19.1.26
Uma realidade tremendamente preocupante!
27.7.24
O antes e o depois da intervenção no jardim da Várzea: registo fotográfico e crítica fundamentada
9.7.23
Um novo nome para o Jardim das Laranjeiras: Jardim dos Paus Secos
Foi em 2018 que tirei as primeiras fotografias, após saber do projecto que iria mudar o Jardim das Laranjeiras, em Pombal. Depois, em 2021, com a "requalificação" deste espaço verde efectuada, voltei a fazer registo fotográfico nos mesmos sítios de 2018, de forma a ter uma boa perspectiva do antes e do depois.
Eis que em 2023 volto a focar a minha atenção neste espaço verde para constatar que o cenário é... outro. Agora podem mudar o nome do jardim para "Jardim das Laranjeiras Secas". #ironia
Isto acontece porque teimamos em não fazer as coisas como deve ser. Há responsabilidades neste desfecho, mas infelizmente os culpados dificilmente serão responsabilizados. Em Portugal não damos valor ao planeamento e ao conhecimento. Também não damos valor à profissão de jardineiro. E não valorizamos os nossos espaços verdes...
5.5.23
Arrancar árvores para plantar umas florzitas "só para inglês ver"?!
Deixei passar a fervura para poder comentar com maior conhecimento sobre o assunto, mas agora, e feito o TPC, eis que venho então abordar esta situação. Vi várias desculpas para isto. Uma suposta valorização paisagística daquele largo, de forma a dar mais visibilidade ao edifício da Biblioteca, uma suposta transplantação das árvores, etc. Em linguagem de quem está habituado a ver este tipo de casos, chama-se de balelas. Não faço ideia sobre o que, de facto, levou a esta situação, contudo é um perfeito disparate. Destruir o arvoredo é mau, e numa praça a precisar de verde, é um tiro no pé. A desculpa de arrancar as árvores para dar mais visibilidade ao edifício da Biblioteca é um perfeito disparate. Arrancar árvores para depois plantar ali umas flores é um verdadeiro atestado de incompetência de quem gere o espaço. Perdem-se árvores que além do oxigénio tornavam aquela praça mais fresca no Verão. Sim, pode parecer que não mas têm um efeito maior do que possam imaginar. Como sei? Estudei espaços verdes e estudei climatologia local, daí saber bem do que falo. Foi quando fiz um trabalho sobre o efeito dos espaços verdes no espaço urbano que fiquei a saber, de facto, da enorme importância de, por exemplo, destas árvores arrancadas. E há quem defenda esta acção pouco ou nada inteligente. Mais valia dizerem logo que era para depois poder montar ali palcos para eventos...
Esta iliteracia neste domínio não era suposto ocorrer em entidades públicas, às quais se exige mais, muito mais. E já nem falo que quando se pretende fazer algo num espaço como este, dizem as boas práticas que em primeiro lugar se devem ouvir os locais. Não foi isso que aconteceu...
Assim não vamos longe...
21.6.20
"Cantas bem, mas não me alegras"
13.6.20
Verbo mobilizar, em prol de uma verdadeira requalificação do Jardim da Várzea!
18.5.20
A iliteracia no domínio dos espaços verdes: crónica do Jardim da Várzea
Nota: nos muitos comentários que já li sobre ideias/propostas para o projecto de recuperação do Jardim da Várzea, vi muitas ideias que apesar de bem intencionadas não se enquadram minimamente no perfil do jardim. A intenção é recuperar e valorizar o jardim sem que o seu perfil seja desvirtuado.























