgulho. Não me incomoda ver certa gente olhar de lado, gente que anda a polir o passeio desde que eu era pequeno. As aparências não me iludem. Andar de bicicleta não é por necessidade (pouco dinheiro) mas sim por gosto, racionalidade e saúde (entre muitos outros...).
Como podem ver isto é mobilidade, a minha mobilidade. O carro só sai quando é estritamente necessário, nomeadamente para viagens grandes.
Para terminar, a lembrança de um pequeno exercício que fiz há 9 anos, o qual podem consultar aqui.

4.11.15

Bicicleta, luzes... acção!


Mais do que um objecto vulgar, a bicicleta é, para mim, um objecto que está intrinsecamente ligado a uma forma de estar na vida, a um estilo de vida ainda considerado como alternativo. Infelizmente ainda existe o estigma associado ao acto de andar de bicicleta. "Lá vai o pobre diabo" é apenas uma de muitas expressões utilizadas para caracterizar aqueles que fazem questão em andar de bicicleta no seu dia-a-dia. É certo que as mentalidades evoluíram, mas não o suficiente. Continuo a sentir o mesmo que sentia há quase 30 anos, quando me olhavam, de alguma forma, de lado, num quase desprezo, quando passava com a minha bina na Vila de Ansião. Felizmente que nunca liguei a esse tipo de mentalidade e ignorei os comentários. O tempo acabou por me dar razão.
Tal como na década de 80 e início da década de 90, nos últimos anos a bicicleta voltou a estar na moda. E ainda bem!
O intuito deste meu comentário não é dissertar sobre este objecto de culto, mas sim alertar para alguns dos problemas associados ao importante acto que é andar de bicicleta. Faz bem à saúde, à carteira e, diga-se, consegue ser bastante emocionante. A única excepção, diga-se muito rara, é quando um mosquito entra onde não deve e incomoda.
Enquanto utilizador diário de bicicleta, seja para desporto seja para deslocação, tenho uma percepção que me faz ser crítico perante alguns comportamentos que devem ser evitados a todo o custo, a bem de todos. E quando falo em comportamentos desajustados, não estou a falar dos miúdos traquinas que populam a urbe, mas sim dos adultos que deviam ter alguma consciência cívica. É certo que falta sensibilização rodoviária, tal como se fazia antigamente, mas nada, sublinho, nada pode desculpar a não utilização de luzes à noite nas nossas bicicletas. Acima de tudo é uma segurança para nós, utilizadores de bicicleta. E não há desculpa, pois há várias formas de nos fazermos ver à noite. Eu tenho 3 bicicletas e faço-me ver de forma diferente, conforme a bicicleta em causa. Infelizmente já fui atropelado de bicicleta (de dia e sem culpa), portanto sei o que custa e o que dói...
Vamos todos colocar luzes e reflectores nas nossas bicicletas, pois é importantíssimo, especialmente no Outono e Inverno, onde as noites são mais longas. E não quero desculpas!
Agora uma sugestão, Outono e Inverno não são sinónimo de bicicleta na garagem. Não está sempre a chover, portanto aproveitem e façam da bicicleta o vosso transporte diário. Frio? Utilizem roupa adequada, é simples. Precisam de levar papelada e não é prático? Comprem acessórios que o possibilitem, pois há-os para todos os gostos e carteiras, impermeáveis ou não. É caro? Já pensaram quanto é que gastam em gasolina e manutenção do carro? Qual fica mais caro?! Muitos de vós trabalham a pequenas distâncias do trabalho, portanto distância não é desculpa...
À parte das luzes e reflectores, há a opção do capacete, o qual deve ser sempre uma opção e nunca uma obrigação. E já agora, nunca, mas nunca, utilizem a passadeira quando forem de bicicleta, pois apenas os peões têm prioridade, não quem vai na bicicleta e passa na passadeira. Evitem os passeios, pois na região de Sicó não há, regra geral, essa necessidade.
O desafio está lançado, esperando eu cruzar-me com alguns de vós um destes dias, de bicicleta, num qualquer lugar na região de Sicó.