10.5.24
Uau, uau e uau!
5.12.23
Muito orgulho e alguma desilusão!
14.2.23
Concentrar competências é um péssimo indicador...
É um facto que muito me tem preocupado, embora não me surpreenda, de todo. Acompanho e visito o Museu Municipal de Alvaiázere há muitos anos, mais concretamenteamente desde que trabalhei em Alvaiázere. Nos primeiros tempos aconteceu algo que foi no mínimo risível, ou seja um autarca colocar-se como o responsável pelo museu em causa, talvez pela questão do prestígio (algo que não aconteceu). Isto tendo o mesmo Museu profissionais competentes e com competências para a gestão do mesmo.
Mas não é esse o cerne da questão. Nos últimos meses tenho constatado uma alteração do bom trabalho de marketing e divulgação feito pelos profissionais do Museu Municipal de Alvaiázere. O que se passará? O que tem acontecido é que canais de comunicação próprios (Museu Municipal de Alvaiázere) têm desaparecido (Facebook, blog e afins), facto que me preocupa. Preocupa-me por dois motivos, o primeiro é que este marketing e divulgação estava a ser feito pelos profissionais do Museu, os quais têm o conhecimento técnico. O segundo é que fica no ar a ideia que o marketing e a divulgação estão a ser concentrados nas mãos de quem não sabe do assunto, não é profissional da área e não faz esse marketing e divulgação por paixão, mas apenas por obrigação e a mando de terceiros. Tem sido tudo concentrado nas redes sociais do Município de Alvaiázere, facto que empobrece o marketing e a divulgação do Museu Municipal de Alvaiázere. É assim que se valorizam os profissionais da área? Fica a questão...
Observando outros Museus Municipais, o que se vê é que a maioria tem canais próprios de comunicação, com alguma independência dos colarinhos brancos da política. Funciona melhor, é feito por quem mais sabe e valoriza os profissionais ligados aos museus. Em Alvaiázere anda-se ao contrário, na onda dos achismos e achistas. E é a regra, não a excepção, a qual tem tido resultados muito negativos ao longo dos anos.
Não é por acaso que tenho visto algumas pessoas que ali trabalhavam a migrar para outras paragens para trabalhar na mesma área em que trabalhavam em Alvaiázere, embora nas novas paragens sejam respeitados e lhes seja dada alguma independência baseada nas suas competências. E assim rendem muito mais em termos profissionais e são mais felizes. Mas em Alvaiázere o que importa não é ser competente, mas sim ser um jotinha e bajular o poder político, sendo esse o cartão para o "sucesso" profissional, em vez da meritocracia. E dói tanto ver bons profissionais a sair para outras paragens ou bons profissionais limitados pela acção política medíocre. Alvaiázere tem tanto potencial não concretizado...
25.9.22
De indústria dita ecológica para isto que se vê...
Há uns anos quiseram, de forma pouco correcta, promover o alargamento de uma zona industrial, em Alvaiázere, à custa do abate de um património arbóreo notável, caso de sobreiros e carvalhos centenários, e azinheiras já a caminho disso, e à custa da propriedade privada e da vontade do dono dos terrenos. Não conseguiram porque sofreram uma derrota a toda a linha, perdendo na justiça, e bem!
Logo que a derrota foi consumada, quiseram impingir uma zona industrial no meio de vários lugares, na freguesia de Pussos, e aí, infelizmente, conseguiram, contra a vontade da maioria dos locais. Foi vendida a ideia do costume, fábricas e uma suposta fábrica ecológica.
Eis que a alegada ecologia mostra o seu valor, ou melhor, o seu fumo e a sua poluição. O fumo será pior em alturas de calma do vento, já que ali é um local particularmente sensível para a acumulação de fumos... Mas não só, eis que os recursos aquíferos também já estão a sofrer com alegadas descargas que não auguram nada de saudável. E sim, a SEPNA já visitou o local.
Só tenho pena de quem se opôs a uma zona industrial onde não era suposto (havia alternativas, mas essas não interessavam ao poder político...). Quem apoiou esta zona industrial agora que aguente a poluição!
Em vez de se promover um desenvolvimento do território com base nas mais-valias territoriais, impõe-se uma zona industrial que além de má localizada, não acrescenta valor a este território. Até o prejudica e contribui para a pioria da qualidade de vida.
Isto lembra-me quando há uns anos fui sondado por um engenheiro que pensava que tinha graça, sobre se sabia alguma coisa sobre incineradoras. Isto porque chegou a estar em cima da mesa o poder político trazer para Alvaiázere uma indústria incineradora de lixo... É isto que o poder político alvaiazerense quer para o povo. Sorte em viver ali!
18.6.22
"lapsos" que prejudicam o desenvolvimento territorial...
13.4.22
Uma obra excepcional que merece destaque nacional!
Mas vamos aos factos. De uma ruína de uma antiga igreja está a surgir uma obra simplesmente excepcional, que conjuga um extremo bom gosto a um respeito pela memória assinalável. É um caso raro de um projecto muito bem pensado por quem sabe e devidamente financiado. Não tenho elogios suficientes para este projecto e para quem o pensou e conseguiu levar adiante.
Trata-se de uma igreja situada em Almoster, Alvaiázere. Logo que ali possa voltar, voltarei a abordar este projecto genial e aí falar de todos os que têm mérito no mesmo! Para já ficam algumas imagem, gentilmente autorizadas pela arqueóloga Paula Cassiano, que mostram a beleza do projecto em todo o seu esplendor. Qua uau de projecto!
9.4.19
Chamada à recepção: venham esses resumos sff!
21.9.18
Porque o Chícharo é importante para Sicó!
14.7.18
PDM serve para quê, fazer tábua rasa dos valores naturais?!
14.4.18
5.9.17
O que é bom é para se partilhar!
Célia Marques, Câmara Municipal de Alvaiázere
Vanessa Batista, Territórios Criativos
Isabel Neves, empresária e reconhecida investidora (Shark Tank Portugal)
Vanessa Batista, Territórios Criativos
17 Setembro
João Coroado, Instituto Politécnico de Tomar
Luís Matos Martins, Territórios Criativos
Rui Pedrosa, Instituto Politécnico de Leiria
Moderação – Mário Pinto, Diário de Leiria
Célia Marques, Câmara Municipal de Alvaiázere






























