
10.12.10
Um projecto retrógado que destrói a essência da região de Sicó

13.9.10
Um feroz ataque aos Instrumentos de Gestão Territorial
18.1.10
As más estratégias de divulgação do património...
Confesso que fiquei perplexo há poucos dias quando entrei mais uma vez no google earth para mostrar um local em especial a um colega, mais ainda, fiquei muito preocupado com o que vi...
Depois passamos para um lapiás que é, segundo o Município de Alvaiázere, de interesse arqueológico, mas será que o lapiás é um elemento arqueológico? Não será antes um elemento geomorfológico?
Megalaiás dos Penedos Altos? Não será antes Megalapiás dos Penedos Altos? E não não é outro mero erro ortográfico, pois ainda há outra foto onde consta megalapiáz, quando é sim megalapiás. Nesta questão da terminologia é pena errar-se de forma tão gravosa, especialmente tendo em conta que eu ofereci em 2007 o glossário ilustrado de termos cársicos ao... Município de Alvaiázere.Temos de ser exigentes com as entidades públicas, pois estas são bem pagas para fazer este género de trabalhos, portanto não podemos permitir que errem como o faz um aluno de 1º ano de licenciatura.
Sem dúvida um local bonito, mas como pode ser um local desta dimensão de interesse paisagístico? Parece-se que há aqui uma confusão de termos bem como de escala de análise.
Aqui é mais um exemplo, onde se ignorou trabalhos já existentes sobre este tipo de património, já com artigos publicados (Guanilho Duarte) e com conhecimento por parte do Município de Alvaiázere. Este poço de cobertura cónica é afinal um poço de carapuça com púcaro, é assim a denominação correcta.
Já na esfera do "património biológico" temos o que é referido como uma árvore notável ?! Penso que aqui há um notável equívoco, já que esta "árvore" é sim uma bela Opuntia sp. (muito provavelmente...) ou seja um arbusto suculento e espinhoso!São erros crassos como este que não são de forma alguma compreensíveis por parte de uma instituição pública, exige-se melhor e aconselho muito trabalho de casa para corrigir erros graves como estes que agora enunciei.
Antes de terminar queria salientar algo de importantíssimo e que interessa discutir o seu sentido ético. Será que é prudente divulgar desta forma algum património sem a devida autorização dos donos? Será que agora algum deste espólio agora divulgado abertamente no google earth estará a salvo de salteadores de património, caso por exemplo de noras (ou outro espólio notável móvel)?
Divulgação sim, mas de forma responsável e éticamente correcta, ao proceder-se de forma pouco responsável podemos estar todos nós a colocar algum do espólio da região de Sicó em risco, pois agora ele está visível e é conhecido aos olhos de pessoas que fazem da sua vida o saque do património (móvel, obviamente, pois um dos meus amigos megalapiás ninguém os leva...).
26.11.09
Alvaiázere: Iniciativa Limpar Portugal em risco

26.10.09
A instrumentalização de planos de desenvolvimento locais

Chega-se ao cúmulo, neste estudo, de apresentar um geoparque na.... Bulgária, quando afinal a Câmara de Alvaiázere teve oportunidade de assinar um protocolo com um geopark.... português. Basicamente é o que se chama de um tiro no pé e algo que mostra que os ressabiamentos são algo de lamentável da parte de quem os tem, caso de Paulo Tito Morgado.Esta politização de planos é, não só lamentável como inaceitável, pois assim está-se a moldar ás opiniões pessoais planos que não o devem ser. Este tipo de planos deve ter em conta todos e não ser feito à medida de autarcas e das suas ideias megalómanas.
Muitos de vós se lembram de casos em que ex ministros, quando saem dos caros políticos, vão para grandes empresas, ficando sempre a ideia de favorecimentos pouco disfarçados. No que concerne a Paulo Tito Morgado, resta esperar para ver o que se vai passar nos próximos tempos...
10.3.09
Um ano de desemprego: quanto custou aos contribuintes, consequências e factos pertinentes...

