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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Eu leio, tu lês, ele lê. O património agradece!

De volta ao reino dos livros, eis mais umas sugestões de leitura. Nunca é demais relembrar a importância da leitura, a qual além de informar, promove o desenvolvimento de um espírito crítico, facto de primordial importância, especialmente tendo em conta a montanha de informação que nos assola todos os dias no mundo virtual. Contudo quantidade não significa qualidade, daí ser importante escolher conteúdos de qualidade, os quais nos ajudam a ser cidadãos mais informados e capacitados para intervir a todos os níveis.
Mas comecemos pelo primeiro livro, livre do cancro do "acordo" ortográfico. Trata-se de um livro que faz uma retrospectiva bastante interessante sobre a nossa casinha, esse elemento fulcral na vida de qualquer um de nós. A não perder.


Segue-se um livro diferente do costume, mas importante para expandirmos os nossos pensamentos, alargando horizontes na hora de pensar diferente. A árvore é o actor principal e o enredo gira em redor dela. Havia uma edição em "português", mas padecia do "acordo" ortográfico e, como recuso adquirir livros doentes, comprei a versão original.


Comunicar factos científicos não é fácil, contudo há quem tenha esse dom. Eis um dos melhores exemplos do que de melhor se faz em Portugal. Faltam as pontes entre ciência e sociedade na hora de traduzir o conhecimento científico. Faltam mais autores como António Piedade.


Li este livro há poucos dias e posso dizer que fiquei assoberbado com a excelência de uma obra escrita em 1840. Simplesmente inacreditável como foi possível um médico escrever esta notável obra, a qual recomendo vivamente. Retrata aspectos inacreditáveis, desde património natural, construído, etnografia e muito mais. Deveria ser de leitura obrigatória nas escolas da região.


Já tinha ouvido falar neste livro, contudo os meses passaram e no meio de tanta informação, acabei por "esquecer". Deparei-me com ele há uns dias numa livraria e, depois de confirmar que não padecia do "acordo" orográfico, foi logo para casa fazer companhia aos outros elementos da minha biblioteca pessoal. Bastante interessante a forma de debater uma questão na qual o debate está muito viciado.


É uma obra da qual muitos de vós já ouviram falar, contudo poucos serão os que já leram tal obra. Eu ainda não li, mas já está no sítio mais indicado para isso. Será uma das leituras dos próximos meses, contudo em dias mais calmos, dada a exigência de leitura do mesmo.


Novamente a revista Smart Cities Portugal em destaque, e desta vez sobre um tema que muito tem a dizer à região de Sicó. É uma das revistas que faço questão de comprar e ler a cada edição. E não é por acaso...


Findada mais esta volta pelo universo da leitura, resta-me pedir-vos que visitem regularmente as bibliotecas municipais, pois têm muito à vossa espera. E levem os vossos filhos, conhecidos ou afins!!!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Leiam, sem acordo ortográfico, o património e a cultura agradecem!

Já lá vão uns meses desde a última vez que foquei a bela da leitura, claro que apenas aquela livre de um suposto "acordo" ortográfico, o qual é um atentado à língua portuguesa. Agora que tenho algum tempo para as leituras não técnicas, toca a pegar naqueles livros ou revistas que adquiri recentemente.
Nunca é demais salientar a importância da leitura, mais ainda quando se pode aprender mais sobre temáticas como o ambiente e o património. Ler capacita-nos para o exercício da cidadania, não se esqueçam desse pequeno grande pormenor!
Destes todos destaco o primeiro, Pensar Como Uma Montanha, de Aldo Leopold. Já tinha ouvido falar muito deste livro, sobre o facto de ser uma obra intemporal e de ser daquelas obras que não devemos prescindir de ler. Confesso que não ligo muito a rótulos, já que, por vezes, são os fazedores de opinião que nos querem impor a sua visão sobre o mundo. Prefiro ler e ter a minha própria opinião.
Acabei hoje de ler este mesmo livro, ficando completamente rendido ao mesmo, algo que não é assim tão fácil. É uma obra que, mesmo apesar de ter sido escrita há quase 70 anos, é extraordinária, actual e de uma grande profundidade. A sua leitura exige sentidos afinados, pois só desta forma se consegue assimilar os factos e saborear as sábias palavras.


Apesar de ser uma edição antiga, é, sem dúvida alguma, um conjunto de obras com muita "matéria-prima" para trabalhar num passeio de lés a lés. Faltam-me ainda alguns...


Faço aqui uma breve nota de uma revista que apenas há 1 mês tomei conhecimento da sua existência, o que até é normal tendo em conta que este é apenas o seu segundo número, embora o terceiro esteja por estes dias a chegar às bancas. Fiquei rendido à qualidade e pertinência da Revista Smart Cities. Fiquei imensamente contente por esta, tal como outras, não adoptar o AO, algo que possibilita a sua compra da minha parte. A não perder!


Um livro a ter em conta no domínio do património construído. Há que dizer que a região de Sicó também padece deste grave problema. Brevemente irei voltar a falar disto mesmo.


E porque há uma grande diferença entre alimentos e produtos alimentares, eis um livro que me parece interessante neste domínio.