Foi em Janeiro de 2025 que li um artigo do Jornal de Leiria que me entusiasmou, dado que era sobre uma velha questão que me assombrava há muitos anos, ou seja o facto de não haver reciclagem para aqueles pratos, canecas e outras cerâmicas que, quando partidas, não tinham outro local para ir que não o aterro. Para mim isto era e é absurdo, ainda mais sabendo que temos de reduzir a extracção de recursos geológicos e a reciclagem desta tipologia de resíduos é uma das soluções para isso mesmo.
Solução que, aliás, apresentei a uma empresa que há 2 anos andou a rondar Ansião e Alvaiázere para tentar criar ali minas de extracção de areias e argilas, precisamente para produção de cerâmica. Essa empresa respondeu que não estava interessada e levou a resposta que nós também não estávamos interessados em ter uma empresa a abrir buracos na nossa terra quando podia criar uma fileira de reciclagem de resíduos cerâmicos.



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