- Associado a este último projecto seria a recuperação de outra escola, com vista ao estabelecimento de uma base para investigadores afectos aos vários protocolos de colaboração a celebrar entre câmara e universidades. Tudo isto estava apenas à espera que abrissem as candidaturas do QREN, pois elas atrasaram em 2007. Tudo estava pronto e a postos para a candidatura.
Nesta fase já todos podem ver o quanto cara ficou a atitude irresponsável de Tito Morgado, negando a evidência sem nunca se redimir e reconhecer o erro. Errar é humano, mas há quem não admita que erra...
Directa e indirectamente todo o casso associado à minha saída ficou em dezenas de milhares de euros, algo que é de lamentar num país e especialmente num concelho com tantas dificuldades, onde é preferível gastar quase 100000 euros só para salvar a face e negando as evidências que o tempo tratou de trazer ao conhecimento de todos, por mais que isso custe a alguns e por maior que seja a azia de alguém em especial.
Uma coisa que me deu enorme alegria é que com toda esta situação só fiquei a ganhar quando pensei, ao início, que muito iria perder. Em termos financeiros ganhei mais, em termos profissionais a minha cotação no mercado subiu em flecha, tendo eu mostrado que sou um profissíonal íntegro que deixa o interesse pessoal atrás do interesse público, coisa rara hoje em dia. Além disso tive todo o tempo do mundo para recomeçar a vida, descansar e terminar a tese, actualmente faço planos para começar um projecto daqui a meses, penso que muitos irão gostar do que tenho em mente, mesmo que note que haja interesses lobystas e tentar abortar o projecto no seu início...
Uma coisa melhor é que posso ajudar sem que alguém me possa impedir de ajudar a região e o próprio concelho onde investi 3 anos da minha vida profissional e pessoal, pois dei o litro e dei 2 meses e meio de graça à câmara de Alvaiázere, algo que não me arrependo.
O "azinheiragate" foi algo que começou a mudar as coisas em Alvaiázere, onde um povo subjugado à vontade de dois ou três começou a combater o estado lastimável das coisas, é algo que me dá imensa alegria e que espero que continue até que os "actorzinhos de meia leca" se mudem para outras paragens, a bem da região.
Eu continuarei por cá, doa a quem doer e já mostrei que tenho a coragem suficiente para mudar muitas coisas para melhor, fazendo frente a lobystas e que não tenho telhados de vidro, coisa que muitos têm.....
Poucos são os que sabem, mas já tinha havido problemas para outra pessoa que chateou Tito Morgado, ainda em 2007 (no primeiro semestre) houve uma jornalista de um jornal regional que escreveu umas linhas que irritaram o amigo Tito Morgado, mesmo que fosse um artigo correcto foi considerado pelo mesmo como que uma ofensa, algo de lamentável. Poucos dias depois do sucedido a jornalista foi..... despedida! Ainda me lembro quando ela foi a Alvaiázere e passou apressada ao lado do meu antigo gabinete para pedir explicações a Tito Morgado, estava revoltada com o facto, como é normal. Pena é que ainda haja estes episódios que apenas mostram que a democracia é muito bonita quando nos convém, pois quando permite a outros que possam expressar a sua opinião livre, já é um empecilho.....
Por estas e por outras é que eu coloquei a correr uma petição e exigir a demissão do meu amigo Tito Morgado e do seu executivo. É uma petição legal (já confirmei!) e podem assiná-la no fundo do blog, caso não se queiram identificam podem colocar como anónimo, pois só eu tenho acesso ao nome das pessoas que assinam e que colocam nome anónimo na petição. Para alguns poderá ser uma boa solução pois evita represálias, este mundo é mesmo assim, infelizmente....
5.3.09
O mistério das actas da câmara que teimam em não ser mostradas....
In: http://balcaovirtual.cm-alvaiazere.pt/mynet/
Não me surpreende de facto que estas actas não estejam disponíveis (07/08), fica aliás uma pequena dúvida sobre se este facto seja mesmo erro informático, pois mais parece que é demasiado conveniente para Tito Morgado a não publicação das mesmas, especialmente quando em algumas delas (pelo menos numa) constam informações afectas à destruição de património que é de todos. O facto de estas actas não estarem disponíveis não me impede de saber as coisas, a mais curiosa é a de que em reunião da câmara, foi decidido á algumas semanas que a tal estrada ilegal que foi aberta sem autorização na Serra de Ariques (aquando do abate das azinheiras) seria para continuar, se bem que sujeita a aprovação do ICNB. Será que o autoritarismo de Tito Morgado teima em prevalecer numa questão onde manifestamente demonstrou que já não tem legitimidade para continuar à frente de uma autarquia que infelizmente tem estado apenas envolta em polémicas devido à sua acção?
Vamos ver quantos dias demora até que as actas nos sejam disponibilizadas, a bem da transparência, pois se não forem terei de fazer uma queixa à entidade competente, pois as regras são para cumprir, para todos!
Espero desta forma contribuir para a resolução de mais um caso, de forma a trazer de novo a imagem da Câmara Municipal de Alvaiázere a um nível de credibilidade, por mais que incomode o amigo Tito Morgado. Eu gosto "demasiado" de Alvaiázere (e da região de Sicó!) para que permita que indivíduos não competentes façam desta região um parque de diversões para os amigos.
Já mostrei que não me vergo a interesses lobistas e que estou de pedra e cal aqui para defender Alvaiázere de quem mostra não estar ao nível deste concelho tão bonito e com tanto potencial, o qual Tito Morgado tem delapidado de uma forma inaceitável, factos, nada mais. O caso das azinheiras é apenas um de vários exemplos demonstrativos do que refiro, algo que 16 meses após o caso que começou a mudar o destino de Alvaiázere, a bem dos seus habitantes e a mal de meia dúzia de lobistas.
O tempo da censura já passou, mas infelizmente ainda há na região de sicó uns pseudo-aprendizes de salazar...
18.1.09
É mentira sr. presidente!

