terça-feira, 28 de novembro de 2017

Sede de queimar...


Mesmo antes de ser permitido, já o pessoal teimava em fazer a "bela" da borralheira. Depois do adiamento dos vários prazos, devidos ao persistente risco de incêndio, foram às centenas as borralheiras a surgir um pouco por toda a Sicó e não só. Apesar do paradigma ter mudado, há coisas que parece que custam a mudar. Será que é realmente preciso fazer estas borralheiras? Será que não seria de evitar fazê-las?
Em boa parte dos casos não há necessidade alguma de queimar os restos de ervas e afins. Estupidamente continuo a ver também a queima de lixo no meio das borralheiras, umas vezes bem dissimulado (à excepção do cheiro...), outras vezes nem por isso.
A lei deveria mudar, de forma a impedir algo que é na maior parte dos casos desnecessário. O pessoal gosta simplesmente de queimar, uma tradição que vem de longe, onde aí fazia sentido. Eu não faço borralheiras. Eu coloco tudo num monte, encostado a uma parede, e deixo o tempo fazer o que melhor sabe. Passados uns meses tenho fertilizante para utilizar nas culturas que faço. É só vantagens!
Vamos repensar esta questão, promovendo não só a racionalidade e qualidade ambiental bem como reduzindo o risco de incêndio?

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