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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fontes da memória


Já são poucas e menos ainda aquelas de onde ainda sai o precioso líquido, a bela da água. São belos exemplos que começam a escassear no espaço público e a proliferar no mercado negro, umas roubadas, outras vendidas a custo injusto.
São recordações de outros tempos, em alguns casos perpectuados pelas entidades públicas, casos das Juntas de Freguesia ou Câmaras Municipais. 
Esta fonte passa despercebida a muitos dos que ali passam, contudo é algo digno de se ver e de elogiar. Apesar de, derivado da sua localização, estar numa área segura, prefiro não divulgar publicamente, de forma a evitar vandalismo ou roubo.


É incrível como é que muitos de nós não dão valor a fontes como esta, ao mesmo tempo que alguns são capazes de dar umas dezenas de euros para as colocar no jardim, como enfeite, traço comum da nossa portugalidade. Há que preservar as várias fontes que ainda vamos vendo pela região de Sicó. Abordar o assunto aqui, no azinheiragate, é um mero contributo para isso mesmo. Mas como se costuma dizer, grão a grão...


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Fontes de Sicó


É algo que muitos já esqueceram, pois o dito desenvolvimento eclipsou muitas destas fontes, no entanto elas continuam lá, firmes ao sol, à chuva, à geada e até ao vandalismo. Ao ver esta imagem concerteza alguns se lembram de ir à fonte buscar a preciosa água. Para outros esta imagem nada diz.
Em muitas destas fontes é comum ver-se a placa "água sem vigilância", sinal da muitas vezes má gestão deste recurso.
Apesar da região de Sicó ser relativamente pequena, há uma imensidão de fontes de água, com várias tipologias. A esta, em especial, nunca tinha dado destaque, no entanto, e como me deparei recentemente com esta bela fonte, decidi que era boa altura de o fazer. Não vou dizer onde esta se situa, já que com a quantidade de roubos que se tem vindo a observar, o melhor é mesmo esconder a sua localização. 
Seria interessante alguém pegar nesta questão e escrever um livro, pois matéria prima não falta. Não faltam também as fontes de informação, nomeadamente os velhotes que tanto conhecimento têm guardado e por partilhar. Quem sabe um dia poderei fazer isto mesmo, vontade não me falta, o tempo é que anda curto...
Interessante seria também cruzar esta informação com outras regiões de Portugal e, mesmo do mundo, já que é algo com imenso interesse e potencial. Se algum leitor do azinheiragate, que viva fora de Portugal, tiver interesse em desenvolver futuramente esta questão, eu estarei disponível para ponderar futuramente esta questão.
Brevemente voltarei a esta questão, mas apresentando outra tipologia de fonte.