Moradores denunciam “currais clandestinos”
alguns moradores de Aveleira, Alvaiázere, que habitam paredesmeias com um curral de ovinos e caprinos. A queixa partiu de Joaquim Silveiro e Maria dos Anjos Silveiro, que dizem ter perdido o sossego desde que em 2005, ao lado da sua casa, foi construído um barracão. Garantem que o espaço, inicialmente destinado a guardar alfaias agrícolas, está a servir de exploração de gado ovino e caprino. De acordo com os moradores, os “currais clandestinos” “não estão em conformidade com a lei em vigor e são um atentado à saúde pública”. No local existe uma fonte onde algumas pessoas se abastecem, mas que “por norma está em mau estado, com resíduos das cargas e descargas de animais”. O mau cheiro e o barulho dos camiões que transportam animais de madrugada não os deixa dormir, acrescentam. De acordo com o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, a Divisão de Intervenção Veterinária de Leiria recebeu em Janeiro de 2007 uma carta de Joaquim Silveirio, denunciando o caso. O Ministério informou a delegada de Saúde, já que a missiva referia problemas de saúde pública.
Fernanda Pinheiro, técnica de saúde ambiental do Centro de Saúde de Alvaiázere, confirma ter visitado o local em Outubro de 2007. Depois dessa visita, a técnica explicou à delegada de Saúde que havia prejuízo para o queixoso. A delegada pediu por sua vez à autarquia que notificasse o proprietário. “Pensava que o caso tivesse ficado resolvido”, diz Fernanda Pinheiro.
O presidente da autarquia, Paulo Tito Morgado, explica que o barracão em causa tem mais de
30 anos e só alberga animais quando o proprietário tem excesso de gado. Além disso, após várias visitas feitas ao local, “apenas uma vez” foram detectados ovinos e caprinos no referido barracão, nota o presidente. “A curto prazo a situação estará resolvida”, acredita o autarca.»

