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13.3.26

Vamos mapear as espécies invasoras que destroem a biodiversidade de Sicó?

No dia 7 de Março tive o privilégio de assistir a uma palestra sobre espécies invasoras, na sede da Al-Baiaz. A palestrante foi a Professora Doutora Hélia Marchante, que já conheço deste 2008, aquando um curso sobre... plantas invasoras, ocorrido na maravilhosa Mata da Margaraça. Foi lá que comecei, de facto, a abrir os olhos para esta temática. 

Uma das muitas coisas úteis que retive nesta palestra foi uma aplicação que qualquer um de nós pode e deve ter no telemóvel e possibilita mapear facilmente espécies invasoras.

O desafio que vos faço é simples, inscreverem-se nesta plataforma, descarregarem a aplicação no telemóvel e começarem a mapear as espécies invasoras que encontram na nossa região. Quem aceita o desafio? A nossa biodiversidade agradece!!



 

9.2.26

Não despejem esta espécie nas bermas dos caminhos ou no monte!!!

No último ano, e fruto dos 1703 km que fiz a pé em Ansião, vi centenas de locais onde as pessoas foram despejar restos de jardins, com uma espécie exótica com potencial invasor, a Yucca Gloriosa. É algo que ninguém deve fazer, pois está a contribuir para destruir a biodiversidade de Ansião. Repito que foram centenas de locais pelo concelho que vi, seja na berma de estradões florestais ou simplesmente no meio do monte. Isto representa um problema que se vai agravando, portanto passem a mensagem. Espécies exóticas e invasoras são para controlar e eliminar!



 

23.9.25

Bom dia, sou uma invasora!


Bem perto da situação que tinha relatado no comentário que antecedeu este, eis que me deparei com uma planta... invasora. Dá pelo nome vulgar de "Bons dias" e é mais uma ameaça para a flora de Sicó, daí ser importante sensibilizar, divulgar e tratar da saúde a estas invasoras. Não é a única invasora que se vê pela região de Sicó, infelizmente, daí esta questão, das invasoras, necessitar da nossa atenção e de acções de controle e remoção das mesmas. No próximo ano terei novidades sobre acções a promover na região de Sicó!

5.5.25

Atenção que é ilegal a plantação desta espécie!

Foi com muita surpresa que me deparei com algo outro dia, no Avelar, e num jardim situado ao lado do hospital. Ao olhar com atenção notei que havia ali algo de errado, ou seja uma espécie que não era suposto estar sequer ali, dado ser uma espécie invasora e, portanto, nem sequer pode ser usada, seja em jardins ou noutro local.

Para tirar a dúvida, contactei um colega geógrafo, o qual se especializou em botânica e com o qual já trabalhei. Confirmou o que eu pensava, que era uma invasora, mais concretamente uma Albizia julibrissin. Eu pensava que era uma mimosa, mas afinal era esta outra invasora. Os meus tempos de biogeografia já vão longe, pois especializei-me em geografia física. 

É muito importante falar desta problemática que representam as plantas invasoras e não se deixem levar pelo discurso que se vê nalguns cromos zen das plantas, que dizem que os invasores somos nós, ok?! As espécies invasoras são um problema muito grave, seja plantas ou espécies animais!
Não sei de quem é o jardim, mas espero que a planta invasora em causa seja devidamente erradicada. E, já agora, as invasoras já são um grave problema na região de Sicó, nomeadamente devido às mimosas, mas não só (eucalipto idem...). Os incêndios de há poucos anos vieram agravar o que já era mau...




 

18.6.24

Atenção que é uma invasora...


Confesso que fiquei surpreendido, contudo também sei que esta planta invasora ainda se vê por aí. Falo, claro do Chorão-da-Praia, uma espécie invasora.  Deparei-me com ela nas Pousadas Vedras, enquanto fazia tempo antes da conferência que ali ocorreu há poucos dias. Tinha ido dar uma volta naquele ringue e ao sair deparei-me com este tapete de chorão-da-praia, tantas vezes visto por muitos de nós na praia. Há uns anos era comum nos jardins das nossas casas e via-se muito pela região de Sicó. Caso o vejam, tratem de lhe tratar da saúde, sabendo, no entanto que não basta arrancar e depois deixar num monte. Vejam o endereço das invasoras e tentem aprender um bocadinho mais sobre as espécies invasoras e formas de as controlar/erradicar.  Valorizar a biodiversidade de Sicó é também aprender sobre as ameaças à mesma, nomeadamente a ameaça das espécies invasoras. 

 

5.12.20

Belas... mas invasoras!


Quem conhece vai saber onde é este local, contudo não é o local em si que está em causa, mas sim o facto de, ali, ser um dos locais infestados há mais anos por esta invasora, a erva-das-pampas. Trata-se de um local que conheço há muitos anos e onde um/a residente achou por bem utilizar esta invasora como adorno no seu terreno. Muito provavelmente nem sabe que se trata de uma planta invasora. É, infelizmente, um velho hábito de muitos, utilizar esta planta como adorno, facto que só agrava o problema.
Como combater o problema? “Simples”, primeiro há que passar a palavra, depois informar, informar e informar sobre os impactos negativos das invasoras, desta em especial e de formas práticas de as eliminar de forma eficaz.
Há umas semanas, e depois de ter partilhado novamente um comentário antigo, deste mesmo blogue, sobre outra invasora, a mimosa, surgiu um comentário completamente anti-pedagógico, sobre o meu comentário. E o que me chocou não foi tanto o comentário em si, já que o desconhecimento deste assunto é comum, foi sim o facto de ter sido feito por uma professora, a qual, motivada por questões externas, não fez o que era suposto, ler, contextualizar e, depois, comentar. Inadvertidamente acabou por dizer qual seria afinal o topónimo mais acertado para a rua em causa (Rua das Mimosas), ou seja “Rua das Flores Amarelas. Assim a questão que ela focou ficaria resolvida, e logo de uma forma pedagógica e respeitando a memória.
Esta questão, das plantas invasoras, pode parecer um assunto menor a muitos de vós, contudo é um assunto maior, de enorme gravidade e que custa ao país muitos milhões de euros por ano. Isto sem falar da perda de biodiversidade associada...

22.9.17

A ameaça chegou a Sicó, estejam atentos por favor!


Nas últimas semanas já foi dada a conhecer, pela imprensa regional, a chegada de mais uma ameaça à biodiversidade regional e mais um problema para os apicultores desta região (como se já não chegassem os incêndios...). O potencial destrutivo deste espécie invasora é terrível, e isso tem também graves impactos económicos, daí a importância de estar atento aos eventuais ninhos de vespa asiática que possam ocorrer neste território. E não inventem, alertem as autorizades! E cuidado com as picadas...
Eu fui das pessoas que foi apanhada quase de surpresa com a chegada da vespa asiática à região de Sicó, já que no início deste mês, quando andava em Alvaiázere a fotografar aspectos geológicos num vale cársico, deparei-me com várias vespas asiáticas, que estavam concentradas numa pia cársica, onde alguma humidade acumulada lhes matava a sede.
Mas atenção, tem havido casos onde se pensa que é a vespa asiática e não é, portanto há que ver com atenção e tirar todas as dúvidas. Não podemos correr o risco de matar espécies naturais destes ecossistemas. Informe-se devidamente, já que informação sobre a vespa asiática não falta.
Se todos estivermos atentos, podemos, juntos, ajudar a mitigar mais esta ameaça ao nosso património e à nossa economia!