27.4.25
Viva os mercados municipais e os produtores locais!
5.5.23
Arrancar árvores para plantar umas florzitas "só para inglês ver"?!
Deixei passar a fervura para poder comentar com maior conhecimento sobre o assunto, mas agora, e feito o TPC, eis que venho então abordar esta situação. Vi várias desculpas para isto. Uma suposta valorização paisagística daquele largo, de forma a dar mais visibilidade ao edifício da Biblioteca, uma suposta transplantação das árvores, etc. Em linguagem de quem está habituado a ver este tipo de casos, chama-se de balelas. Não faço ideia sobre o que, de facto, levou a esta situação, contudo é um perfeito disparate. Destruir o arvoredo é mau, e numa praça a precisar de verde, é um tiro no pé. A desculpa de arrancar as árvores para dar mais visibilidade ao edifício da Biblioteca é um perfeito disparate. Arrancar árvores para depois plantar ali umas flores é um verdadeiro atestado de incompetência de quem gere o espaço. Perdem-se árvores que além do oxigénio tornavam aquela praça mais fresca no Verão. Sim, pode parecer que não mas têm um efeito maior do que possam imaginar. Como sei? Estudei espaços verdes e estudei climatologia local, daí saber bem do que falo. Foi quando fiz um trabalho sobre o efeito dos espaços verdes no espaço urbano que fiquei a saber, de facto, da enorme importância de, por exemplo, destas árvores arrancadas. E há quem defenda esta acção pouco ou nada inteligente. Mais valia dizerem logo que era para depois poder montar ali palcos para eventos...
Esta iliteracia neste domínio não era suposto ocorrer em entidades públicas, às quais se exige mais, muito mais. E já nem falo que quando se pretende fazer algo num espaço como este, dizem as boas práticas que em primeiro lugar se devem ouvir os locais. Não foi isso que aconteceu...
Assim não vamos longe...
5.1.23
E a região de Sicó está representada por duas vezes!
18.11.21
Estou perplexo... ali?!
Apesar de já saber que iam ser colocados vários monos em várias aldeias de Sicó, só depois de abordar o mono colocado em Ariques é que soube que já havia pelo menos mais dois também já em execução, um nos Poios, Pombal (que ainda não fui ver...) e outro na Granja, Ansião. Foram 3 as pessoas que me alertaram para o facto, uma delas com imagens para perceber onde é que afinal tinham colocado o mono. Fiquei chocado ao perceber que o tinham colocado ali. E claro que tive de ir ao local ver com os meus próprios olhos, já que não há nada que possa substituir o ir ao terreno e perceber. Como por acaso tive de voltar a Ansião em poucas semanas, deu para ir ao local.
Se o mono já é sem dúvida discutível, dado o seu não enquadramento no local, facto que colide com a suposta preservação da identidade local e dos valores associados às aldeias do Calcário, tantas vezes referida pela Terras de Sicó, a escolha do local da implantação do mesmo é, na minha humilde opinião, simplesmente desastrosa. Aquele local, com poço e tanque nunca deveria ter sido adulterado. Deveria ter-se preservado a identidade do local, não uma desvirtuação da mesma. Como é que uma chapa 5 é preservar a identidade local?!
Falta um provedor do património para impedir equívocos patrimoniais como este na região de Sicó!














