Por falta de tempo, estive algumas semanas sem ir ao Alvorge, de forma a continuar a monitorização do esgoto (dreno) ilegal, mas na semana passada consegui finalmente lá ir. Na edição da primeira quinzena de Abril, da edição do Jornal Terras de Sicó, a provedora da Santa Casa da Misericórdia do Alvorge, a Srª Maria Luísa Ferreira, afirmava que, e passo a citar, "a água sai límpida para uma linha de água". O autarca Rui Rocha tinha a mesma postura, de negar o que estava e está à vista de todos, muito embora, e após a denúncia, afirmasse na imprensa que era um problema preocupante. O impacto mediático desta situação foi enorme, mas infelizmente, e até agora, de pouco valeu, já que, no essencial, tudo se mantém. Resta portanto continuar a dar visibilidade a esta situação e monitorizar a mesma, já que ao contrário do que a Srª provedora possa pensar, o caso não está fechado, está sim em aberto. E mais não digo... A ilegalidade é para acabar e o esgoto para ser tratado, a bem da saúde pública e da seriedade institucional.
Peço a todos que divulguem esta situação e partilhem nas redes sociais, já que, como eu bem sei, isso pode fazer toda a diferença na hora de resolver situações de todo o tipo. Esta situação é particularmente grave, daí a minha dedicação a este caso.
Finalizando, gostaria de pedir à Srª provedora Maria Luísa Ferreira que nos elucidasse sobre aquela matéria orgânica, pois concerteza ela saberá explicar o porquê do sucedido. Como boa gestora que é, de certeza nos poderá elucidar sobre os elementos poluentes ali presentes e o porquê da situação estar pior. Genericamente eu sei o que é, mas o público pode não saber...
Exm.ª provedora da Santa Casa da Misericórdia do Alvorge, Srª Maria Luisa Ferreira
Venho por este meio dirigir-me a si, por meio do meu blogue, acerca do que você refere como uma "denúncia sem fundamento". Por esta altura será escusado dizer quem sou, porque sabe quem eu sou e o que faço em termos profissionais. Escusado será dizer que sabe que eu sou um cidadão e um profissional muito incisivo em termos de acção pelo património e pelo ordenamento do território. Da mesma forma eu sei quem é e a influência que tem em termos políticos, sociais e económicos no Alvorge, facto que não me limitará de forma alguma na minha acção.
Decidi esperar umas semanas, de forma a dar tempo para que a comunicação social fizesse o seu trabalho e, melhor, que você pudesse responder através da imprensa aos factos que são imputados na denúncia que efectuei em sede própria. Assim sendo, passo então ao que mais interessa, querendo, contudo, registar o seu excelente sentido de humor quando refere que "a água sai límpida para uma linha de água". Aproveitando o facto, divulgo três fotografias que confirmam, de facto, o seu sentido de humor:
Na primeira fotografia, podemos ver uma lagoa de água bastante límpida. Talvez por isso foi aterrada depois da denúncia. Será que o reflexo de tal água cegava quem por ali passava? Se sim, foi uma excelente opção, não vá o reflexo da água causar algum acidente.
Na segunda fotografia, podemos ver um terreno, a montante, para onde escorreu cócó que saiu pela segunda tampa do esgoto/dreno ilegal. Gostaria de lhe perguntar várias coisas, uma delas é que como é possível água límpida transportar tudo aquilo, que demorou anos a acumular. Gostaria também de saber se sabe que eu tenho vídeos de 2012, 2013 e outros, onde mostra a água "límpida" a sair pela segunda tampa do esgoto ilegal, já que para montante o dreno já está completamente saturado de cócó, que acabou por começar a sair pela segunda tampa poucos meses após a obra (ilegal) feita.
