25.2.26
Vamos falar de movimentos de vertente?
10.7.25
Os coretos de Sicó!
São ainda uma marca de muitas praças de Sicó e não só. Falo, claro, dos coretos. Este situa-se em Pombal, mesmo no centro e num local de grande visibilidade.
Há poucos anos houve um festival no qual os coretos eram a "desculpa" para um evento muito engraçado, o qual valorizou os coretos de algumas localidades. Desde então não sei se voltou a haver tal evento.
Este comentário visa relembrar que os coretos existem e recomendam-se, sabendo também que podemos e devemos desfrutar dos mesmos. Porque os coretos também são património.
Se houver por aí algum historiador ou outro profissional com conhecimento desta temática e que queira partilhar connosco algo, estejam à vontade nos comentários. Porque não se trata apenas de partilhar algo, mas sim de aprendermos todos. algo mais sobre o património. E eu tenho aprendido bastante com o azinheiragate e com as interacções que tenho tido ao longo destes 17 anos!
14.4.25
Não é legal, não é aceitável!
19.3.25
Não percebo, por mais que tente perceber...
É a segunda vez que abordo aqui o que se vê nas imagens. Para quem não conhece, é ao lado da estação de comboios de Pombal, e trata-se de um espaço desportivo que está ao abandono já há... anos. Não percebo porquê, pois é num espaço muito favorável à sua fruição. Não percebo porque não está aberto, depois de limpo e pintado, para os mais jovens, ou não, poderem praticar a importante actividade desportiva. Dinamizar a cidade passa também por fazer com que não aconteça o que se vê nas imagens.
Limpe-se o espaço, arranje-se o que tiver de ser arranjado, crie-se as regras de utilização, horário e, fica a dica, coloquem uns carregadores para telemóveis, que vão ver que sempre ajuda a que este espaço tenha mais utentes, nem que seja enquanto estão a carregar o telemóvel. Não é só queixarem-se que os jovens vivem nos telemóveis, mas sim criar e dinamizar o espaço urbano para que os jovens passem menos tempo ao telemóvel e mais tempo em espaços desportivos, mesmo que não seja na óptica do desportista puro e duro, mas sim do cidadão que durante uns minutos se mexe...
25.2.25
A intenção e o gesto são bons, contudo é fundamental corrigir...
5.2.25
Um lago por cima de um ribeiro...
Outro dia, enquanto estava por Pombal com amigos, vi algo que já tinha visto mas que ainda não tinha aqui falado. Algo sobre o qual importa falar, de forma a que todos percebam o quanto ignorantes foram decisões passadas, tomadas por autarcas e aplaudidas por muitos cidadãos e cidadãs. Algo que atenta contra o ordenamento do território e representa uma má prática que em tantos países está a ser revertida, trazendo novamente os rios/ribeiros "enterrados" à vida, resgatando-os da escuridão e trazendo-os à superfície novamente.
As fotografias mostram algo que muitos pombalenses, e não só, veem todos os dias mas que ignoram. Um lago que se localiza por cima de um... ribeiro. Sim, por debaixo daquele lago passa um ribeiro que há muitos anos foi enterrado. Alguém considerou uma boa opção, até porque os rios são feios e inúteis... Más práticas que durante décadas foram implementadas por muitos municípios. Alguns entretanto perceberam o erro que é e já reverteram estas más práticas. A ver vamos quantos anos mais irá demorar até aquele troço da ribeira voltar a ver luz...
18.10.24
Foram apenas meia dúzia de gatos pingados que se dignaram a participar, acham bem?!
9.9.24
Vamos falar de marketing territorial?
1.8.24
27.7.24
O antes e o depois da intervenção no jardim da Várzea: registo fotográfico e crítica fundamentada
22.7.24
Dizer que é pouco inteligente é... pouco!
4.7.24
Participem nesta discussão pública sff!! #Pombal
22.6.24
Façam o favor de se envolver neste processo que vos diz respeito...