Mesmo quem nunca trabalhou nas obras sabe bem ver que esta obra é recente.... felizmente que eu já trabalhei nas obras e sei bem do que falo!
Que coisa é aquela lá no meio dos pinheiros, outro curral ilegal em construção, onde está a respectiva licença?
É lamentável que situações como esta ainda ocorram em vários locais, Alvaiázere é apenas um bom local de estudo onde se podem encontrar várias situações como esta, lesivas para as populações e para o ambiente (irei apresentar muitas mais...). São casos como este que descredibilizam em grande parte quem nos (des)governa, felizmente que, no caso de Alvaiázere, se começa a assistir a uma contra-corrente que visa acabar com mentalidades de tipo autoritário que pensam que o tempo do quero, posso e mando, ainda é actual....
5.12.08
Paulo Tito Morgado plageia ideia de projecto?

Qualquer órgão autárquico ou de entidade equiparada pode ser dissolvido quando:
c) Viole culposamente instrumentos de ordenamento do território ou de planeamento
urbanístico válidos e eficazes;
i) Incorra, por acção ou omissão dolosas, em ilegalidade grave traduzida na consecução de fins
alheios ao interesse público.»
23.10.08
Xeque Mate a Paulo Tito Morgado, por João Forte
Provérbio: "A verdade é nua e crua"
Provérbio: "Quem mentiu e jurou, não me enganou"

Provérbios: "A coragem é a força de resistir e de sofrer"
"Quem está perto da razão, fica longe da culpa"
"A sabedoria não vem dos ricos, vem dos pobres"

Sinceramente não sei que mais escrever, já que a emoção é grande, a sensação de justiça é enorme. Contudo não posso deixar de salientar e agradecer a ajuda de muitas pessoas, as quais me ajudaram especialmente na fase que se seguiu aos ataques ferozes sobre a minha pessoa.

David e Golias: http://www.aciprensa.com/Banco/images/david.jpg
8.9.08
Dupla polémica em Alvaiázere