Sabe que o cidadão comum tem de pagar para esvaziar a fossa que tem em casa? O cidadão comum não tem o privilégio que a Santa Casa da Misericórdia teve. Não vejo o comum cidadão ter a sorte de ter uma entidade pública a fazer-lhe um dreno, que, diga-se de passagem, fica mais barato do que ter de pagar para esvaziar os tanques, quando cheios. Se dependesse de mim, e enquanto especialista, esses tanques já teriam sido substituídos por um sistema que resolvesse o problema, pois sendo aquela área, situada numa região cársica, não é admissível que se pactue com uma poluição consentida, consciente ou inconscientemente.
Acho curioso, no mínimo, você não ter dito uma única palavra acerca do fundamental, ou seja, do esgoto ilegal, feito a seu pedido (Santa Casa da Misericórdia). Fala de tudo menos no que a compromete. Convenientemente é o facto de sua conversa sobre esta questão terminar no final do quarto depósito, quando a denúncia começa precisamente aí. Memória selectiva?
Sei que não está habituada ao contraditório, contudo sendo esta questão de domínio público e relativa à temática ambiental, eu faço questão de exercer o meu direito à cidadania, tal como o tenho feito até agora. E, também como já deverá saber por esta altura, eu sou bastante dedicado a este tipo de causas.
A semana passada ouvi uma de muitas conversas, onde diziam que o assunto estava arquivado. Contra-informação ou populismo demagógico? O assunto não está arquivado e está apenas no seu início. Gostei de ver na notícia do Jornal Terras de Sicó o seu sincronismo com o Presidente Rui Rocha, já que ambos referem os mesmos factos. É também curioso que apenas agora, e tendo em conta que o recente PDM prevê para ali uma ETAR, o presidente Rui Rocha refira que afinal o sistema de esgoto do Alvorge é para ligar à ETAR de Santiago da Guarda, o que mostra que qualquer coisa está muito mal no domínio do planeamento. Brevemente irei falar sobre esta maravilha de ETAR...
Uma outra questão, porque é que a Srª Maria Luisa Ferreira não comentou uma única vez sobre a problemática da poluição associada a este esgoto (facto!), será porque não lhe convém ou porque simplesmente não tem competências na área ambiental? Se quiser eu dou-lhe umas dicas, mas, e para já, posso dizer-lhe que o esgoto ilegal não está previsto em sede de PDM. Sabe o que isto significa?
Continuando, achei particularmente curioso a visita dos inspectores da APA coincidir com o despejo dos tanques, mais ainda eles surgirem já após a limpeza concretizada e algumas das provas comprometidas, concretamente as escorrências muito regulares ao longo dos últimos anos, não sendo de forma alguma esporádicas, tal como a Srª Maria Luisa quer fazer crer. Mas terá sido uma mera feliz e oportuna coincidência, pois num país de direito de outra forma não poderia ser.
Um aspecto positivo foi a posição da Junta de Freguesia do Alvorge, que cedo se mostrou preocupada com esta obra, feita à sua revelia e sem conhecimento. É raro ver uma Junta de Freguesia a manifestar preocupação acerca dos lençóis freáticos, coisa que nem a Srª Maria Luísa nem mesmo o Srº Rui Rocha fizeram neste caso, e de acordo com o que consta no Jornal de Leiria e no Jornal Terras de Sicó. A poluição que ali ocorre é um facto consumado, resta apenas saber o grau de contaminação do aquífero, o qual se pode estender por dezenas de km...
Já agora, como é que eles confirmaram que está tudo bem quando não está? Tem algum documento que o comprove? É porta-voz da APA? E a queixa-crime, feita por outras pessoas, porque é que também não falou disso? Já agora, sabe que, decorrente da queixa-crime, alguma documentação, até agora indisponível ao comum do cidadão, vai ser tornada pública? Irei esperar para ver o que nessa altura dirá quando confrontada com os factos.
Após estas semanas tenho observado algo que me preocupa, ou seja o facto de muitas pessoas terem medo de falar, algo que não se compreende numa democracia. No Alvorge há uma asfixia democrática assinalável. Contudo as redes sociais conseguiram quebrar o medo e divulgaram a situação. O mesmo se passará com esta carta aberta.
