quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fontes da memória


Já são poucas e menos ainda aquelas de onde ainda sai o precioso líquido, a bela da água. São belos exemplos que começam a escassear no espaço público e a proliferar no mercado negro, umas roubadas, outras vendidas a custo injusto.
São recordações de outros tempos, em alguns casos perpectuados pelas entidades públicas, casos das Juntas de Freguesia ou Câmaras Municipais. 
Esta fonte passa despercebida a muitos dos que ali passam, contudo é algo digno de se ver e de elogiar. Apesar de, derivado da sua localização, estar numa área segura, prefiro não divulgar publicamente, de forma a evitar vandalismo ou roubo.


É incrível como é que muitos de nós não dão valor a fontes como esta, ao mesmo tempo que alguns são capazes de dar umas dezenas de euros para as colocar no jardim, como enfeite, traço comum da nossa portugalidade. Há que preservar as várias fontes que ainda vamos vendo pela região de Sicó. Abordar o assunto aqui, no azinheiragate, é um mero contributo para isso mesmo. Mas como se costuma dizer, grão a grão...


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