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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lembram-se?


No início de Agosto deste ano fiz um comentário centrado na temática das fontes públicas, nomeadamente da sua importância para quem nos visita, especialmente no Verão, onde a água é lembrada por todos como um recurso fundamental à nossa sobrevivência. Agora, e quando andava a programar os próximos comentários no azinheiragate, dei com esta fotografia, a qual já estava meia esquecida nos arquivos (preferi esperar para voltar ao tema, já que há que lembrar que daqui a uns meses o Verão volta...). Tem três curiosidades, a primeira é que foca precisamente o tema em análise e a segunda é que foi tirada apenas 6 dias depois do comentário acima referido. Já a terceira é uma curiosidade curiosa, passe o pleonasmo. É que este ciclista/turista estrangeiro que passou pela região de Sicó, neste dia por Ansião, entrou, sem se aperceber, pelo percurso dos carros alegóricos, nas Festas do Concelho, e só quando chegou frente à Câmara é que percebeu que estava a mais, tendo saído rapidamente do percurso.
Os registos fotográficos permitem várias coisas, congelar no tempo momentos e ajudar a monitorizar aspectos curiosos que, por vezes, validam o que muitos de nós afirmam. O que vale é que os discos externos permitem guardar milhares de fotografias...

domingo, 5 de agosto de 2018

Precisamos de fontes!


Já tinha a foto deste engenho, situado em Soure, guardada há uns tempos no arquivo de fotografia para o azinheiragate. Os últimos dias têm sido complicados, tal a temperatura, a qual castiga o corpo sem piedade. Novos e velhos todos sofrem com esta vaga de calor que nos lembra que é Verão.
É a melhor altura para lembrar algo de muito importante. No meu tempo de miúdo era normal encontrar uma fonte pública para matar a sede em dias de calor. Isto em meio urbano, ou então outras fontes em meio rural. Quando se anda no campo é fabuloso saber que há uma fonte por perto. Em miúdo até se podia beber água, com uma folha de couve, dos riachos sem receio de ser envenenado por um qualquer veneno, algo de impensável nos dias de hoje... 
Nos últimos anos a tendência tem sido o desaparecimento de muitas destas fontes públicas, sejam ligadas à rede pública ou não, algo que me preocupa a vários níveis. Actualmente é ver várias destas fontes seladas, sem torneira a embelezar, enquanto que outras entretanto criadas estão em mau estado. Lembro-me inclusivamente de no início deste ano ter alertado uma autarquia para o mau estado de algumas das fontes públicas. Ou outra, que perdia água de uma forma galopante. Esta última foi prontamente arranjada e algumas das outras já funcionam normalmente.
De qualquer das formas, e como qualquer um de vós poderá constatar, são bastantes as fontes, algumas bem antigas, que simplesmente são uma recordação do passado. Estes dias com temperaturas acima do que o organismo está habituado, deviam relembrar-nos a todos a necessidade imperiosa que é ter fontes públicas em pleno funcionamento, um pouco por todos os núcleos urbanos, de forma a que locais ou visitantes possam beber a tão necessária água e não precisem de ir a uma loja comprar garrafas de água de... plástico. Não há nada como poder beber água numa fonte pública sempre que precisamos. Se há memórias fabulosas que tenho, algumas delas têm a ver com o rodar do engenho, até que surja água fresca para beber. Infelizmente alguns destes engenhos têm sido roubados... E mesmo em meio urbano não há nada como encontrar uma fonte pública e ter o privilégio de ter uma torneira com água pronta a beber.
Por isto e por muito mais fica o desafio para o recuperar das fontes públicas, relembrando igualmente da necessidade de preservar os recursos aquíferos!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Apresento-vos as raríssimas análises à "água" do Alvorge

Em Abril de 2016 a Srª Maria Luísa Ferreira, afirmava ao Jornal Terras de Sicó sobre este caso, que a água saía límpida para uma linha de água, facto que cedo demonstrei que era mentira. O anterior executivo municipal deu cobertura a esta situação, já que além de alegadamente ter sido quem construiu aquele esgoto/dreno ilegal, sempre manteve o apoio a quem poluía e continua a poluir.
Hoje, 19 de Dezembro de 2017 eu tenho um presente para esta senhora, que conheço há quase 30 anos. Trata-se, nada mais nada menos, do que análises da "água" que ela afirmava que saía límpida para uma linha de água. Os resultados são bastante comprometedores, bastando olhar para os valores decorrentes das análises. São resultados que me envergonham enquanto ansianense que preza o seu território e que não dão margem para dúvidas. São resultados que mostram que temos muito que evoluir, já que até agora se deu primazia ao interesse privado em detrimento da saúde pública de milhares de pessoas. Espero que os resultados que saíram da análise da "água" sirvam, de vez, para que este atentado ambiental tenha um fim de uma vez por todas.
Quem perceber mais disto, pode comentar, já que não é fácil que todas as pessoas compreendam, de facto, os resultados nem o que está em causa. Trata-se de contaminação dos aquíferos e de uma questão de saúde pública. Espero que se promova um estudo sobre o real estado da água dos aquíferos, já que a água é um recurso imprescindível para a nossa sobrevivência. E além disso o dinheiro não mata a sede, é a água que o faz. E se alguém polui a água, terá de pagar um preço bem alto!
Agora partilhem, já que presentes destes são raríssimos! Cheque-mate...



Apaguei destes documentos alguns dos meus dados pessoais, portanto não se espantem não ter a minha morada e afins.
Mais uma vez relembro que se alguém quiser contribuir para a despesa que tive com estas análises, já sabem como me contactar, de forma a dar um muito pequeno contributo.