Como deve imaginar, eu irei estar muito atento a esta situação, fazendo questão de a monitorizar nos próximos meses, ou na pior das hipóteses, anos. O que me move? Simples, água límpida e boa para beber nas próximas décadas.
Os meus cumprimentos.
A suspeita existia desde Agosto de 2012, mas agora a suspeita tornou-se uma certeza. Quando era ainda uma suspeita, prometi que iria acompanhar a situação, o que em termos genéricos significa que mais tarde ou mais cedo iria descobrir a verdade. Quis o destino que, ao estar a ver os arquivos de um grupo de ex alunos de Coimbra, os quais, no decorrer de um trabalho académico, fizeram um levantamento fotográfico em 2012, me deparasse com algo tão comprometedor. Isto mesmo que os alunos não se tenham apercebido do que "inadvertidamente" guardaram para a posterioridade através de registos fotográficos. Ao passar por aquele local, e se calhar induzidos pela minha máxima (fotografa, pois mais tarde pode servir para algo...), acabaram por ali parar para ver que estranha obra era aquela. Abençoados!
Confesso
que não esperava que algo tão chocante fosse possível em Ansião, algo que
demonstra o quanto podre pode estar uma sociedade que deveria estar alicerçada
em valores e na ética. Mas vamos lá falar de um tabú...
Onde?
Alvorge, mais precisamente a escassas dezenas de metros do Lar do Alvorge. É um
tema que muitas pessoas têm medo de falar abertamente. Toda a gente fala entre si, mas publicamente ninguém tem coragem de o fazer. Compreendo perfeitamente
porquê, já que é um caso de excepcional gravidade, que, na minha opinião, compromete muito boa
gente, influente em termos políticos...(e quando assim é, há sempre o normal receio de
represálias, como eu tão bem sei...). Compromete
entidades públicas e de interesse público, bem como a imprensa de regime
(político), que, na minha humilde opinião, deu cobertura aos responsáveis por
esta situação, ao não investigar o assunto em termos jornalísticos. A imprensa não pode ser parcial...
Mas,
tal como devem saber, eu não tenho problemas em denunciar casos gravíssimos,
aliás sou temido pela minha frontalidade e, diga-se, tenho um gosto especial por casos complicados.
Num
país civilizado este caso deveria resultar em demissões, mas em Portugal, e na região
de Sicó, resultará apenas numa mais que provável vitimização e
desculpabilização por parte dos intervenientes. Com um bocadinho de sorte ainda
vou voltar a ler num qualquer jornal que há fundamentalismos que impedem o
desenvolvimento... E, claro, vou ser (novamente...) um "alvo a abater", mas afinal já o sou há muito tempo.
Mas
comecemos pelo início, passe o pleonasmo. No início de 2012 houve, alegadamente, uma entidade
pública que fez uma obra de “saneamento”, a qual consistiu basicamente em
drenar as fossas localizadas bem perto do Lar do Alvorge. O intuito não posso
dizer, pois não sou bruxo, mas posso dizer o que indicia perante os factos. O
tal “saneamento” não foi para ligar à rede de saneamento pública, aliás,
segundo o actual PDM de Ansião não está ali prevista nenhuma infra-estrutura
de esgotos, apenas uma ETAR no local circunscrito à zona das fossas. Ou seja, estamos perante um
esgoto não oficial e ilegal, o qual, em vez de encaminhar os esgotos para uma ETAR,
encaminha os esgotos para um sumidouro. Ora, isto é gravíssimo a todos os
níveis. Gostava de saber qual vai ser a desculpa por parte das entidades
envolvidas. Se estas tubagens não serviram para ligar à rede de saneamento, porque
foram as mesmas feitas, e logo na direcção oposta do núcleo urbano, onde não
existe sequer possibilidade de ligar à rede de saneamento?!