29.7.08
A sentença final do abate das azinheiras (e destruição de REN) em Alvaiázere!!

25.2.08
O azinheiragate pelo Professor Doutor Mário Lousã
Transcrevo na íntegra um texto que o Professor Doutor Mário Lousã (ISA) escreveu acerca do caso das azinheiras, o seu currículo fala por si e este texto está simplesmente brilhante na minha humilde opinião:
«Ainda o atentado contra o azinhal da Serra de Ariques (Alvaiázere)
Por Mário Lousã*
Azinhais bons sobre calcários já são raros. Desenvolveram-se desta maneira pois quando os solos são de fraca espessura, mesmo que a precipitação seja elevada, a água das chuvas infiltra-se rapidamente através das fissuras das rochas pelo que as árvores vivem em condições de grande secura. A cobertura arbórea típica é assim de azinheiras nesta zona do País constituindo uma série endémica (exclusiva) do Centro de Portugal denominada Lonicero implexae-Querco rotundifoliae sigmetum. Uma série é todo um conjunto de comunidades que se sucedem no tempo evoluindo para uma etapa, geralmente arbórea, em equilíbrio com o meio. Quando os solo derivados do calcário têm maior espessura a formação arbórea característica é de cercal, muito abundante no Centro do nosso País. A azinheira é uma espécie protegida da nossa flora.
Além disso naqueles azinhais aparecem importantes comunidades, especialmente de orquídeas, que constituem um habitat prioritário de conservação. O Sítio de Importância Comunitária da Rede Natura – Sicó-Alvaiázere - está razoavelmente bem preservado pelo que, devido às características próprias dos seus litossolos, foi incluído na Rede de Sítios a conservar pois ainda tem algumas boas formações arbóreas autóctones semi-naturais.
O azinhal da Serra de Ariques está em zona de baldios. Segundo a Lei 68/93 de 4 de Setembro “os baldios são terrenos possuídos e geridos pelas comunidades locais, que são constituídas pelo conjunto de moradores de uma ou mais freguesias que, segundo os usos e costumes, têm direito ao uso e fruição do baldio.” A exploração destes azinhais é portanto para beneficio das populações que ali habitam o que não nos parece que seja o caso. Então para que é que seria a destruição levada a efeito? Para proteger a população dos fogos? Mas as populações estão relativamente longe. Mas para quê? Para abrir o azinhal depois de um fogo sofrido há alguns anos? Mas porquê só agora? Para limpar o azinhal? De quê? Para ser mais uma porta de entrada para a colocação de lixos das construções, de utensílios que se estragaram, de pneus ou de cartuchos de caçadeira? Não será antes para justificar uma batida aos javalis realizada no dia 19 de Janeiro conforme os cartazes afixados em Alvaiázere! Que benefício para as populações da Serra de Ariques trouxe este evento? Pensamos que nenhum. Percorremos há uma semana todo o estradão (há outro aberto há uns anos atrás mas mais pequeno e possivelmente com os mesmos fins) e vários ramais até ao local onde abruptamente pára, devido possivelmente ao alarido que esta notícia estava a provocar. Fizémos a contagem do número de azinheiras abatidas entre pequenas, médias e grandes e totalizavam alguns milhares de exemplares. Ainda vimos azinheiras grandes cortadas com os ramos por cima da base dos troncos. Para esconder o quê? E outras grandes cortadas que o estradão passou por cima. E quantos lapiás (rochas calcárias de grandes dimensões isoladas entre si) destruídos? Se, como diz a Câmara Municipal de Alvaiázere nas notícias, que tudo era legal então porque pararam a continuação da abertura do estradão? Ainda havia azinhal para “limpar”!...
Quem terá autorizado esta mortandade? Que serviços oficiais? Esperemos que alguém seja chamado à responsabilidade!...
Não valerá a pena preservar o que de melhor, mais característico e com mais potencialidades existe no concelho de Alvaiázere? Em todo o Mundo procura-se conservar a natureza pois o turismo, no próximo futuro, é o do Ambiente. Muito países já viram isso. Em Alvaiázere estraga-se! Mesmo em concelhos limítrofes do de Alvaiázere procura mostrar-se o que a natureza tem de melhor através da construção de trilhos de observação do património. Em Alvaiázere nada e ainda por cima se estraga. Outros concelhos não tão ricos em património natural gostariam de ter o que tem Alvaiázere! Aqui os responsáveis ainda não se aperceberam!
Felizmente há algumas pessoas no concelho de Alvaiázere que tentam conservar o património natural para legar aos nossos descendentes uma natureza equilibrada e auto-sustentável. Infelizmente a maior parte das pessoas ainda não pensou nisso ou nem sequer está interessada. Será na próxima geração que isso acontecerá? Ainda se irá a tempo?
* Professor do Instituto Superior de Agronomia»
http://www.al-baiaz.web.pt/
http://www.isa.utl.pt/home/node/373
Depois de lido este texto, elaborado por uma pessoa que além de ser profundo conhecedor de Alvaiázere e da Serra de Ariques é nada mais nada menos do que uma das mentes mais brilhantes da Botânica em Portugal, apenas posso dizer que há em Alvaiázere "alguém" que anda a engolir um sapo do tamanho do mundo! As coisas estão à vista e a verdade marcha....
Parece que o "aprendiz de ambientalista" (como ele carinhosamente me chamou) está a dar-lhe cartas e a dar uma grande lição de vida!!
Como diria Fernando Pessa:
E esta hein?!
19.2.08
Recortes de Jornal do caso Azinheiragate
Antes de iniciarem a visualização dos recortes de jornal, deixo-vos com uma citação que considero fabulosa:
Autor: Zola, Émile





Para finalizar esta questão dos recortes de jornal, deixo-vos com outra citação brilhante:
Autor: Emerson, Ralph