5.4.24
12.2.24
O fim de ciclo de uma bela obra de arte urbana
Há uns tempos, e quando percebi que a obra tinha iniciado, fiz logo o registo fotográfico, de forma a acompanhar a dinâmica de uma obra de arte urbana condenada ao desaparecimento pela normal dinâmica urbanística da cidade de Pombal, concretamente pela construção de um novo prédio num local há dezenas de anos abandonado. Passadas umas semanas, fiz novo registo fotográfico, já com a obra a decorrer e já este mês, mais um registo fotográfico, já com a obra de arte urbana desaparecida.
Era uma obra de arte urbana simples, mas muito simbólica e apelativa, daí eu falar da mesma. Este comentário serve para lançar um desafio, o de criar nova obra de arte igual, noutro edifício, já que é bonita e faz pensar em coisas importantes. Há 3 anos falei da mesma e fiz uma reflexão.
Há certas obras de arte urbana que têm um ciclo de vida curto, como foi este o caso, mas era importante recriar esta obra de arte urbana noutro ponto da cidade. E já agora, criar novas obras de arte urbana! O desafio está lançado.
14.1.24
Porque não as baptizaram por exemplo como "Pombinas"?
27.11.23
Orçamento Participativo de Pombal: apelo ao voto e breves notas sobre o OP
Falo aqui regularmente, e já há alguns anos, dos Orçamentos Participativos dos vários municípios da região de Sicó. Desta vez falo sobre o OP de Pombal, que está em fase de votação. Façam o favor de votar!
Há 2 dias estive a falar precisamente sobre o OP de Pombal com alguém de Pombal, mais concretamente sobre algumas dúvidas sobre o processo e sobre um dos projectos em particular, portanto nada como vir falar disso aqui, já que se justifica plenamente. É um tema que considero muito interessante e que é importante falar especialmente nestes primeiros anos de OP, já que se tem visto muita chico espertice nos vários OP´s municipais.
Mas vamos então ao OP de Pombal. Foram submetidos cerca de 32 projectos (muito bom este número!) e seguiram para votação cerca de 11 destes projectos (nada mau!). Um dos pontos que me apercebi quando estive a dar uma vista de olhos no OP é o facto de não ser fácil perceber logo quem são os promotores dos projectos, portanto fica o reparo para o próximo OP. Outro dos pontos foi a diversidade de projectos apresentados, facto a salientar e a aplaudir.
Não pretendo aqui esmiuçar sobre os projectos, de forma a que se sintam curiosos ir dar uma vista de olhos sobre os mesmos (os que seguiram para votação mas também os que se ficaram pela primeira fase). Quero apenas destacar aqui, de forma crítica, um dos projectos, já que me parece que o mesmo não se adequa a um OP, especialmente tento em conta a entidade promotora do mesmo. Falo, claro, do projecto P-Bike. E por favor, deixem-se de estrangeirismos!!!
A filosofia dos OP´s é serem pessoas individuais, associações ou afins da sociedade civil a propor projectos vários. Não é filosofia dos OP´s serem as entidades públicas a proporem projectos... Os OP´s não podem servir para arranjar dinheiro para colmatar o orçamento municipal. Este projecto nem era suposto aparecer no OP. O promotor do projecto poderia sim optar por fazer algo muito simples, ou seja destinar uma verba de apoio a quem quisesse comprar bicicletas eléctricas (ou convencionais) para usar no seu dia-a-dia. Por isso mesmo fica a dica ao promotor do projecto para que faça um estudo desta ideia, de forma a num próximo orçamento municipal a incluir já de forma devidamente planeada e de forma a que possa ter sucesso. É uma ideia que pode ajudar a tirar centenas de carros do centro da cidade, já que actualmente a bicicleta eléctrica (e convencional...) é uma boa opção para muitas das viagens curtas e médias que tanta gente faz diariamente.

















