Na
edição do Jornal Serras de Ansião (Edição de 15/06/2012), a Provedora da
Misericórdia e figura histórica do PSD local, Srª Maria Luísa Ferreira,
afirmava que era falso que os esgotos se infiltrassem num algar ali próximo. Tinha razão, pois não é um algar, mas sim um sumidouro. Toda a trampa vai
directamente para o sumidouro, via linha de água e infiltração pura e dura, seguindo depois para o(s)
aquífero(s) Penela-Tomar e, possivelmente, Sicó-Alvaiázere. Das duas uma, ou a Provedora da
Misericórdia faltou à verdade, ou então desconhece completamente como foi feita
a obra. Espero que a Srª Maria Luísa Ferreira me possa esclarecer. E já agora,
espero que também me possa esclarecer como é que não há problemas de poluição associada à "rede
de esgotos". Não sendo especialista na temática ambiental, não tem competências técnicas que possam sustentar minimamente tal posição...
Lembra-se
de quando o Sr. Jaime Laim disse que a situação dos esgotos não estava
resolvida e, quando confrontada, a Srª disse que estava? (acta CM 2012 – 5 de
Maio, página 12...). Há alguma dúvida que, de facto, não está, nem nunca esteve
resolvida? Aliás, e tal como a referida acta refere, a obra (esgoto) ficou a meio, muito embora o esgoto tenha desde então vazado a trampa...
Há
um pormenor simplesmente delicioso, ou seja, os tubos foram alvo de cortes parciais e planeados (cortes
transversais), o que indicia que foram intervencionados para que os esgotos se
fossem infiltrando durante o trajecto (bela manobra, hein?!).
Falando em infiltração dos esgotos em meio cársico, deixo-vos com uma imagem bem pertinente...
Este trajecto
termina em terra de ninguém, no início da depressão que limita o grande
sumidouro do Alvorge. E não, no limite do “saneamento” não existe nenhuma ETAR,
só mesmo terra e rocha. Não é preciso ser-se especialista para perceber que há
aqui algo de muito errado, mas, em 2012, para a Srª Maria Luisa Ferreira, parecia que nada havia de errado...
Outra
componente interessante tem a ver com a entidade pública que autorizou tal obra
e que promoveu, na prática, a mesma. Eu ia jurar que conheço aquela máquina giratória de
algum lado...
Importa
também saber quem foi o técnico (Eng.º/ª?) que foi o responsável pela construção
do “saneamento”, bem como o autarca que lhe deu a ordem e orçamento para tal obra. Um
destes eu sei quem é, o/a outro/a não faço ideia, embora haja dois ou três
candidatos. Fico à espera do contraditório, caro Rui Rocha, pois politicamente falando, é o responsável pelo facto. Fico também à espera de um pedido de desculpas público, não só aos residentes do Alvorge, bem como aos residentes da região de Sicó, pois na minha opinião justifica-se plenamente.
Mas
continuemos, porque é que as fossas não têm sido regularmente esvaziadas e os
resíduos respectivos encaminhados para a ETAR de Ansião? (tal como alguns particulares têm de fazer às suas custas) Porque andam os
esgotos a vazar livremente e de forma impune? (como o sector terminal das tubagens já está
completamente entupido com tanta trampa, já vaza à superfície pela segunda
manilha, através da tampa – seguindo para a valeta, depois para o terreno,
linha de água e sumidouro) Porque é que esta situação não foi ainda resolvida?
Porque é que o caso não tem saído na imprensa local e regional? Ok, breve vai
sair, mas desta vez não conta.
E
não, não quero ouvir um mero pedido de desculpas, quero ouvir o mea culpa, pois nada pode
desculpar o que se tem passado por aqueles lados. E a saúde pública, quem vai
arcar com as responsabilidades? O que tem a dizer sobre isto Sr. Rui Rocha?
Não, não quero ouvir que a situação já está sinalizada, pois já o disse há 4
anos, e não quero ouvir que isto é da competência das Águas do Mondego, já que
também já o referiu há 4 anos. E não quero promessas, quero acção, em nome da
seriedade e do interesse público, onde se inclui a saúde pública. E, já agora, pretendo também um mea culpa da Srª Maria Luisa Ferreira. Errar é humano, negar o erro já não é bem assim...
