28.5.26
Muros da incompetência.
27.6.25
Dia 11 ou dia 12 de Julho, é só escolher. Vai ser extraordinário!
25.1.25
Só num dia, imagine-se...
5.5.24
Reflectir sobre esta nossa jóia...
Antes de mais quero referir algo importante, ou seja o facto da ordem destas fotografias ser aleatória, não representando nenhuma hierarquia, seja ela de qualquer tipo. Não vou dizer publicamente qual foi o meu preferido, já que isso não é relevante. Valorizo todos os carros do cortejo alegórico de 2023 de igual forma. Todos estiveram muito bem e foi um orgulho ver todos eles!
O facto de falar deste tema 8 meses depois do último desfile do Cortejo Alegórico do Povo, em Ansião, é propositado, pois fiz questão de não falar nas semanas seguintes ao mesmo. Falo agora, pois o pessoal já "não se lembra" e o assunto já não é tema de conversa como costuma ser nos dias seguintes a este belo e histórico evento. Gosto de fazer com que estes temas (e outros) voltem ao tema de conversa, pois isso é importante. É um tema que falo com especial gosto e, diga-se, sentimento, pois ainda na década de 80 eu cheguei a ajudar à construção de um dos carros do cortejo alegórico, nos Netos. Era o tempo dos carros cheios de flores de papel, tal como podem ver na segunda fotografia. Participar e assistir ao nascimento de um destes carros é uma experiência fantástica. Há todo um trabalho valoroso que muitos não imaginam...
Mas vamos então ao que me traz a este comentário. Nos últimos anos tenho visto com preocupação uma diminuição do número de espectadores deste belo evento. Nas décadas de 80 e 90 mal se conseguia chegar à frente para vermos os carros a passar. A cada cortejo era um mar de gente. Eram outros tempos, eu sei.
Os anos passaram e em 2023 o cenário que vi foi algo desolador, ou seja muito menos gente. Claro que Ansião tem muito menos habitantes, menos uns milhares que nas décadas de 80 e 90. O despovoamento também tem afectado Ansião e a uma escala que mesmo eu não esperava há uns anos. A qualidade do evento mantém-se, muito graças a muita gente que dá o melhor de si para criar verdadeiras obras de arte, que representam artes e saberes, que mostram a nossa cultura a todos, naturais, residentes e turistas.
O que falta então para voltarmos a ter um mar de gente? Bem, na minha opinião há dois factores, um deles importante, outro fundamental. Primeiro, julgo que o melhor dia para o Cortejo Alegórico do Povo será o domingo, não o sábado. Segundo, publicitar este evento de uma forma específica e criativa, de forma a chegarmos a um maior número de pessoas, nomeadamente visitantes que assim possam vir passar o todo o fim-de-semana a Ansião, ajudando assim sectores económicos como o turismo, a hotelaria, restauração e outros mais. Isto, claro, não numa lógica circense, mas sim de promoção da nossa cultura e dos nossos saberes.
27.3.24
Dia Nacional dos Moinhos: Moinhos Abertos à visitação!
10.7.22
Gosto de folclore, mas não deste género...
Fonte: Facebook da Junta de Freguesia de Pousaflores
Fiquei bastante perplexo quando vi algumas destas imagens, já que a moda pimba ainda consegue surpreender. Compreendo a ânsia em querer divulgar o território e os locais, contudo nunca na base do pimba, da chapa 5 e de modas efémeras.
Mas vamos ao que me traz a este comentário. Antes de mais, logo que passe ao lado destas mariolas, irei derrubar todas as que vir, já que não faz qualquer sentido as mesmas ali. É pouco mais que um estorvo paisagístico que sem sequer legal é... Copiou-se o balancé, vindo sabe-se de lá onde, copiou-se a moda das mariolas, vindas de onde até fazia sentido, muito embora se tenha tornado um circo nas mãos de algumas pessoas ligadas às modas do momento. Para quê todo este pimba? Onde pára a identidade dos locais?
E teve de se copiar a moda das placas com cores espampanantes... Isto quando se podia ter feito algo de inovador e integrado da paisagem e neste território da Rede Natura 2000.
E depois isto, onde temos uma bela fórnia (fórnia da Ucha), importante elemento geomorfológico que poderia ter sido utilizado em vez do "vale encantado" nesta placa. Ou outro elemento histórico ali existente, escolhas não faltam. Tudo bem que a porta adiante está engraçada, o problema é que continuam a descaracterizar estas serras com elementos estranhos às mesmas, seja objectos, seja nomes.
Mais uma vez, compreendo a vontade de fazer estas coisas, contudo há que o saber fazer com atenção aos factos e aos pormenores, sem modas, importações, chapas 5 e outras coisas à mistura. Há coisas, já feitas na Serra da Portela que ficaram porreiras, contudo outras, como estas, nem por isso...
17.2.21
Não gosto do que vejo...
Era um assunto que estava pensado para ser falado já há uns tempos, contudo, e dadas as limitações a que tantos de nós estamos sujeitos, ficou em espera. Da última vez que tive a possibilidade de voltar a Ansião, pude finalmente ir ao local em causa e ver objectivamente o que por ali se tem passado.
A Quinta das Lagoas é um local que, apesar de ter um imenso potencial, tem sido desprezado e menorizado nas últimas décadas. Edificado belo q.b., uma localização fabulosa e uma envolvência estratégica, tudo para correr bem, contudo não é isso que tem acontecido. Talvez o mais incompreensível seja a negociata ocorrida há uns anitos com um grupo privado...
Nos últimos tempos parte do terreno começou a ser aterrado, para preocupação minha. À parte da questão cénica e do solo, há também a questão do aquífero bastante produtivo que alguns até conhecem. Eu tive a oportunidade de constatar a brutal capacidade do aquífero em causa quando, numa instrução dos bombeiros, há coisa de 15 anos, fizémos um treino com as moto-bombas. Largos milhares de litros de água que retirámos do poço ali localizado, mas que rapidamente foram repostos, através da rápida retoma do nível da água. Foi aí que compreendi, de facto, o que ali está...
Não sei o porquê daquele terreno estar a ser aterrado. Não sei o porquê de haver tubos, plásticos e afins misturados nas cargas de "terra" que ali têm despejado. Não sei também o porquê de haver ansianenses, javardos, que fazem daquele local um sítio de despejo de resíduos vários...
27.8.19
A memória preserva-se... preservando!
4.3.19
Protecção do perímetro da nascente do Rio Nabão? Isso só estorva...
12.2.19
Um par de estalos era pouco...
23.8.18
Cortar ou não, eis a questão...
13.8.18
Vejam o que perderam este fim-de-semana! Roam-se de inveja...
18.6.18
Nabão, uma questão de marketing territorial...
13.6.18
Arboricídio a regra e esquadro...
E o derrubar de muros antigos também não é aceitável, seja de que forma for. Resta saber se os muros, ou pelo menos as pedras derrubadas vão ser repostas no seu devido lugar.
