Quem
tem a coragem de partilhar este comentário?! Deixo-vos com um pequeno vídeo que fiz há 2 semanas:
Esta é mais uma daquelas histórias que importa destacar, dada a sua especificidade. Falo, claro, da polémica associada ao novo sistema de drenagem dos esgotos que decorrem da normal actividade do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Alvorge.
Esta era uma questão que, até há poucas semanas atrás, desconhecia. Isto porque, genericamente falando, já deixei de ler jornais de regime, os quais dão muitas vezes uma notável cobertura, parcial, a pessoas ligadas ao regime.
Assim sendo, e após me terem informado sobre esta questão, lá consegui ter algum tempo para ir ao terreno ver o que se passa. Já depois de me ter deslocado ao terreno, emprestaram-me um exemplar do Jornal Serras de Ansião (edição de 15/06/2012), onde pude ler uma notícia associada a esta polémica.
Confrontando aquilo que vi no terreno com aquilo que foi escrito sobre o mesmo, concluí que estamos perante algo que realmente vale a pena debater.
Fiquei bastante curioso sobre o facto da Provedora da Misericórdia, Maria Luisa Ferreira, referir que é falso que os esgotos se infiltrem num algar ali próximo, quando no mesmo texto refere que os tanques de decantação estão ligados a sorvedouros subterrâneos naturais... Isto parece-me, no mínimo incoerente, já que isto é basicamente dizer nim.
Importa referir que não sei quem fez a denúncia, nem sequer o conteúdo da mesma, estando desta forma a fazer um apontamento estritamente pessoal sobre esta questão, baseado no que vi e no que avaliei no terreno.
Prosseguindo, ao chegar ao local em análise, vi 4 poços fechados (tanques de decantação) e seguidamente vi o novo acrescento à rede de esgotos, a qual não vai ter a qualquer lado (porque será?!). Passando os poços, tem-se 3 ou 4 tampas de esgoto, as quais mostram o sentido da rede de esgotos (SW), a qual termina sem que se observe qualquer poço de decantação. Basicamente o problema foi empurrado para mais adiante, onde ninguém vê a coisa abertamente. Irei começar a monitorizar esta situação, já que mal os sinais de poluição, à superfície, apareçam, eu estarei por aqui para denunciar. No que se refere à poluição subterrânea, também irei tentar acompanhar, embora, por vezes, seja mais difícil de monitorizar.
Irei tentar saber, ao certo, como está instituída a nova rede de drenagem dos esgotos, já que não me parece normal esta situação. Será curioso perceber o que está por debaixo daquelas tampas de esgoto...
Passando agora à componente mais técnica, gostaria de saber quais são as competências técnico científicas da Provedora Misericórdia do Alvorge no domínio ambiental, já que taxativamente afirma que não há problemas de poluição associada à rede de esgotos. Uma coisa é acharmos algo, outra coisa é sabermos minimamente algo...
Os factos são simples, goste-se ou não, a poluição associada a esta rede de drenagem de esgotos é um facto, resta saber o grau de severidade da mesma. Esta rede de esgotos está a drenar para um belo sumidouro, a Sul. De forma muito resumida, a rede de esgotos está a drenar para este sumidouro, o que significa que a poluição está a ser disseminada por uma área ainda por determinar. Daí decorre o facto de ser importante começar a monitorizar esta situação em particular, de forma a se compreender se o grau de gravidade da poluição associada.
Acho curioso o facto da Provedora da Misericórdia se manifestar preocupada com a poluição na área envolvente aos poços de decantação, mas já não manifestar a mesma preocupação pelo problema ter sido empurrado mais umas dezenas de metros para a frente. O perigo de salubridade é exactamente o mesmo, pois tudo drena para o mesmo local, ou seja aquele sumidouro que destaquei na imagem do googlearth.
Finalizando com uma palavra utilizada pela Provedora da Misericórdia, o ressabiamento não pode existir nesta questão em especial, já que trata-se apenas e só de preocupação com um problema real e indesmentível, o qual nos afecta a todos. Só não vê quem não quer...